Por Fatima Fonseca
04 de agosto de 2009
O tema central nas discussões da edição 2009 da feira e congresso da ABTA (Associação Brasileira de TV por Assinatura) será a destinação da faixa de 2,5 GHz, usada atualmente pelos operadores de MMDS (TV paga por micro-ondas). A proposta da Anatel, colocada ontem em consulta pública, é de transferir, até 2015, 140 MHz do MMDS para o SMP (Serviço Móvel Pessoal), reservando apenas 50 MHz para o MMDS. "A operação do MMDS como serviço de vídeo não se sustenta. Ou as empresas são autorizadas a fornecer vídeo, voz e dados, ou o MMDS morre", afirmou hoje o presidente da ABTA, Alexandre Annenberg, na coletiva realizada para anunciar o congresso. O evento acontece na próxima semana, nos dias 11, 12 e 13, em São Paulo.
Annenberg voltou a reafirmar que o objetivo de uma política de telecomunicações no mundo convergente deveria atender a duas premissas, a da competição e da universalização da banda larga, enfatizando que o MMDS atende a esses dois requisitos. No caso da banda larga, destacou, pode ser usado hoje com a tecnologia WiMAX, e em alguns anos, com a LTE (tecnologia considerada de quarta geração da telefonia móvel). Para Annenberg, o que está havendo é "um confisco" de parte do espectro onde o MMDS atua. "As celulares querem confiscar parte do espectro para, daqui a cinco anos, usar a LTE e fazer banda larga, enquanto o MMDS pode oferecer a banda larga hoje, com a tecnologia WiMAX", afirmou.
Outros desafios
Outros desafios que também serão destaque no evento da ABTA são o ponto extra da TV por assinatura, o PL 29, em tramitação na Câmara dos Deputados, a ampliação da oferta de banda larga e como aumentar a penetração da TV por assinatura nas classes de poder econômico mais baixo.
Annenberg destacou que a feira e o congresso acontecem neste ano no momento em que a TV por assinatura completa 20 anos no país, e destacou alguns números do segmento, que encerrou 2008 com 6,3 milhões de assinantes, faturamento de R$ 9,3 bilhões e 16,8 mil empregados diretos. A estimativa para 2009 é de um faturamento de R$ 7 bilhões. No serviço de banda larga, a entidade estima crescimento de 30% sobre os 2,6 milhões de assinantes em 2008.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12728&Itemid=105
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