segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Ausência de celulares baratos ainda inibe a 3G na América Latina

Marineide Marques
VP da Qualcomm aposta nos terminais de baixo custo e variedade de planos tarifários para disseminação da tecnologia

Celulares de terceira geração (3G) de baixo custo e oferta de uma maior variedade de planos tarifários serão decisivos para o crescimento da base de assinantes 3G na América Latina, na opinião da vice-presidente da Qualcomm para as Américas e Índia, Peggy Johnson. “Estamos bastante otimistas quanto ao futuro do WCDMA na região”, disse ela, que visita o Brasil esta semana e apresenta-se nesta quarta-feira no Congresso ABTA 2009.

Peggy destaca que apesar do esforço da indústria para disseminar a tecnologia, o mercado ainda carece de celulares 3G de baixo custo. A Qualcomm contabiliza cerca de 80 modelos na tecnologia 3G, mas quase que totalmente concentrados na faixa mais cara. No tocante aos planos tarifários para banda larga, o presidente da Qualcomm do Brasil, Paulo Breviglieri, destaca que as operadoras estão cada vez mais criativas na oferta de planos de dados que atendam aos vários perfis de clientes, em comparação à primeira fase da 3G, quando só havia planos ilimitados de dados.

Com base em pesquisas internacionais, Peggy avalia que a partir de 2010 o volume de celulares 3G deve ultrapassar as vendas de modelos de segunda geração. “As economias emergentes terão papel preponderante neste crescimento”, avaliou a executiva. Para a América Latina, a projeção é de que o mercado de reposição – com forte predominância da 3G – responda por 75% das vendas de celulares este ano. O porcentual deve crescer para 93% em 2014.

Na região, a expectativa é de que as vendas de terminais WCDMA ultrapassem os mercados dos Estados Unidos/Canadá, China, Índia e Japão até 2011. Além da maior densidade populacional da América Latina, o fenômeno pode ser explicado pelo fato de que a Índia ainda não licitou as frequências de 3G, ao passo que a China trabalha com um padrão próprio de terceira geração.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/ausencia-de-celulares-baratos-ainda-inibe-a-3g-na-america-latina

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