segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Telefônica foca em classe C e diz que parceria permitirá pleno atendimento da banda larga

quarta-feira, 14 de outubro de 2009, 12h27

A primeira rodada de apresentações da Futurecom, que acontece esta semana em São Paulo, teve um tema em comum a todos os presidentes de empresas: a necessidade de parcerias para viabilizar uma ampliação efetiva da banda larga no Brasil. O primeiro pronunciamento ficou a cargo do presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, que logo de início deu o tom das palestras que se sucederiam. Valente rejeitou as comparações do Brasil com outros países, destacando as especificidades nacionais, especialmente de São Paulo, que é sua área de atuação como concessionária.

Classificando, ilustrativamente, o estado paulista com uma nação, Valente focou-se nas especificidades da quarta maior metrópole da América Latina e as dificuldades de atendimento de uma cidade com realidades econômicas bastante distintas dentro da mesma área geográfica. Valente expôs casos de ausência de cobertura de banda larga para explicar os "desafios" que a empresa enfrenta, e disse que até meados de 2010 todas as 622 cidades do estado atendidas pela Telefônica estarão cobertas por serviços de banda larga.

Em relação ao atendimento de comunidades de menor por aquisitivo, na visão do presidente da Telefônica, a saída é estabelecer parcerias entre governo e empresas, tal qual ocorreu no fim de 2007 com a troca de metas de universalização que possibilitou a criação do programa Banda Larga nas Escolas. "Programas como esse tem mostrado que há uma preocupação não só do governo, mas também das empresas, com a expansão da banda larga�, analisou. Com ou sem parceria, Valente disse que a Telefônica pretende cobrir 97% da população de São Paulo com serviços de banda larga até março de 2010. Para atender à população de baixa renda, a telefônica planeja usar redes Wi-Mesh e terá uma ofgerta pré-paga de banda larga.

WiMAX

Em sua apresentação, Valente também aproveitou para reiterar o interesse da companhia de investir na tecnologia WiMAX. Com a compra da TVA, o grupo possui licenças de operação em MMDS nas cidades de Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro, além de São Paulo, mas a oferta de serviços convergentes, incluindo internet via WiMAX, tem sido limitada pela regulação. �Há uma discussão ainda sobre as radiofreqüências (2,5 GHz), homologação e certificação de equipamentos. No momento em que essa discussão for resolvida, nós estaremos prontos para oferecer o serviço�, declarou Valente referindo-se à banda larga via WiMAX.

No ramo da oferta de ADSL, a venda do Speedy tem apresentado forte crescimento desde que a Anatel derrubou a proibição de comercialização do serviço, no fim de agosto. Segundo Valente, entre os dias 28 de agosto (dada da retomada das vendas) e 13 de outubro, a Telefônica registrou 111 mil vendas do serviço de Internet banda larga, o que gera uma média de 2,3 mil pontos comercializados por mês. Para o executivo, os números são uma prova da crescente demanda por banda larga no Brasil. Segundo Valente, 80% dessas vendas são de clientes classe C.

Valente também explicou que por conta de todas as dificuldades de venda do Speedy decorrentes das restrições da Anatel, a operadora teve que suspender a venda em bundle, ou seja, pacotes de TV, banda larga e dados, mas que isso será retomado. "Por enquanto, ainda estamos focados na melhoria dos nossos índices de qualidade, que hoje já estão similares ao da nossa concorrência", disse Valente. Ele disse que a meta da operadora é ter um índice de reclamações equivalente a um quarto do índice da Net Serviços.

Mariana Mazza


http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151638

Govt calls for interest in 2.6GHz spectrum

Wednesday, 14 October 2009

Colombia’s Ministry of Information Technologies and Communications has begun the process which will end in the award of frequencies in the 2500MHz to 2690MHz (2.6GHz) band. Interested parties have 15 days to send letters of intent to participate in the process, in accordance with Resolution 002/508 dated 8 October 2009. On receipt of the letters, and in accordance with Article 72 of Law No. 1341 of 2009, the ministry will publish the terms and conditions of participation. The 2.6GHz spectrum is suitable for 4G technologies, specifically Long Term Evolution (LTE).

http://www.telegeography.com/cu/article.php?article_id=30499&email=html

Governo espera decisão da Anatel sobre adiamento da consulta do 2,5 GHz

terça-feira, 13 de outubro de 2009, 23h41

O governo aguarda para esta semana uma decisão da Anatel sobre a possibilidade de um novo adiamento na Consulta Pública 31, que estabelece as novas regras para a faixa de 2,5 GHz. A intenção do governo é avaliar melhor as possibilidades de uso da faixa em conjunto com o projeto do Plano Nacional de Banda Larga, que deve estabelecer uma política para uma rede pública de banda larga. No entendimento manifestado nas reuniões da semana passada do Comitê de Inclusão Digital, a faixa de 2,5 GHz pode oferecer espaço para que o governo acrescente o componente wireless à rede pública, e os representantes da agência estavam presentes ao encontro. Mas como a ideia é recente, seria necessário elaborá-la mais profundamente antes do final da consulta, que termina na próxima sexta. Ainda não houve sinalização da Anatel sobre a possibilidade de adiar ou não, novamente, a consulta, que já havia tido seu prazo estendido em função de uma liminar da Neotec, associação que representa os operadores de MMDS.

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151616

Governo espera decisão da Anatel sobre adiamento da consulta do 2,5 GHz

terça-feira, 13 de outubro de 2009, 23h41

O governo aguarda para esta semana uma decisão da Anatel sobre a possibilidade de um novo adiamento na Consulta Pública 31, que estabelece as novas regras para a faixa de 2,5 GHz. A intenção do governo é avaliar melhor as possibilidades de uso da faixa em conjunto com o projeto do Plano Nacional de Banda Larga, que deve estabelecer uma política para uma rede pública de banda larga. No entendimento manifestado nas reuniões da semana passada do Comitê de Inclusão Digital, a faixa de 2,5 GHz pode oferecer espaço para que o governo acrescente o componente wireless à rede pública, e os representantes da agência estavam presentes ao encontro. Mas como a ideia é recente, seria necessário elaborá-la mais profundamente antes do final da consulta, que termina na próxima sexta. Ainda não houve sinalização da Anatel sobre a possibilidade de adiar ou não, novamente, a consulta, que já havia tido seu prazo estendido em função de uma liminar da Neotec, associação que representa os operadores de MMDS.

Planejamento de espectro precisa ser acelerado para Copa do Mundo e Olimpíadas

Wanise Ferreira
Alerta é dado pelo 3 G Americas, que defende a liberação de espectro com prioridade em banda larga móvel

O Brasil tem dois eventos esportivos importantes pela frente, a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016, que devem pressionar a Anatel a acelerar os estudos para planejamento de espectro. “Assim como se traçam os cálculos para a infraestrutura necessária, com hotéis, logística, a comunicação, e o espectro, precisa estar entre os itens prioritários”, observou Erasmo Rojas, responsável pela América Latina e Caribe do 3G Américas. Segundo ele, alguns estudos mostram que as operadoras móveis precisarão de três vezes mais espectro nos próximos 10 anos do que possuem atualmente.

A banda larga móvel deverá ser o grande fator de pressão das operadoras por mais espectro. Estudo da Strategy Analytics mostra que a partir do próximo ano aumenta ainda mais o ritmo de crescimento dos acessos banda larga wireless em comparação ao fixo. Atualmente, existem cerca de 31 milhões de conexões banda larga na América Latina, em geral com baixas penetrações por país. No caso do Brasil, por exemplo, a penetração em meados deste ano não superava 5,8%.



Para Rojas, a banda larga móvel deve ser uma prioridade no planejamento do espectro. “A Anatel precisa saber quanto de espectro as empresas vão precisar e como essas freqüências poderão ser ofertadas, dando início a leilões já no próximo ano”, comentou. Esse planejamento estratégico envolve, na sua avaliação, o uso de faixas que vão de 450 MHz até 3,5 GHz, com destaque para as de 400 MHz, de 700 MHz e de 2,5 GHz.


De 1987 a 2010, a média de espectro por mecado se concentrou em 450 MHz a 600 MHz. Um estudo da UIT (União Internacional das Telecomunicações) mostra que de 2010 a 2020 as operadoras precisarão de 1.3 GHz a 1.7 GHz em cada mercado. O Citel estima que os países latinoamericanos necessitarão, em 2020, 721 MHz adicionais em áreas de baixa demanda (zonas rurais) e de 1161 MHz nas de alta demanda.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/planejamento-de-espectro-precisa-ser-acelerado-para-copa-do-mundo-e-olimpiadas

Embratel testa WiMAX na Fórmula 1

Por Fatima Fonseca
13 de outubro de 2009

O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, que acontece neste final de semana, no autódromo de Interlagos, em São Paulo, terá a Embratel como fornecedora oficial de infraestrutura de telecomunicações. A operadora disponibiliza 1 Giga para atender a demanda por dados e uma central de telefonia com 600 linhas, além de ser responsável pelos TAPs (orelhões) no interior do autódromo. A infraestrutura é baseada em fibra óptica, por meio das tecnologias Metro Ethernet e SDH (padrão de transporte de informações em redes digitais que utiliza normalmente a fibra óptica como meio físico de transporte em redes de alta velocidade). Além da infra cabeada, a operadora colocou cobertura Wi-Fi e, este ano, também acesso por WiMAX. "Já temos o serviço WiMAX, que é ofertado para pequenas e médias empresas e vamos testar a tecnologia neste evento, como mais um meio de transmissão", comentou Danni Mnitentag, gerente de marketing corporativo da Embratel.

Segundo Diógenes Santana Filho, da gerência de projetos da Embratel, no ano passado, o consumo de banda no evento foi de 120 mega e, para este ano, a estimativa é de um aumento para 180 mega. O sistema Wi-Fi terá capacidade para 400 acessos e foi implementado em parceria com a Cisco, que fornece os equipamentos. No Wi-Fi, a capacidade de transmissão será de 512 kbps, tanto para download como para upload.

Para atender a demanda pela transmissão de sinais de áudio e vídeo, operação de circuitos privativos para transmissão de dados, imagem e voz, para o Brasil e exterior, além de links de acesso à Internet, pontos de Wi-Fi e telefonia fixa, a Embratel está trabalhando com uma equipe de 60 pessoas no autódromo. A operadora já fornece a infraestrutura de telecom no Grande Prêmio Brasil há quatro anos e, em geral, presta serviços para 300 clientes, que contraram cerca de 600 circuitos.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13402&Itemid=105

WiMAX crowd makes noise about next generation of WiMAX

October 11, 2009 — 1:28am ET | By Lynnette Luna

As the noise coming out of the Long Term Evolution (LTE) crowd continues to grow louder WiMAX Forum is finally making some noise around the next generation of mobile WiMAX, which is designed to be technically on par with LTE.

The WiMAX Forum and executives from WiMAX suppliers and operator were on hand during ITU Telecom World 2009 to voice their commitment to build and trial the next release of mobile WiMAX, known as WiMAX Release 2 based on the 802.16m standard. The WiMAX Forum, along with 50 companies, announced the endorsement of IEEE's submission to ITU-R that proposes an IEEE 802.16m-based candidate for IMT-Advanced 4G standards. The WiMAX Forum also announced that it will finalize its WiMAX Release 2 specification in parallel with IEEE 802.16m and IMT-Advanced, ensuring that WiMAX Release 2 networks and devices will remain backward compatible with legacy WiMAX Release 1 based on IEEE 802.16e.

The new 802.16m standard offers new capabilities and efficiencies, including 4X2 MIMO in the urban microcell scenario with only a single 20 MHz TDD channel available system wide. The 802.16m standard will be designed to support both 120 Mbit/s downlink and 60 Mbit/s uplink per site simultaneously. Higher data rates can be obtained with additional spectrum resources or more complex antenna schemes. The WiMAX Release 2 profile will also incorporate these capabilities for improved VoIP capacity, spectral efficiency, latency, handover speed, cell range, and coverage, with support for wider operating bandwidth in both TDD and FDD duplexing, the WiMAX Forum said. The WiMAX Forum expects to see WiMAX Release 2 available commercially in the 2011-2012 time frame.

Peter Jarich, research director with Current Analysis, noted that "excitement around LTE makes it imperative for the WiMAX industry to paint a technology roadmap for its customers. While 802.16e networks may be delivering mobile broadband services today, LTE is expected to deliver services with better mobility support, greater data rates and a stronger ecosystem (in the medium-term). This makes the evolution of the 802.16e standard critical."

The WiMAX Forum also announced the number of WiMAX deployments reached approximately 504 networks in 145 countries, with 15 new deployments added in August

http://www.fiercebroadbandwireless.com/story/wimax-crowd-makes-noise-around-next-generation-mobile-wimax/2009-10-11

Samsung improves WiMAX base stations with technology that is four times faster

Newsbrief by Brian James Kirk on Thursday October 08, 2009.

Samsung is demonstrating 4G mobile broadband base stations that utilize Mobile WiMAX Release 2 IEEE 802.16m technology, which provide data speeds that are four times faster than current WiMAX IEEE 802.16e technology. The company is currently showing the new technology, its throughput, and Release 1 backwards compatibility at the ITU Telecom World 2009 show in Geneva, Switzerland.

Samsung plans to provide trials for Release 2 by late 2010 with Clearwire in the U.S., Yota in Russia, and UQ Communications in Japan.

http://www.mobileburn.com/news.jsp?Id=7993

Clearwire aposta em WiMAX na Europa em 3,5 GHz

quarta-feira, 7 de outubro de 2009, 12h14

A Clearwire promete lançar uma operação de WiMAX móvel na Espanha em 2010 usando a frequencia de 3,5 GHz. O serviço começará em Sevilha e Málaga e usará a marca "Clear", a mesma adotada pela companhia nos EUA. A infraestrutura será provida pela Alvarion e pela ZTE.

A Clearwire possui licenças em 3,5 GHz em outros seis países europeus cobrindo uma população de 200 milhões de habitantes: Bélgica, Alemanha, Irlanda, Polônia, Romênia e Dinamarca. Nos EUA, a Clearwire utiliza as faixas de 2,5 e 2,6 GHz, frequência que na Europa está reservada para o LTE, a evolução das redes GSM.

Na análise do site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com), a Clearwire não conseguirá formar na Europa uma rede pan-regional, pois a oferta desse espectro está muito fragmentada no continente. O mais provável é que a empresa foque inicialmente em lançamentos pontuais em áreas metropolitanas. Outro desafio: a Clearwire não terá na Europa o suporte de players de peso como tem nos EUA, onde conta com o apoio da Sprint e de três das maiores operadoras de cabo, além do Google e da Intel. Porém, se o seu modelo de negócios obtiver sucesso em cidades importantes, é possível que a Clearwire consiga parcerias com operadoras de cabo e DSL locais, ou até mesmo com empresas de telefonia celular interessadas em desafogar o tráfego em suas redes.

Da Redação

Para 3G Américas, decisão sobre 2,5 GHz influenciará América Latina

quarta-feira, 7 de outubro de 2009, 18h17

O que o Brasil decidir sobre o uso de 2,5 GHz deve influenciar vários outros países na América Latina. Essa é a opinião de Erasmo Rojas, diretor da 3G Américas para a região. Ele lembra o caso do padrão de TV digital brasileiro, que vem sendo adotado por países vizinhos. No momento, Argentina, México e Colômbia, dentre outros, estão discutindo o futuro da faixa de 2,5 GHz. No Brasil, a proposta da Anatel é de que a maior parte desse espectro seja destinada para serviços móveis. Uma consulta pública sobre o tema termina no próximo dia 16.

Rojas acredita que 2,5 GHz será a principal frequência para o LTE, já que a Europa também destinou esse espectro para esse fim. A segunda faixa mais usada deverá ser a de 700 MHz, a começar pelos EUA, que já a liberaram em razão da migração para TV digital. "Como 700 MHz não está disponível ainda no Brasil, a decisão da Anatel de destinar 2,5 GHz para serviços móveis é ainda mais importante", afirma Rojas.

A 3G Américas não apresentou nenhuma contribuição à consulta pública sobre 2,5 GHz da Anatel. "Entendemos que o nosso fórum para discutir isso seja a Citel", explicou o executivo.

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151238

Usuários e empresas de MMDS criticam mudança na faixa de 2,5 GHz

terça-feira, 6 de outubro de 2009, 20h04

O imbróglio envolvendo a mudança de destinação da faixa de 2,5 GHz proposta pela Anatel continua crescendo. A consulta pública da proposta, que termina no dia 16 de outubro, conta até agora com uma participação tímida da sociedade, considerando o volume de contribuições - 28 comentários contra centenas de sugestões recebidas em outras consultas importantes, como a mudança do Plano Geral de Outorgas (PGO) e os novos contratos do STFC. Ainda assim, chama a atenção a presença massiva de críticos à proposta.

Dos 28 comentários, 25 são claramente contrários à mudança de destinação. A maioria dos participantes é de usuários e empresas de MMDS, que perderão a prioridade na maior parte da faixa caso a proposta seja aprovada como está. Os protestos seguem uma linha comum: o temor de que a medida reduza a concorrência nos serviços de telecomunicações. Para boa parte dos cidadãos que contribuíram com a consulta até agora, a Anatel está privilegiando as empresas de telefonia móvel, em detrimento da competição do setor.

"Discordo totalmente dessa proposta da Anatel e sou mais contra ainda a forma em que nosso país ficará à disposição de apenas cinco empresas de telefonia móvel", comenta um usuário na consulta. Outros comentários apontam para a importância das empresas de MMDS para a transmissão de conteúdo local em vários municípios e o papel fomentador da concorrência desses operadores especialmente em localidades menores. Empresários também reclamaram da mudança "Impossível ser empresário neste país. Como pode o poder público ceifar um permissionário já estabelecido de utilizar o espectro a ele cedido? Como ficam os investimentos feitos por estas empresas?", protestou um dos participantes.

Os comentários alertam ainda para o risco de a Anatel fragilizar o setor como um todo, ao mexer com empresas já estabelecidas. "Pode-se abrir um grave precedente regulatório que colocaria em risco todo o setor, dadas as absolutas incertezas nas renovações das licenças atuais", afirma o consultor Luiz Carlos Rosas Filho. O risco de demissões também foi destacado por empresas de MMDS, que temem fechar as portas com a redução do espectro para a operação de seus serviços.

Radiodifusão

O debate sobre a faixa de 2,5 GHz também atraiu um outro segmento, até então fora das discussões. A Rede Globo apresentou uma contribuição sugerindo que parte da faixa seja dedicada à expansão do Serviço Auxiliar de Radiodifusão e Correlatos (SARC). A empresa argumenta que possui previsão de uso da subfaixa 2.300 MHz a 2.500 MHz prioritariamente, mas interferências com outros serviços têm inviabilizado a operação das radiodifusoras.

"É importante ressaltar também que, apesar de haver destinação ao SARC de outras subfaixas em freqüências mais altas, as freqüências em torno de 2,0 GHz a 2,5 GHz são fundamentais para o Serviço Auxiliar de Reportagem Externa, pois só elas viabilizam a transmissão em tempo real de eventos em movimento, tais como maratonas, corridas automobilísticas, regatas, desfiles de Carnaval, e permitem imediatismo, por exemplo na cobertura de um incêndio", argumenta a representante da emissora. Para solucionar o problema, a Rede Globo sugere que seja destinada uma nova faixa de 100 MHz em outra área do espectro para o SARC, substituindo a subfaixa de 2.400 MHz a 2.500 MHz.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151146

Decreto ou adiamento da consulta são caminhos para governo intervir na faixa de 2,5 GHz

terça-feira, 6 de outubro de 2009, 19h06

A Consulta Pública 31/07, que trata da destinação da faixa de 2,5 GHz, terminará no próximo dia 16, mas participantes do grupo de criação do plano de banda larga defendem uma possível ampliação deste prazo ou, ao menos, que a Anatel protele a decisão. O assunto não chegou formalmente na Anatel, que já prorrogou a consulta uma vez por determinação da Justiça em processo movido pela Neotec. Os defensores de um adiamento na decisão da Anatel acreditam que a faixa de 2,5 GHz pode ser uma peça importante para o plano do governo, pois trata-se de uma fatia de espectro de alta capacidade com uso potencial para serviços de banda larga.

A nova destinação da faixa expôs um confronto entre operadoras de MMDS e SMP que se arrasta há pelo menos dois anos. O alvo da briga é o tamanho do espectro que será destinado a cada um dos operadores. Por ora, as operadoras móveis estão ganhando a disputa com a proposta feita pela Anatel. Mais do que isto: muitas empresas de MMDS acreditam que, se o novo regulamento for aprovado como está, as operadoras dessa tecnologia deixarão de existir.

Sem decreto

Por conta desse "efeito colateral", membros do governo acreditavam que a Anatel pediria um decreto presidencial para consolidar a mudança. O raciocínio é que, ao tomar uma decisão que pode repercutir no fim de um serviço, a Anatel pode estar criando uma "política pública", o que não faz parte de suas atribuições. Mas essa ponderação parece estar circunscrita a parte do grupo de criação do plano de banda larga. Notadamente, o Ministério do Planejamento.

Na Anatel não há nenhuma intenção em pedir ao presidente Lula a edição de um decreto que consolide a mudança na faixa de 2,5 GHz. Segundo fontes familiarizadas com o processo, a agência trata o caso como uma simples reorganização do espectro, baseada nas projeções de demanda do serviço e em recomendações da União Internacional de Telecomunicações (UIT). Assim, a alteração não teria caráter de política pública, mas simplesmente de uma gestão de radiofrequência, o que é atribuição da Anatel pela Lei Geral de Telecomunicações (LGT). Como a agência dispõe de autonomia, não haveria necessidade de um aval do presidente da República para consolidar a reforma.

Mesmo com a decisão cabendo tecnicamente à Anatel apenas, o governo acredita ser capaz de sensibilizar a agência reguladora a analisar a frequência de 2,5 GHz dentro de um contexto maior de criação de uma rede pública de banda larga. Outras faixas também são alvo do interesse governamental, como a de 450 MHz, que também passa por um processo de redestinação para garantir a oferta de banda larga em escolas rurais.

O problema é que o órgão responsável direto pela formulação de políticas públicas (Ministério das Comunicações) não tem mostrado desconforto com o caminho sugerido pela Anatel para a faixa de 2,5 GHz. Se outras instância sdo governo quiserem mudar o rumo das coisas, precisariam recorrer à Casa Civil.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151144

Governo pensa em prolongar debate sobre o 2,5 GHz

terça-feira, 6 de outubro de 2009, 18h44

A criação de um Plano Nacional de Banda Larga pode esquentar polêmicas que vão além do reaproveitamento das redes de fibras das estatais de energia. O governo tem estudado o uso de radiofrequências para a capilarização da nova rede e algumas correntes defendem a criação de reservas no espectro para a execução de políticas públicas de inclusão digital. Na verdade, a ideia não é nova e em vários momentos foi defendida pelo Ministério das Comunicações.

O grupo que vê com bons olhos a criação de reservas públicas cresceu com o avanço das discussões sobre o Plano Nacional de Banda Larga e um dos primeiros alvos pode ser a faixa de 2,5 GHz, envolta em polêmicas desde o início do ano. Usada pelas empresas de MMDS e SCM, a faixa está prestes a ter sua destinação alterada, priorizando a presença das empresas de SMP. A proposta da Anatel transfere quase todo o espaço para as operadoras móveis, deixando apenas 50 MHz para uso primário das empresas de MMDS e SCM. O governo deve, então, manifestar o desejo de que uma definição sobre a faixa seja postergada, apurou este noticiário.

Vale lembrar que em 2006 o Ministério das Comunicações chegou a interceder formalmente no processo de elaboração da Resolução 42906 (que estabelece as regras atuais para a faixa de 2,5 GHz). Naquela ocasião, o ministério alegava publicamente que gostaria de ter o direito de ter reservado parte do espectro para programas de inclusão digital por meio da tecnologia WiMAX. Tanto é que determinou, também, a suspensão do leilão da faixa de 3,5 GHz. De lá para cá, contudo, o Minicom não tem externalizado a mesma posição abertamente.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151141

Para Seae, mudança no 2,5 GHz pode aumentar concorrência na banda larga

terça-feira, 6 de outubro de 2009, 19h27

Na próxima semana, a Anatel concluirá a consulta pública sobre a proposta de mudança de destinação da faixa de 2,5 GHz, abrindo espaço para a entrada das operadoras móveis nesta frequência. E, até agora, a agência conseguiu apóio de, ao menos, um órgão de peso para concretizar a mudança. A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda produziu um parecer favorável à proposta da Anatel, onde não vê grandes problemas na concorrência do mercado com a alteração da destinação. Ao contrário, a Seae acredita que a concorrência pode ser estimulada, desde que a Anatel tome algumas precauções. A Anatel propõe a redução da faixa do MMDS para 50 MHz a partir de 2015.

Precauções

Uma das precauções sugeridas à Anatel pela secretaria do Ministério da Fazenda é que a agência seja eficiente na licitação de licenças de SMP e SCM dentro da nova configuração do espectro. Outra sugestão é que a Anatel dê especial atenção à análise do uso eficiente do espectro. "A Secretaria de Acompanhamento Econômico gostaria de ressaltar a determinação já demonstrada pela autoridade reguladora das telecomunicações de elaborar o regulamento para uso eficiente do espectro. De fato, trata-se de matéria cuja relevância é reconhecida pela própria Anatel, visto que o Plano Geral de Atualização da Regulamentação das Telecomunicações, em seu item V.8, fixa que ação deva ser executada em curto prazo pela Agência", conclui o parecer. A criação desse regulamento já está em análise no Conselho Diretor da Anatel, mas ainda não foi deliberado pelos conselheiros.

Baixo impacto

Apesar de apoiar a iniciativa, a Seae não afastou completamente os impactos concorrenciais. Em sua avaliação, a secretaria constatou que haverá de fato uma redução na competitividade das empresas de MMDS. Mas, como o serviço é o menos representativo na gama de oferta de TV por assinatura, o impacto concorrencial da proposta também acaba sendo baixo. "A proposta de alteração da regulamentação em questão não é neutra do ponto de vista concorrencial", explicam os especialistas que assinam o parecer. "Não obstante, a Seae é da opinião que, por todo o exposto, a medida não configura um prejuízo relevante à concorrência."

Na análise da equipe da Fazenda, a mudança "não está retirando nenhum dos atuais provedores do mercado, mas sim reduzindo a faixa de freqüência destinada um serviço para outro". Assim, nada impede que essas mesmas empresas prestem, no futuro, serviços de banda larga sem fio, desde que se conquistem licenças para a oferta desse produto dentro da nova configuração da faixa. Daí a importância de que a Anatel seja rápida na execução dos novos leilões.

A Seae também entende que não há "direito adquirido" das empresas de MMDS por elas terem usado essa faixa prioritariamente até então. "O uso dessa faixa de espectro para esse serviço não gera o direito adquirido para prestação de outros serviços. Para que novos serviços sejam prestados, deve haver nova licitação, novo leilão e nova autorização, para que a possibilidade de prestação desse serviço possa ser viabilizada a todos os potenciais prestadores".

Outra avaliação favorável ao encaminhamento dado pela Anatel nesta faixa é com relação aos efeitos positivos de o Brasil seguir as recomendações da União Internacional de Telecomunicações (UIT). Para a Seae, o alinhamento às recomendações internacionais gera ganhos de escalas para as empresas, com possível redução de custos para os usuários, além de favorecer o roaming de serviços.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151145

Clearwire Takes WiMax to Spain

OCTOBER 6, 2009 | Michelle Donegan

Clearwire LLC (Nasdaq: CLWR) said it plans to launch mobile WiMax services in Spain next year, proving that its proto-4G wireless broadband ambitions go beyond U.S. borders.

Clearwire will deploy WiMax 802.16e infrastructure equipment from Alvarion Ltd. (Nasdaq: ALVR) and ZTE Corp. (Shenzhen: 000063; Hong Kong: 0763) in Malaga and Seville, respectively, for service launches in 2010 in the 3.5GHz frequency band. And just as in the U.S., the services will be offered under the Clear brand.

"We intend to prove that WiMax can work not only at 2.5GHz, but also at 3.5GHz, which is the spectrum we have in Spain," Barry West, president of Clearwire International, said during a press conference at the ITU Telecom World 2009 show in Geneva. (See Clearwire's Barry West: Roam, If You Want To.)

In Spain, Clearwire enters a highly competitive mobile broadband market. The U.S. WiMax operator will take on several of Europe's largest mobile operators -- Orange Spain , Telefónica SA (NYSE: TEF), Vodafone España S.A. , and TeliaSonera AB (Nasdaq: TLSN)'s Yoigo -- as well as the country's fixed broadband providers like ONO and Jazztel plc .

All of Spain's mobile operators have launched 3G HSPA services with downlink speeds up to 3.6 Mbit/s, according to the Global Mobile Suppliers Association (GSA) , and Telefónica has launched 3G services up to 7.2 Mbit/s in some areas. Telefónica also plans to start trialing Long Term Evolution (LTE). (See Telefónica Kicks Off LTE Trials.)

Clearwire "will have to have a very low-cost strategy and fill in the gaps where the big guys don’t want to compete,” says Stela Bokun, analyst at Pyramid Research . “If WiMax [operators] target rural or high-density areas where Telefónica and other big players do not want to invest or are not providing high quality of service, those may be places where they’ll have more success.”

But Clearwire will compete not only with the mobile operators, but also with fixed broadband offers in the country as well. “It’s important to consider how successful it will be against fixed broadband, in particular with [fiber-to-the-home]-based broadband access, which is likely to see a strong expansion in the Spanish market over the next five to seven years,” says Bokun.

Spain's fixed broadband penetration stood at 21.3 percent at the end of 2008, according to Pyramid, which is five percentage points below the Western European average.

European ambitions?
The new WiMax deployment plans will not be Clearwire's first foray into Spain or Europe. Clearwire already offers a fixed wireless broadband service in Seville, which launched in September 2007, but today's news marks the operator's first investment in mobile WiMax in the country. When the service in Seville launched, Clearwire said its network covered 300,000 homes in the city. (See Clearwire Goes to Spain.)

And Spain could be just the beginning of a broader European plan for Clearwire. The company has 3.5GHz licenses in Belgium, Germany, Ireland, Poland, Romania, and through its affiliate in Denmark, Danske Telecom A/S . Clearwire's European customers at the end of March 2008 totaled just 51,000 in Brussels and Ghent, Belgium; Dublin; and Seville. (See Clearwire in Euro Partner Talks, Clearwire Invests in Europe, Clearwire Goes European, and Clearwire Expands in Europe.)

Pyramid's Bokun thinks a European expansion for Clearwire could make sense.

“In terms of cost savings, it’s not a great idea to keep sporadic operations in random European countries, as this strategy does not allow for operational and other synergies; however, it makes sense for an operator to diversify its revenue sources, especially in an unstable economic environment," she says. "WiMax is still in its infancy, and the main WiMax operators are still testing the waters in different markets.”

— Michelle Donegan, European Editor, Unstrung

http://www.unstrung.com/document.asp?doc_id=182702

Sprint Nextel launches WiMAX in 10 more cities

Portland Business Journal

Sprint Nextel Corp. launched its ultra-fast, high-capacity wireless broadband service in 10 U.S. cities, including Salem, on Monday.

The 4G WiMAX service, which can reach downlink speeds as much as 10 times faster than current 3G service, enables applications such as streaming video anywhere in a city, Sprint said in a release. The mobile broadband service became available Monday in Salem.; Milledgeville, Ga.; and the Texas cities of Amarillo, Killeen-Temple, Corpus Christi, Lubbock, Waco, Wichita Falls, Abilene and Midland-Odessa.

“Sprint 4G represents an enormous leap in wireless technology, with valuable benefits for a variety of applications,” John Dupree, a Sprint vice president, said in the release. “Sprint has a significant head start in deploying 4G, and we’re prepared to leverage our 4G speeds and growing national coverage to help businesses, government agencies and educational institutions increase their capabilities, enhance productivity and reduce costs.”

Overland Park, Kan.-based Sprint (NYSE: S) first launched WiMAX in Baltimore in September 2008. Earlier this year, WiMAX launched in five other cities. The 4G service is expected to roll out in 13 more cities by the end of the year and in multiple additional markets in 2010.

Sprint is the first national carrier to launch a 4G technology, which will help accommodate consumers’ growing appetite for data-intensive handset uses. It is doing so through a $14.5 billion deal with Clearwire Corp. (NASDAQ: CLWR), based in Kirkland, Wash. The deal, entered into in December, created a company to roll out WiMAX, branded Clear. Sprint handed over its spectrum and WiMAX-related assets, and the new Clearwire got a $3.2 billion cash investment from strategic investors that included Intel Corp. (NASDAQ: INTC), Google Inc. (NASDAQ: GOOG) and big cable companies. Sprint owns about 51 percent of the new company. Investors can resell Clear service under their brands.

However, the rollout is costly, and other national carriers are formulating aggressive plans for competing technologies.

For example, No. 1 carrier Verizon Wireless, which has 87.7 million customers, plans to launch its 4G technology — LTE — in 2010 in as many as 30 markets and have nearly nationwide coverage by the end of 2013.

http://portland.bizjournals.com/portland/stories/2009/10/05/daily3.html

Two months before auction, India deprives WiMAX of 2.5GHz

By CAROLINE GABRIEL
Published: 2 October, 2009

India is poised to be the largest global market for WiMAX - in spite of, rather than because of, the country's regulators. While the government's ambitious broadband vision gives WiMAX a key role in universal broadband and innovative web strategies, the freeing up of relevant spectrum has been less advanced, and now it has hit another roadblock. The Department of Telecom has decided to auction only 2.3GHz spectrum in the upcoming WiMAX auction, leaving the 2.5GHz band off the table for now.

State-owned telcos BSNL and MTNL are already building out WiMAX in both fixed and mobile modes, having been granted early access to spectrum, and by themselves they will soon become the world's largest deployers of 802.16 technologies. But the real potential for WiMAX lies in a competitive market with the private operators creating innovative business models - Bharti, Reliance, Tata and other giants have all conducted trials are are keen to participate in the auction. But the amount of spectrum at their disposal, at least from December when the sale is scheduled, will be less than expected following the DoT's decision.

In its new Information Memorandum, the DoT said: "Two blocks of 20MHz each will be auctioned in the 2.3GHz band. " It said that, although 2.5GHz had been earmarked for broadband wireless too, it will be opened up only after issues with the Department of Space are sorted out. The DoS has always expressed concerns over the use of the 2.5GHz band because of possible interference with space communication systems. Although 2.5GHz was originally used by ISPs, these were ordered to vacate some years ago - but until recently it appeared that the DoS and DoT had managed to come to an accommodation. There is no indication now of when the band, which is one of the primary internationally harmonized profiles for WiMAX and mobile broadband, is likely to be made available.

There are other spectrum options that may be offered for WiMAX in India. In August 2008, the government earmarked 700MHz digital dividend frequencies, and the 3.3GHz band, for broadband wireless.

Meanwhile, India is addressing its dire shortage of wireless capacity by planning to allocate additional 2G spectrum to those operators who win 3G licenses in the forthcoming auction, scheduled to start on December 7. This may also be intended to attract foreign bidders or partners to the sales.

According to the Economic Times, international operators that do not currently have a presence in India are reluctant to enter the 3G market unless they are able to offer the full range of mobile services, which would require 2G spectrum too, for coverage and capacity.

The terms are vague, however, just saying frequencies will be "subject to availability", while there is no indication of where the new 2G spectrum will be found - it may require government bodies (such as the defense forces) to release spectrum. Also, there are about 300 2G applications pending anyway, and there could be intense controversy if foreign entrants are allowed to jump the queue.

http://www.rethink-wireless.com/article.asp?article_id=1973&ckt=ON

Índia deixa faixa de 2,5 GHz de fora do leilão de WiMAX

sexta-feira, 2 de outubro de 2009, 18h25

A Índia é um dos principais mercados de WiMAX do mundo, e talvez seja o gramde gerador de escala para equipamentos e serviços atrelados à tecnologia nos próximos anos. Mas o governo indiano surpreendeu ao deixar a faixa de 2,5 GHz no leilão de faixas para o WiMAX, optando por leiloar, apenas, a faixa de 2,3 GHz. A análise é do site Rethink Wireless. O problema da faixa de 2,5 GHz, para o governo indiano, é o potencial de interferência em serviços de comunicações espaciais. Na Índia, as faixas de 700 MHz e 3,3 GHz também estão previstas para serviços de banda larga wireless.

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=150890

WiMAX Forum aponta necessidade de 110 MHz para banda larga e MMDS

sexta-feira, 2 de outubro de 2009, 18h05

O vice-presidente de inovação do WiMAX Forum, Mohammad Shakouri, virá ao Brasil este mês com um propósito específico: mostrar ao governo como as redes WiMAX têm sido utilizadas em diferentes países para promover inclusão digital e competição em banda larga. A ideia é mostrar os casos concretos colecionados pela tecnologia, sobretudo em países como Índia e Rússia, que têm condições de dispersão geográfica e econômicas parecidas com o Brasil. Outra mensagem que deve ser passada pelo WiMAX Forum é sobre a consulta pública para a faixa de 2,5 GHz. "Achamos que o WiMAX precisa de pelo menos 30 MHz por operadora para serviços de banda larga e, no caso da faixa de 2,5 GHz, são necessários pelo menos 110 MHz para que os serviços de TV por assinatura possam ser oferecidos conjuntamente", disse Shakouri a este noticiário.

O WiMAX Forum também está pronto a discutir a possibilidade de desenvolvimento da tecnologia na faixa de 700 MHz, mas o presidente interino da entidade admite que essa é uma evolução mais lenta. "Nós entendemos que a tencologia tenha que se adaptar a realidades locais, mas quando maior for a padronização entre países, melhor". Shalouri participará da Futurecom, entre os dias 14 e 16 de outubro, em São Paulo.

Samuel Possebon

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=150887

Telefónica testa LTE no Brasil

01 de outubro de 2009

O grupo Telefónica informou que decidiu testar a tecnologia LTE (long term evolution) em seis diferentes países, incluindo o Brasil, com diferentes fornecedores. A empresa selecionou, por enquanto, Alcatel-Lucent, Ericsson, Huawei, NEC, Nokia-Siemens e ZTE para iniciarem nos próximos meses testes com a tecnologia de quarta geração. De acordo com a companhia, os testes podem incorporar novos provedores e serão realizados por um período de seis meses, com provas de campo e nas estações radiobase. No Brasil, a Telefónica detém 50% de participação na operadora Vivo.

Na América Latina, os países escolhidos foram Brasil e Argentina. Na Europa, os testes acontecerão na Espanha, Reino Unido, Alemanha e República Tcheca. Segundo a companhia, a coordenação global do projeto favorece os ganhos de escala para quando for feita a seleção dos parceiros tecnológicos para a efetiva migração para as redes de 4G. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13319&Itemid=105

Rio lança sinal de internet gratuita na Baixada

Por Lia Ribeiro
30 de setembro de 2009

O governo do Estado do Rio de Janeiro ativou ontem o sinal, ainda em teste que durará um mês, o sinal de internet gratuita em parte da Baixada Fluminense, com cobertura de 1,5 milhão de pessoas. Nessa fase experimental, a captação do sinal e a gerência da rede serão testados, mas a população já poderá usar o serviço ainda que sem garantia de qualidade. Para uso doméstico, o cidadão precisará comprar uma antena, vendida a R$ 150 na cadeia varejista. Para uso com mobilidade, se o computador não tiver placa compatível, será necessário adquirir um modem.

Para iluminar parte da Baixada, primeira parte do Projeto Rio Digital, o governo estadual investiu R$ 3 milhões na complementação do backbone (ele usa dois enlaces da Rede Rio, que saem da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Fiocruz em direção à Baixada), com instalação de uma antena WiMAX no Morro do Pau Branco. A partir da antena ponto a ponto, a distribuição do sinal é feita por rádios em 5.8 GHz. E o acesso é feito via antena doméstica ou modem. Ontem, na ativação do sinal em Duque de Caxias, feita pelo secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, o vice-governador do estado, Luiz Fernando de Souza (Pezão), disse, em videoconferência, que até o final de 2010 todos os 2,7 milhões de habitantes da Baixada estarão cobertos.

De acordo com Franklin Coelho, da Universidade Federal Fluminense, parceira tecnológica do projeto, para o desenvolvimento do Rio Digital o estado foi dividido em15 regiões. São três espinhas dorsais que correm em paralelo - a partir da Baixada em direção ao litoral, à região serrana e ao contorno com a divisa com Minas Gerais -, cortadas por duas outras: uma que cobre a região sul fluminense e outra de Macaé para o Nordeste. O custo total do projeto está estimado em R$ 60 milhões e o ritmo de implantação vai depender da disponibilidade de recursos.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13299&Itemid=105

DTH e MMDS aumentam participação no mercado de TV paga

Da redação
Balanço da Anatel indica menor representatividade do cabo e queda no preço médio do serviço

A entrada da Embratel e da Telefônica no mercado de TV paga se reflete na segmentação dos assinantes por tecnologia. Acompanhamento mensal feito pela Anatel aponta um avanço da tecnologia via satélite (DTH), em detrimento do cabo, que registrou maior crescimento no ano passado. O cabo respondia ao final de julho por 60,1% da base de assinantes de TV paga, frente a 62,4% de participação registrada ao final de 2008. O DTH, por sua vez, avançou de 33,5% para 34% em sete meses. O MMDS também cresceu, passando de 4% da base de assinantes ao final de 2008 para 5,48% em julho.

O balanço mostra que o Brasil encerrou julho com 6,909 milhões de assinantes de TV paga, com crescimento de 9% sobre os 6,32 milhões registrados no final de 2008. No mês, o serviço ganhou 107 mil novos assinantes, de acordo com o panorama de mercado divulgado pela Anatel.

No que tange à competição, o quadro do primeiro semestre mostra que a NET detém 49,8% dos assinantes brasileiros de TV paga, seguida da Sky, dona de outros 27,2%. A Telefônica vem na sequência, com 7,5% da base, enquanto a Abril respondia por outros 2,5%.

No semestre, a taxa de penetração do serviço de TV paga manteve-se idêntica a de dezembro, em 11,7% dos lares brasileiros. O balanço indica, no entanto, que o preço médio do serviço caiu no período, passando de R$ 56 para R$ 53,4, o menor preço desde 2007.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/dth-e-mmds-aumentam-participacao-no-mercado-de-tv-paga

Clearwire Can't Stray From WiMax 'Til 2011

OCTOBER 7, 2009 | Michelle Donegan |

Clearwire LLC (Nasdaq: CLWR) cannot switch from mobile WiMax to Long Term Evolution (LTE), even if it wanted to. At least that's the case until 2011 because of an agreement it has in place with Intel Corp. (Nasdaq: INTC), Unstrung has learned.

Recent comments from Clearwire CEO Bill Morrow indicated that the U.S. WiMax operator was open to switching to another 4G technology -- namely LTE -- in the future. (See Clearwire Testing in Silicon Valley as LTE Looms and Clearwire Is a WiMax Company (For Now).)

But the carrier's latest Form 10-Q, filed with the Securities and Exchange Commission (SEC) in August, reveals that an agreement with Intel -- WiMax's biggest backer -- ties Clearwire to the wireless broadband technology in more ways than one.

In the filing, Clearwire affirms its allegiance to WiMax and stresses the cost of changing to another technology:

We have committed to deploy a wireless broadband network using mobile WiMax technology and would incur significant costs to deploy alternative technologies, even if there are alternative technologies available in the future that would be technologically superior or more cost effective.
But beyond Clearwire's own technology strategy to stick with WiMax, the carrier has made certain commitments to Intel, under what is referred to as the "Intel Market Development Agreement." According to that agreement, Clearwire has:

...committed to undertake certain marketing efforts with respect to our mobile WiMax services and are subject to certain restrictions on our ability to commercially deploy alternative wireless broadband or data technology on our networks through November 28, 2011, as long as certain requirements are satisfied.
One of the reasons Clearwire would even consider changing technologies is that vendor support for WiMax devices and infrastructure in the future is uncertain.

"We cannot assure you that… vendors will continue to develop and produce mobile WiMax equipment and subscriber devices in the long term, which may require us to deploy alternative technologies," Clearwire notes.

Clearwire might also consider switching to a competing technology like LTE for competitive reasons, if, for instance, another technology comes along that allows other operators to compete more effectively and deploy more cost effectively than mobile WiMax. This is a scenario, which the filing states, "may require us to deploy such technologies when we are permitted to do so." (See WiMax & LTE: Kissin' Cousins.)

Another part of the agreement with Intel involves a revenue sharing deal on Intel-based devices, like notebook computers. Clearwire will pay Intel a portion of revenues from customers using certain Intel-powered products as well as activation fees for some devices for an initial period.

In response to Unstrung's questions about the agreement with Intel, a Clearwire spokeswoman would only confirm that it exists. "Yes, we have a market development agreement with Intel," she said in an email.

CEO Morrow said last month that Clearwire was a WiMax technology company for the "foreseeable future," and the 10-Q doesn't contradict that. But the limit on "foreseeable" now looks like the end of 2011.

— Michelle Donegan, European Editor, Unstrung

http://www.unstrung.com/document.asp?doc_id=182794

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Barômetro Cisco indica crescimento equilibrado entre banda larga fixa e móvel

Por Fatima Fonseca
23 de setembro de 2009

A banda larga teve crescimento de 16% no primeiro semestre de 2009, atingindo 13,6 milhões de conexões em junho deste ano. No período, foram adicionados 1,13 milhão de conexões fixas e 680 mil acessos móveis à base de assinantes. "Na pesquisa anterior, que indicou crescimento de 50% das conexões móveis, chegamos a pensar se a banda larga móvel iria ultrapassar a fixa. Mas, analisando os dados do último semestre, constatamos que o ritmo de crescimento da banda larga móvel e da fixa está equilibrado e acreditamos que as duas tecnologias continuarão crescendo dessa forma", informou Rodrigo Abreu, presidente da Cisco, ao comentar os dados da 12ª edição do Barômetro Cisco da Banda Larga, divulgados hoje.

Os assinantes da banda larga móvel totalizaram 2,6 milhões em junho, um aumento de 34,2% em relação aos números de dezembro de 2008 (a pesquisa considerou os acessos móveis em desktops, notebooks e netbooks). No mesmo período, o número de acessos em banda larga fixa totalizou 11 milhões (este universo contempla as tecnologias ADSL, cabo modem e wireless fixo), sendo que as conexões via cabo tiveram incremento proporcionalmente maior que o ADSL. Os acessos via ADSL, eu somavam 6,3 milhões no primeiro semestre de 2008 passaram para 7,6 milhões em junho deste ano; enquanto as conexões por cabo saltaram de 2,1 milhões (1 semestre 08) para 3,07 milhões no 1 semestre 09.

A pesquisa revelou ainda que houve, no semestre, predominância do segmento residencial sobre o corporativo, na distribuição dos acessos móveis e que os preços se mantiveram estáveis nas velocidades mais baixas, embora tenha havido aumento da velocidade oferecida. Por exemplo: Um acesso via ADSL, com velocidade mínima de 128 Kbps custava, em junho de 2008, R$ 49,99. Pelo mesmo preço era possível contratar, em junho deste ano, o serviço, com a mesma tecnologia, porém, com velocidade de 400 Kbps para download.

Meta

"Os dados mostram que existe no país forte demanda pelos serviços de banda larga, mesmo em um cenário de instabilidade", comentou Abreu, defendendo que que as TICs sejam consideradas parte da infraestrututura básica do país. Mantendo-se o ritmo de crescimento verificado no primeiro semestre, o presidente da Cisco acredita que a meta de 15 milhões de conexões em 2010, estabelecida pela empresa quando iniciou o Barômetro, pode ser atingida ainda este ano.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13236&Itemid=105

Suécia adotará novo modelo de cobrança por uso de espectro

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009, 15h40

O órgão regulador de telecomunicações da Suécia adotará um novo modelo para cobrança por uso de espectro no país. Em vez de exigir metas de universalização, como aconteceu no 3G em muitos países, e de cobrar taxas fixas, o novo modelo levará em conta o grau de eficiência no uso do espectro pelas operadoras. Quanto mais eficiente, menor será a taxa cobrada. O modelo será adotado gradativamente ao longo dos próximos anos e valerá para diversos tipos de licença, a começar pelas de TV. Operadoras com muito espectro e pouco uso pagarão taxas acima da média, enquanto aqueles que tiverem pouco espectro e fizerem um uso intensivo serão beneficiados com descontos. Também haverá variações de acordo com a frequência: quanto mais baixa, mais caras serão as taxas.

O site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com) analisa que o novo modelo adotado na Suécia deve influenciar outras operadoras ao redor do mundo. Tradicionalmente, os países escandinavos costumam lançar tendências em tecnologia móvel e em uso de espectro, pondera o site.

Fernando Paiva

http://www.telaviva.com.br/News.asp?ID=149605

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Demanda inesperada pelo 3G gera problemas na telefonia móvel

sexta-feira, 18 de setembro de 2009, 17h30

Desde o início do ano, clientes da telefonia móvel têm sofrido com falhas recorrentes na operação do serviço. A culpa por estes problemas seria do início da oferta dos serviços de terceira geração (3G) e da procura fortíssima de clientes pela banda larga móvel. A constatação foi feita pela área técnica da Anatel e comunicada nesta sexta-feira, 18, ao Conselho Consultivo da agência reguladora. "O avanço do 3G foi acima de todas as expectativas, inclusive da nossa", declarou o superintendente de Serviços Privados, Jarbas Valente.

Essa demanda surpreendente não está limitada apenas a compra da banda larga móvel. O consumidor brasileiro também estaria fora da média mundial com relação ao tráfego de dados usando as tecnologias 3G. Segundo Valente, a média dos outros países é de uma demanda que vai de 1 a 2 Gb por usuário por mês. No entanto, o Brasil estaria com um tráfego individual na casa dos 8 Gb por mês. "É uma demanda muito maior do que a do resto do mundo. Se tivesse só a demanda de 2 Gb estava ótimo", comentou Jarbas.

Esse volume de tráfego está afetando também os serviços de voz móvel, segundo o superintendente, na medida em que a rede está sobrecarregada. Assim, registros de "erro de conexão", falta de sinal e quedas nas chamadas, que se tornaram comuns em diversas capitais, estariam sendo provocados pelo forte tráfego gerado pelo 3G nas estações rádio-base (ERB).

Plano de R$ 5 bilhões

Os problemas no tráfego teriam sido constatados pela Anatel há aproximadamente seis meses. Já nesta época, a agência criou dois grupos para negociação de soluções com as empresas, um de cunho técnico e outro estratégico. Uma ação espontânea tomada pelas operadoras foi a suspensão da publicidade dos modens 3G, como forma de conter em parte o avanço da procura pelos serviços de banda larga. Além disso, cada operadora deverá implementar planos de expansão da rede para suportar a demanda por dados.

Parte dos investimentos já estaria sendo feita, de acordo com Jarbas Valente. A estimativa da Superintendência de Serviços Privados (SPV) é que a planta de ERBs do Brasil, estimada em 46 mil, já tenha sido ampliada em cerca de 10% até o momento. Mas os investimentos devem continuar e o volume de recursos necessário para resolver os problemas não é pequeno.

Valente projeta que cada operadora deve ter que fazer um investimento médio de R$ 1 bilhão para o reforço de capacidade de sua infraestrutura. Com isso, o setor de telefonia móvel pode ter que desembolsar entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões a mais do que os investimentos previstos para colocar a oferta do 3G nos trilhos. Os problemas de voz estariam localizados na comutação, exigindo expansão nas centrais e nos backbones das empresas.

Banda Ka, Ku e C

Da parte da Anatel, há um planejamento para licitar novas licenças de exploração nas bandas Ka, Ku e C, consideradas de alta capacidade, para reforçar a transmissão de dados via satélite. A medida é necessária porque muitas localidades, especialmente em áreas rurais, são atendidas com banda larga via satélite. E os atuais satélites podem não estar conseguindo suportar a alta demanda de dados. A nova licitação deve ser feita ainda neste ano, comunicou o superintendente.

Mesmo com a localização da necessidade de expansão e reforço das redes físicas, a Anatel também continua atenta à necessidade de ampliação de espetro para a telefonia móvel. Para Valente, é incontestável que as operadoras precisam de mais faixas de radiofrequência para dar conta da expansão dos serviços e a agência continua trabalhando para que esta demanda seja atendida.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=149538

Para Neotec, Anatel desconsidera HDTV e banda larga no futuro do MMDS

sexta-feira, 18 de setembro de 2009, 17h26

A Anatel, ao decidir os termos da Consulta Pública 31, que estabelece as condições de exploração da faixa de 2,5 GHz, fez duas ponderações em relação ao futuro do MMDS (que hoje ocupa a faixa). Uma é que o serviço se viabilizaria em apenas 50 MHz com 70 canais, mas teria que adotar tecnologia de compressão MPEG 4, e que mesmo assim não haverá espaço para a banda larga. Outra é que o serviço teria a opção de migrar para uma nova faixa de frequência, na casa dos 28 GHz, utilizando a tecnologia LMDS. A associação Neotec, que repreenta os operadores de MMDS, avalia que o entendimento do conselheiro-relator da Anatel João Rezende sobre o futuro do serviço merece algumas ponderação. A Neotec concorda que em MPEG 4 seria possível transmitir 70 canais. "Mas observe-se que são 70 canais em definição standard (SD), enquanto as tecnologias concorrentes em TV por assinatura estão todas partindo para a alta definição (HD)", diz Carlos André Lins de Albuquerque, diretor executivo da associação. Para ele, ainda que as técnicas de compressão evoluam, haveria a necessidade de um investimento adicional, e hoje a maior parte dos operadores de MMDS já iniciou sua digitalização com tecnologia de compressão MPEG 2. A Neotec avalia que a Anatel está em linha com o que diz a associação ao reconhecer que não haveria sobra para a oferta de serviços banda larga. A leitura, contudo, é que a Anatel está desconsiderando o fato de que nenhuma tecnologia é competitiva se não oferecer a possibilidade de convergência de serviços.

Celularização

Sobre a possibilidade de uso da faixa de 28 GHz e da tecnologia LMDS, Carlos André pondera que essa é uma tecnologia inadequada para a inclusão digital e que só se viabiliza em centros densamente povoados. "O LMDS exige linha de visada direta. As redes teriam que ser celularizadas, o que demandaria grandes investimento. E definitivamente não é uma tecnologia que se preste à inclusão de regiões pouco populosas", explica o executivo. Ele cita que há apenas um caso de operação de LMDS comercial no mundo, em Portugal, em uma situação muito diferente da brasileira. Para a Neotec, o MMDS em 2,5 GHz seria a opção ideal para atender com serviços de vídeo e banda larga regiões remotas e menos densas.

A íntegra do relatório de João Rezende está disponível na home page do site TELETIME.

Samuel Possebon

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=149537

SMP e SCM serão serviços mais aptos à convergência, diz Anatel

sexta-feira, 18 de setembro de 2009, 17h43

A decisão da Anatel de propor na Consulta Pública 31 um total de 140 MHz do espectro de 2,5 GHz para os serviços de SMP e SCM foi tomada com base em uma observação importante que pode ser extraída da análise do conselheiro João Rezende: para ele, as alterações que haviam sido sugeridas pela Superintendência de Espectro e Fiscalização (SRF), ainda em 2008, e que previam 80 MHz para os serviços móveis, äinda são insuficientes e estão longe de atingir as necessidades de espectro para atender à rápida e expressiva expansão da demanda do SMP e do SCM".

O conselheiro pontua que hoje existem 350 MHz de espectro disponíveis ao SMP, "sendo que os estudos da UIT apontam que são necessários, já em 2010, um total de 780 MHz, em 2015, um total de 980 MHz e em 2020, um total de 1.060 MHz".

Segundo a análise do conselheiro, aprovada por maioria pelo conselho diretor, "com a definição atual dos serviços de telecomunicações e o estágio de desenvolvimento tecnológico das redes que lhes dão suporte, verifica-se que o SMP e o SCM são os derviços mais aptos a corresponder à demanda futura de comunicação em banda larga e de serviços convergentes". Ele lembra ainda que a faixa de 2,5 GHz é a única que se encontra harmonizada globalmente e que o Brasil "não pode deixar de se beneficiar com ganhos de escala mundiais". Com base nesses princípios é que o conselho da Anatel decidiu destinar, ao final das contas, 140 MHz da faixa de 2,5 GHz aos serviços de SMP e SCM, deixando o MMDS com os 50 MHz restantes.

A íntegra do voto do conselheiro João Rezende está disponível na home page do site TELETIME.

Samuel Possebon

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=149541

Celulares responderam por 3,9 milhões dos novos acessos telefônicos em domícilios

da Redação
Dados do PNAD, do IBGE, mostram que conexão à Internet aumentou para 23,8%

A telefonia celular teve uma participação significativa no avanço do número de domicílios que passaram a contar com telefone no ano passado. De acordo com dados do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), feito pelo IBGE, de 2007 para 2008 mais de 4,4 milhões de domicílios passaram a contar com acesso telefônico. Desse total, 3,98 milhões são referentes à chegada de telefones móveis nas residências. O levantamento também mostrou o avanço das residências conectadas à Internet, com crescimento de 20% para 23,8% do total de domicílios.

No total, 47,2 milhões de domicílios passaram a contar com um tipo de telefone, o que representa 82,1% de todos os domicílios analisados, crescimento de 5,3 pontos percentuais sobre o ano anterior. As residências com acesso telefônico via celular atingiram 21,7 milhões, 37,6% do total de domicílios com conexão telefônica.

No caso da Internet, o PNAD apontou que dos 17,95 milhões de residências com computador 13,7 milhões estão conectados à Internet. A região Sudeste continua concentrando a mior parte deles, respondendo por mais da metade dos domicílios com computador (10,2 milhões), dos quais 7,8 milhões tinham acesso á Internet.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/telefonia-celular-respondeu-por-3-9-milhoes-dos-novos-acessos-em-domicilios

Terminais móveis: 2,1 milhões de usuários trafegam com velocidade de 256 Kbps

18 de setembro de 2009

A base de terminais de dados móveis no país chegou a 4,2 milhões de conexões em agosto, conforme levantamento da Anatel, que divulgou hoje os dados consolidados dos oito meses do ano (em agosto o Brasil atingiu 164,5milhões de celulares). De acordo com o levantamento, há 2,1 milhões de assinantes que trafegam por velocidades acima de 256 Kbps. Outros 1,8 milhão de assinantes trafegam abaixo da velocidade de 256 Kbps. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13204&Itemid=105

4G World: WiMax vendors broaden their scope to LTE

Kevin Fitchard September 17th, 2009

A few specialty WiMax vendors aren’t content with the smaller of the 4G markets and have decided to expand their horizons to long-term evolution (LTE). WiMax packet core vendor WiChorus and WiMax chipset maker Sequans Communications are two of the latest.

While WiChorus first two major contracts–with Clearwire (NASDAQ:CLWR) and Open Range Communications–were WiMax deals, CEO Rehan Jalil said it was always WiChorus’ intention to supply gateways for all packet data cores. It’s Smart 4G Packet Core platform is designed to be network-agnostic, acting as the access service network (ASN) gateway on the WiMax network, the gateway GPRS support node (GGSN) in the high-speed packet access (HSPA) network and the evolved packet core (EPC) in the LTE network, Jalil said. The product WiChorus announced today is intended to be a 3G packet core supporting high-capacity HSPA and HSPA+ network, but one that can be upgraded with software to become the service gateway (S-gateway) and packet data network gateway (P-gateway) of the LTE network.

Sequans, too, has been preparing to enter the LTE market for some time, but only announced the details of its development program this week. Sequans plans to develop LTE and WiMax chipsets in parallel, taking advantage of the fact that the two share much of the same basic downlink technologies, including orthogonal frequency division multiplexing access (OFDMA) schemes and multiple input-multiple output (MIMO) smart antenna techniques. Sequans has moved many of WiMax development engineers to the LTE project as well as hired new experts from the cellular industry. Sequans plans to make its first LTE chipset available for operator trials at the beginning of 2010.

http://blog.telephonyonline.com/unfiltered/2009/09/17/4g-world-wimax-vendors-broaden-their-scope-to-lte/

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Para Anatel, futuro do MMDS passa por MPEG 4 e outras frequências

quarta-feira, 16 de setembro de 2009, 23h19

Um dos aspectos mais polêmicos sobre a proposta da Anatel de realocar o uso da faixa de 2,5 GHz e reduzir o espectro das operadoras de MMDS dos atuais 190 MHz para 50 MHz a partir de 2015 é como as empresas que operam nesta faixa poderão sobreviver nessas condições. Pois a análise do voto do conselheiro João Rezende, que foi aprovado por maioria no conselho diretor da agência e definiu os termos da proposta colocada em consulta pública, dá algumas pistas do que está pensando a agência. Um primeiro aspecto é que a análise técnica da Anatel atesta que na faixa de 50 MHz é possível transmitir 70 canais de vídeo, mas apenas com a tecnologia de compressão MPEG 4. Hoje, a maior parte dos sistemas de TV por assinatura por cabo, DTH e todos os sistemas digitais em MMDS operam com MPEG 2. Ou seja, essa migração tecnológica seria necessária para viabilizar o MMDS como tecnologia competitiva no cenário da TV paga. A análise do conselheiro reconhece que as propostas para o MMDS "não liberam espectro para o serviço de banda larga, questão essa que deve ser posteriormente tratada pela Anatel". Atualmente, alguns operadores de MMDS oferecem serviços de banda larga com tecnologia DOCSIS.

Outro aspecto analisado pela Anatel é a possibilidade de que o MMDS seja realocado para outra faixa do espectro, na casa dos 28 GHz, com tecnologia LMDS. A Anatel reconhece que essa migração implicaria investimentos adicionais, mas aponta a existência de fabricantes com soluções prontas para essa faixa e cita o exemplo de uma operadora de Portugal que opera nesta faixa. Até mesmo o uso da faixa de 40,5 GHz a 42,5 GHz é citada pela Anatel como uma possibilidade para o MMDS.

A agência analisou que o MMDS está perdendo espaço no mundo como serviço de TV por assinatura, especialmente "fora das Américas", e que "deve faltar escala mundial ao serviço, o que ampliaria as incertezas tecnológicas e mercadológicas acerca do mesmo".

Samuel Possebon

Consulta sobre 2,5 GHz é estendida para 16 de outubro

| Da redação
Anatel concede a todos os interessados o mesmo prazo que a Justiça garantiu à Neotec

A Anatel prorrogou para 16 de outubro o final da consulta pública sobre novos usos para a faixa de 2,5 GHz. Inicialmente, o prazo encerrava na noite desta quarta-feira, 16, mas uma liminar concedida à Neotec – associação que reúne as operadoras de TV via MMDS – estendeu o prazo para que a entidade apresentasse contribuições ao texto. Para que todos tivessem igual direito, a Anatel decidiu pela prorrogação da consulta pública.

“O prazo foi ampliado porque o tema é de grande relevância para os interessados e demanda a efetiva participação da sociedade em geral e do setor de telecomunicações em especial”, justifica a Anatel em nota.

Na semana passsada, o juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, deferiu liminar ao processo impetrado pela Neotec, concedendo à entidade não só mais prazo para a consulta pública como também acesso ao processo administrativo que originou o texto. A proposta da Anatel para a faixa de 2,5 GHz retira das operadoras de MMDS cerca de 140 MHz dos atuais 186 MHz, destinando-os ao Serviço Móvel Pessoal.

http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4480277582144249466

Anatel prorroga consulta pública sobre 2,5 GHz até 15 de outubro

16 de setembro de 2009

O Conselho Diretor da Anatel prorrogou para até 15 de outubro a consulta pública sobre a proposta de destinação da faixa de 2,5 GHz, que acabaria na noite de hoje. A decisão saiu por meio do Circuito Deliberativo e atende a determinação do juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, que deferiu liminar no Mandado de Segurança Coletivo, impetrado pela Neotec, associação que reúne os operadores de MMDS.

No despacho, além da prorrogação do prazo, o juiz determinou que a agência desse acesso aos documentos que embasaram a proposta aos interessados. A proposta prevê a transferência de 140 MHz dessa faixa dos operadores de MMDS para a telefonia móvel, até 2015.

A Anatel justificou a ampliação do prazo da consulta devido ao grande interesse do tema e da necessidade da efetiva participação da sociedade para que possa tomar a decisão final. Até ontem, a proposta havia recebido apenas sete contribuições. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13156&Itemid=105

Clearwire CEO Open To Switching 4G Wireless Techs

from The Wall Street Journal
Clearwire Chief Executive Bill Morrow said he would be open to switching 4G wireless technologies down the line if it helped the company. Clearwire is currently rolling out a WiMAX mobile broadband network. Clearwire and majority backer Sprint Nextel have staked their claim to have the first 4G network in the U.S. If LTE becomes the dominant 4G technology, Clearwire can easily switch technologies given its newly built infrastructure, Morrow told Dow Jones Newswires. "We're the only carrier that can do this," he said. "We'll do what's right for the business. Whether it's LTE, WiMAX, future technology X, it doesn't matter to me." For now, Clearwire is committed to WiMAX. Morrow noted that "WiMAX is here today, and LTE is not." Details.

Anatel deve dar mais prazo a todos os interessados na consulta sobre faixa de 2,5 GHz

terça-feira, 15 de setembro de 2009, 17h51

A Anatel deverá postergar nesta quarta, dia 16, o fim da consulta pública sobre a faixa de 2,5 GHz. O novo prazo deve se aplicar a todos os interessados. A decisão se deu em função da ação movida pela Neotec (associação que representa os operadores de MMDS), que conseguiu no dia 9 um despacho do juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, deferindo a liminar no âmbito do processo nº 2009.34.00.028826-8. Foi concedida liminar para assegurar à Neotec o direito de se manifestar sobre a Consulta Pública 31, no prazo de 44 dias, com início de sua contagem no dia 03 de setembro de 2009. Esse é o prazo que deve ser considerado por todos os demais interessados. O prazo original da CP 31/09 era esta quarta, 16.

Contribuições

Até o momento, há apenas nove contribuições feitas à consulta por meio eletrônico. Uma da TV Globo, que volta a protestar contra o fatiamento do espectro de 2.300 MHz a 2.690 MHz para diversos serviços de telecomunicações em desconsideração à Portaria MC n° 71 de 20/01/1978, que destinou a faixa ao Serviço Auxiliar de Radiodifusão e Correlatos (SARC). Segundo a TV Globo, a faixa vem sendo ocupada por estes novos serviços sem a reserva de outras faixas para os serviços de links de reportagem utilizados em radiodifusão.

As outras manifestações são de pessoas físicas, todas pedindo a continuidade do serviço de MMDS.

Mariana Mazza

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A promessa do WiMAX: banda larga e desenvolvimento nacional.

Por Por Luiz Rego *
11 de setembro de 2009

Estudos demonstram que o acesso à banda larga acelera o desenvolvimento social e econômico de um país, trazendo melhoria na qualidade de vida, empregos de maior qualificação e incremento no PIB. De acordo com uma pesquisa da McKinsey publicada em 2009, a cada 10% do incremento da penetração da banda larga, o PIB nacional cresce na proporção entre 6% e 7%.

Ao examinarmos a realidade brasileira, é fácil perceber que o país está perdendo grandes oportunidades. Apesar de suas dimensões continentais, a penetração da banda larga atinge apenas cerca de 5% da população no Brasil, que está atrás da Argentina e Chile, segundo informações da IDC. Essa taxa, no entanto, não é uniforme. Enquanto no Nordeste ela está estimada em 1,09% e no Norte em 2,96%, o Sul possui a maior penetração, com 6,61%. Não obstante a pouca oferta, o consumidor ainda paga caro para obter uma conexão bem aquém do que é oferecido nos países maduros.

Em face desse desafio, a tecnologia WiMAX atualmente é a melhor opção para conectar um país com dimensões continentais como o Brasil, por oferecer acesso fixo, móvel ou nomádico à banda larga wireless, por um preço competitivo. Em mais de 141 países, o WiMAX já é uma realidade, com cerca de 500 implementações.

São países que já perceberam que o desenvolvimento de sua economia e nível social de sua população, é possível, em partes, graças à banda larga. Entre os que estão fazendo uso pleno dessa tecnologia podemos citar a Rússia. A operadora russa Yota lançou a sua rede em fase de testes em setembro de 2008 e as operações comerciais em junho de 2009. As estatísticas da companhia mostraram que houve uma mudança no padrão de consumo. Em março, 47% dos assinantes já usavam internet móvel WiMAX 4G. Recentemente, o Japão anunciou seus planos de cobrir todo o seu território com serviços WiMAX.

Até mesmo países africanos já estão provando os benefícios do WiMAX. No continente que possui diversas nações em franco desenvolvimento e pouca ou inexistente infraestrutura de internet, a tecnologia encontrou um ambiente ideal. O WiMAX fornece a oportunidade de conectar a população com internet e serviços VoIP imediatamente a um preço imbatível, levando os governantes a oferecer espectro para esse fim.

Enquanto isso, no Brasil, a falta de definição do uso do espectro faz com que cada mês de atraso na implementação da tecnologia banda larga wireless como o WiMAX leve a uma perda econômica. Basta citar um estudo divulgado pela consultoria especializada em telecomunicações, Guerreiro Consult. De acordo com ele, o leilão do espectro remanescente de 2002 e dos novos 100MHz na faixa 3,5GHz pode render ao Brasil um benefício econômico-social avaliado em R$ 22 bilhões, podendo chegar a R$ 38,5 bilhões. E não há motivos para a não liberação do uso do espectro. A cadeia produtiva já está pronta, atualmente existem 180 produtos certificados pelo WiMAX Fórum e a previsão para 2011 é que esse número ultrapasse 400.

Isso nos leva a concluir que o Brasil pode ter hoje acesso a uma banda larga wireless excelente. Para isso é preciso que a Anatel tenha um regime regulatório flexível que reconheça todo o potencial econômico e social do WiMAX e sua versatilidade em oferecer suporte a uma ampla gama de negócios e modelos de uso do espectro. Assim veremos o florescimento de uma verdadeira banda larga.

* Luiz Rego é diretor do WiMAX Fórum no Brasil

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=content&task=view&id=12985&Itemid=10

Time Warner will launch mobile WiMAX in Hawaii in 2010

September 10, 2009 — 9:33am ET | By Phil Goldstein

Time Warner Cable said it will resell Clearwire's mobile WiMAX service in Hawaii early next year. A company spokesman told FierceWireless that Time Warner Cable also will launch service in Greensboro and Raleigh, N.C., by year-end. The markets join Dallas and Charlotte, N.C., which the cable vendor announced in late July.

Time Warner Cable spokesman Justin Venech said the carrier would launch service in Hawaii in the first quarter of 2010. The mobile WiMAX service is scheduled for Honolulu and Maui.

"We are excited to be bringing our customers the ability to take their Road Runner experience to more locations outside the home, adding the convenience of virtual mobility and speed with Road Runner Mobile," Nate Smith, the president of Oceanic Time Warner Cable, the Hawaiian Time Warner affiliate, told the Honolulu Advertiser.

Time Warner Cable has not disclosed mobile WiMAX pricing or product information, but Venech said that it will sell a Road Runner Mobile-branded laptop card. The service will be offered at a discount to customers who also buy the MSO's cable and fixed broadband services.

Time Warner Cable follows rival Comcast as a reseller of Clearwire's mobile WiMAX service. Both were among a group of investors--which included Intel, Google and Bright House Networks--that contributed $3.2 billion to Clearwire last year.

Read more: http://www.fiercewireless.com/story/time-warner-bringing-mobile-wimax-hawaii-2010/2009-09-10#ixzz0R6b6yaG2

Neotec consegue liminar e mais tempo para analisar consulta do 2,5 GHz

quarta-feira, 9 de setembro de 2009, 19h15

A Neotec conseguiu da Justiça uma decisão liminar dando à associação, que representa operadores de MMDS, o direito ao acesso integral do processo que embasou a consulta pública da faixa de 2,5 GHz. E conseguiu, também, mais prazos para entregar suas contribuições à consulta. A associação terá 44 dias a partir do dia 3 de setembro para se manifestar na consulta.

A decisão foi do juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, que deferiu nesta quarta, 9, a liminar no âmbito do processo nº 2009.34.00.028826-8. Segundo a associação, "não obstante a Anatel ter concedido vistas do referido processo administrativo, foi concedida liminar para assegurar à Neotec o direito de se manifestar sobre a Consulta Pública 31, no prazo de 44 dias, com início de sua contagem no dia 03 de setembro de 2009". Para o presidente da Neotec, Carlos André de Albuquerque, agora será possível entender as condições que levaram a levou a Anatel "a anunciar uma proposta que consideramos equivocada". A decisão dá à associação um prazo maior em relação à Consulta Pública.

Da Redação

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=147617

Liminar na Justiça dá mais prazo para consulta pública sobre destinação da faixa de 2,5 GHz

da Redação
Processo da Neotec por acesso a documentos acaba resultando em prorrogação da data

O juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, deferiu hoje liminar ao processo impetrado pela Neotec, Associação dos Operadores de MMDS, contra ato do conselho diretor da Anatel que define o uso do espectro de 2,5 GHz.. O objetivo da entidade ao recorrer à Justiça era o de garantir o acesso ao processo administrativo que originou a consulta pública sobre o tema. Como isso já havia sido feito pela agência, no dia 3 de setembro, a Justiça decidiu que a Neotec teria o prazo de 44 dias, contados a partir dessa data, para se manifestar. Com isso, a data para o final da consulta, que seria no dia 16 de setembro, se estende para 16 de outubro.

No processo, a. Neotec argumentou que o pedido de vistas do referido processo lhe foi negado dentro de um prazo mínimo necessário para que a associação pudesse participar da consulta pública enviando sugestões e críticas. Para o presidente da Neotec, Carlos André de Albuquerque, com a decisão a entidade terá "condições para entender o que levou a Anatel a anunciar uma proposta que consideramos equivocada e um prazo maior para analisarmos o posicionamento da Neotec em relação à consulta pública". Nos termos da consulta pública está a retirada de 140 MHz dos atuais 186 MHz detidos hoje pelas operadoras de MMDS.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/liminar-na-justica-da-mais-prazo-para-consulta-publica-do-uso-da-faixa-de-2-5-ghz

Justiça concede liminar à Neotec ampliando prazo da consulta sobre 2,5 GHz

Por Lúcia Berbert
09 de setembro de 2009

O juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília deferiu hoje a liminar no Mandado de Segurança Coletivo, impetrado pela Neotec, Associação dos Operadores de MMDS, contra demora da Anatel de disponibilizar os processos que embasaram a proposta de consulta pública da destinação da faixa de 2,5 GHz. O voto também determina a ampliação do prazo de contribuições àproposta, que deveria acabar no próximo dia 16, para 17 de outubro, ou seja, mais 44 dias a contar do dia 3.

Em seu relatório, o juiz sustenta que a plena e ampla divulgação de documentos com conteúdo público, com o direito à vista dos autos do processo administrativo ao interessado, “não podem ser suprimidos e nem ao menos limitados sob o argumento de dificuldades operacionais ou mesmo burocráticas a se viabilizá-los, ainda que em razão da elevada quantidade de interessados no acesso às informações”. Ele argumenta que, nos tempos atuais, onde se tem intensificado o meio eletrônico de informações, via internet, com a digitalização de dados a reduzirem volumosos processos ao denominado ambiente virtual, não se justifica dificultar o acesso a informações.

Desde o dia 3 deste mês a Anatel entregou os documentos ao presidente da Neotec, Carlos André de Albuquerque. Com a decisão de hoje, ele acredita que a entidade terá condições de “entender o que levou a Anatel a anunciar uma proposta que consideramos equivocada e um prazo maior para analisarmos o posicionamento da Neotec em relação à consulta pública”, disse.

A Neotec entende que a plataforma de MMDS pode levar serviços convergentes, principalmente banda larga, rapidamente para várias cidades brasileiras em condições extremamente competitivas e vantajosas para os consumidores.

A proposta da Anatel reduz, até 2015, para 50MHz a participação das operadoras de MMDS (TV paga por micro-ondas) na faixa de 2,5 GHz. Até agora, essas operadoras detém os 190 MHz da frequência. A expectativa da entidade é que a agência reveja esta posição e garanta, pelo menos, 110 MHz para as operadoras que usam essa tecnologia, como previa a proposta inicial. A proposta da Anatel beneficia a telefonia móvel com 140 MHz.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13096&Itemid=105

Operadoras de WiMAX pressionam por terminais baratos

Por Miriam Aquino

09 de setembro de 2009

As operadoras de WiMAX em todo o mundo estão pressionando os fabricantes a produzirem aparelhos ais poderosos, interoperáveis e mais baratos, afirmou a empresa de pesquisa e consultoria Senza Filli Consulting. "As operadoras de WiMAX estão fazendo grande pressão sobre os vendors para terem certeza que terão os aparelhos que precisam, ao preço certo, e capazes de suportar as aplicações que os usuários demandem", afirmou a autora do recente estudo divulado pela empresa, Monica Paolini.

Conforme a pesquiesa, as operadoras de WiMAX querem também que os aparelhos sejam capazes de suportar, de maneira complementar, as interfaces 2G/3G GSM e Wi-Fi. Para realizar o estudo a consultoria promoveu pesquisa qualitativa em 74 empresas que participam do WiMAX Forum.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13097&Itemid=105

Uso de WiMAX cresce 74% no segundo trimestre

terça-feira, 8 de setembro de 2009, 14h10

O WiMAX foi a tecnologia de internet em banda larga sem fio que mais cresceu no segundo trimestre. De acordo com estudo da ABI Research, o uso da tecnologia cresceu 74% em relação ao trimestre anterior, registrando mais de 3 milhões de usuários.

Ao mesmo tempo em que o WiMAX continua obtendo novos adeptos, a consultoria prevê que as assinaturas de serviços que utilizam a tecnologia sem fio LTE (long term evolution), que é a evolução das redes de terceira geração (3G), começarão a aparecer, aos poucos, a partir do terceiro trimestre de 2010.

A análise feita pela ABI é que as assinaturas de serviços de banda larga móvel, independemente do tipo de tecnologia, estão se expandindo aceleradamente, podendo atingir 240 milhões até o fim deste ano e alcançar 1,2 bilhão no fim de 2014.

Jake Saunders, vice-presidente de projeções da ABI Research, analisa que o mercado das tecnologias 4G ainda não está definido, muito menos está certo se a principal forma de acesso serão as redes baseadas em LTE.

Da Redação
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=146958

Proposta de regulamento para a faixa de 3,5 GHz está na pauta do conselho

Da redação
Relatada pelo conselheiro Bedran, mudança confere mobilidade à faixa e permite retomada do leilão.

A proposta de novo regulamento de uso para a faixa de 3,5 GHz está na pauta da reunião do conselho diretor da Anatel, marcada para esta quinta-feira, 10. O tema está sob relatoria do conselheiro Antonio Bedran e a mudança mais importante refere-se à atribuição da faixa ao Serviço Móvel Pessoal (SMP), o que abre a possibilidade de exploração de aplicações móveis com a tecnologia WiMAX. O novo regulamento é aguardado com ansiedade pelo mercado porque deve marcar a retomada do leilão de licenças em 3,5 GHz, interrompido há mais de dois anos.

A proposta da área técnica preservou boa parte do texto que foi à consulta pública entre o final do ano passado e o início de 2009, entre as quais a reserva de 10 MHz para uso por empresas do Serviço Limitado Privado (SLP) em aplicações governamentais. A idéia é fomentar programas de inclusão digital usando a faixa de 3,5 GHz, com exploração direta ou indireta por empresas públicas, vinculadas aos governos Federal, Estadual ou Municipal. A proposta determina que as instituições públicas poderão contratar terceiros para a implementação dos projetos.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/proposta-de-regulamento-para-a-faixa-de-3-5-ghz-esta-na-pauta-do-conselho

Neotec teve acesso hoje aos documentos da proposta da faixa de 2,5 GHz (03/09)

Por Lúcia Berbert
03 de setembro de 2009

Depois de notificada pela Justiça Federal de Brasília, a Anatel informou à Neotec, entidade que reúne as operadoras de MMDS, a disponibilização dos documentos técnicos que consubstanciaram a proposta de destinação da faixa de 2,5 GHz, desde que refizesse o pedido de vista. A entidade entrou com pedido de mandado de segurança coletivo na 20ª Vara da Justiça Federal de Brasília, no dia 26 do mês passado, solicitando acesso ao processo e alteração do prazo da consulta pública, prevista para acabar no próximo dia 16.

O juiz Alexandre Vidigal de Oliveira resolveu intimar a Anatel, para que desse explicações sobre o caso em 72 horas antes de decidir sobre a liminar incluída na ação. A notificação, entretanto, somente foi entregue à agência no dia 1º.

O presidente da Neotec, Carlos André Albuquerque, disse que o acesso aos documentos é fundamental para que a entidade apresente suas contribuições. Ele conta que o primeiro pedido direto de acesso foi negado pela agência que, depois voltou à trás após o exame da solicitação pelo Conselho Diretor. “Porém, a Neotec recebeu um e-mail da agência informando que a documentação somente seria tornada pública a partir do dia 5 de setembro, reduzindo o prazo de exame pela entidade, já que a consulta pública está prevista para ser encerrada no dia 16 de setembro”, argumentou.

A proposta da Anatel reduz, até 2015, para 50MHz a participação das operadoras de MMDS (TV paga por micro-ondas) na faixa de 2,5 GHz. Até agora, essas operadoras detém os 190 MHz da frequência. A expectativa da entidade é que a agência reveja esta posição e garanta, pelo menos, 110 MHz para as operadoras que usam essa tecnologia, como previa a proposta inicial. A proposta da Anatel beneficia a telefonia móvel com 140 MHz.

A Anatel informa que a demora para dar acesso aos documentos se deveu à necessidade de alterar as faixas publicadas com erro na proposta de consulta pública. A correção foi feita no dia 17 e só ontem a agência se propôs a disponibilizar os documentos. A entidade só obteve cópias dos documentos hoje à tarde.

A agência, porém, não se pronunciou sobre o pedido de ampliação do prazo da consulta pública feito pela Neotec. A entidade solicita também que o prazo da consulta pública, de 45 dias, seja contado após a liberação dos documentos. A expectativa é de que a resposta sobre a prorrogação da consulta saia amanhã, quando acaba o prazo de 72 horas dado pela justiça para manifestação da Anatel.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13052&Itemid=105

GVT teme oferta do WiMAX pelas concessionárias

quarta-feira, 2 de setembro de 2009, 20h04

A GVT divulgou nesta quarta-feira, 2, o prospecto de uma oferta pública de ações no qual a companhia apresenta aos possíveis investidores quais são os riscos do negócio. Um dos fatores para os quais a companhia chama mais a atenção é sua capacidade financeira de disputar as licenças de WiMAX com as concessionárias e posteriormente em lançar serviços competitivos com a tecnologia.

"É possível que não tenhamos recursos financeiros suficientes para concorrer com as concessionárias para adquirir freqüências de WIMAX, e mesmo que tenhamos, posteriormente, podemos não ter recursos suficientes para a implantação de uma rede de acesso. Neste caso, nós podemos não ter uma oferta competitiva de acesso em banda larga à Internet. O lançamento de serviços de WIMAX consistentes por nossos competidores pode reduzir a demanda pelos nossos serviços dentro da nossa base de consumidores", diz o documento. A GVT ainda menciona que a rápida adoção da banda larga móvel pode representar um risco de alto churn como também dificuldades maiores para manter o ritmo de crescimento.

Modelo de custo

Outro fator que representa um risco potencial para o negócio da GVT é a elaboração de um modelo de custo para a definição do valor das tarifas de interconexão. Hoje a GVT tem saldo positivo em relação às concessionárias por conta do provedor de acesso à Internet discada, Pop, e pelos clientes corporativos que recebem mais chamadas das redes das concessionárias do que geram. "As alterações a serem introduzidas podem reduzir nossa receita de interconexão e como conseqüência afetar de forma adversa nossos negócios, nossa condição financeira e nossos resultados operacionais", diz o prospecto.

Oferta

Os acionistas controladores da GVT - Global Village Telecom (Holland) B.V. e Swarth Investments – estão ofertando 21 milhões de ações ordinárias. O preço por ação será fixado após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento a ser realizado com investidores institucionais. Ao preço de hoje (R$ 34,21), a oferta arrecadaria cerca de R$ 718,4 milhões.

Helton Posseti

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=146255

Banda larga 3G se aproxima de banda larga fixa

quarta-feira, 2 de setembro de 2009, 19h26

A banda larga móvel é a tecnologia que apresentará o maior crescimento nos próximos cinco anos. Ela deve crescer 70% no Brasil até 2014, quando, estima-se, somará mais de 60 milhões de acessos (via modem e celular). E já em 2011 ultrapassará a quantidade de acessos de banda larga fixa, que no final de junho era de 10,8 milhões. A previsão faz parte do primeiro balanço de banda larga móvel, realizado pela fabricante Huawei em parceria com a consultoria Teleco. Segundo a consultoria, essa é uma estimativa conservadora pois há diversos fatores com potencial de desenvolver ainda mais a tecnologia 3G, como o compromisso das operadoras atenderem com 3G os municípios com menos de 30 mil habitantes já a partir de abril de 2010, sendo 15% a cada ano até atingir 60% do total em abril de 2014. Como elementos favoráveis à evolução dos serviços 3G, estariam o compartilhamento do backhaul entre as operadoras, também previsto nos compromissos firmados pelas empresas quando levaram as faixas de 3G, a provável redução da carga tributária dos aparelhos e serviços e a decisão da Anatel de alocar 120 MHz da faixa 2,5 GHz para as operadoras móveis já em 2012 e 170 MHz para 2015. "Isso viabilizará a quarta geração (LTE) da telefonia móvel e influenciará para a queda do preço dos serviços e terminais e popularização do 3G", diz Eduardo Tude, diretor da Teleco, que presta consultoria para as empresas móveis.

Pré-pago

O custo dos aparelhos pré-pagos é um dos principais entraves para o crescimento da tecnologia 3G no país, afirma Tude. O valor de um aparelho WCDMA/HSPA varia de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil, enquanto o preço médio do modem equivalente é de R$ 259 (mínimo). Isso acontece pois essa modalidade de serviços, mesmo representando mais de 80% da base total de assinantes no país, não é subsidiada pelas operadoras.

Capilaridade

O levantamento da banda larga móvel encomendada pela Huawei ao Teleco, que será atualizado e divulgado trimestralmente, revela que os serviços de terceira geração estão disponíveis em somente 11,3% dos municípios brasileiros. No entanto, esses poucos municípios representam 62% da população. No ranking dos estados, Rio de Janeiro aparece em primeiro lugar, com 44,6% dos municípios atendidos pela terceira geração. Em seguida vem o Espírito Santo, com 29,5% e São Paulo, com 20,2%.

Da Redação

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=146236

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Anatel concede à Neotec acesso aos documentos que deram origem à consulta sobre 2,5 GHz

Marineide Marques
A liberação do processo para vistas foi comunicada nesta quarta-feira

A Neotec, associação que reúne as operadoras de MMDS, recebeu nesta quarta-feira, 2, o comunicado da Anatel de que estão liberados para acesso os documentos relativos ao processo administrativo que originou a consulta pública sobre novos usos para a faixa de 2,5 GHz. Na semana passada, a entidade entrou na Justiça com um mandado de segurança coletivo com pedido de liminar requisitando acesso aos autos. Além da vista à documentação, a Neotec também pede que o prazo de 45 dias da consulta pública comece a ser contado a partir do acesso à papelada.

O pedido de liminar ainda não foi julgado, pois o juiz determinou que a Anatel se manifestasse antes de qualquer decisão.

A consulta pública que propõe a retirada de 140 MHz dos atuais 186 MHz detidos hoje pelas operadoras de MMDS fica em consulta pública até 16 de setembro. Segundo o presidente da Neotec, Carlos André de Albuquerque, a expectativa é de que a Anatel estenda o prazo para manifestações, dando às operadoras de MMDS o devido tempo para que elas defendam os seus interesses. A argumentação da entidade é de que é preciso analisar os estudos técnicos que embasaram a decisão da Anatel para melhor apresentar a defesa do setor de MMDS.

Banda larga: acesso por celular já supera modem.

Por Fatima Fonseca
02 de setembro de 2009

No segundo trimestre deste ano a quantidade de acessos móveis por aparelhos celulares, 2,1 milhões, ultrapassou o número de acessos à banda larga móvel por modem, que fechou o trimestre com 1,8 milhão. O dado faz parte do primeiro balanço da banda larga móvel realizado pela fabricante Huawei e pela consultoria Teleco. O estudo adotou como conceito de banda larga móvel a definição da UIT que estabelece a velocidade mínima de 256 Kbit/s, utilizando tecnologias de 3G e 3,5G, como WCDMA, HSPA, WiMAX ou EVDO.

Segundo as projeções da Teleco, o crescimento da banda larga móvel será superior a 70% até 2014, com mais de 60 milhões de acessos. No primeiro balanço, divulgado hoje, a consultoria indica que no final de junho, os acessos pela banda larga fixa somavam 10,8 milhões e os móveis 4 milhões. A previsão é de que o acesso móvel ultrapasse o fixo no Brasil em 2011, com um atraso de dois anos em relação à média mundial.

No final do segundo trimestre a banda larga móvel estava disponível em 11,3% dos municípios brasileiros, cobrindo 62% da população. O Estado onde há o maior número de municípios com 3G é o Rio de Janeiro, com cobertura em 44,6% dos municípios. Em seguida vem o Espírito Santo, com 29,5%, e São Paulo, com 20,2% dos municípios atendidos com 3G.

Aparelhos

O levantamento constatou que o preço dos aparelhos 3G ainda é uma barreira para a difusão do serviço, principalmente no segmento pré-pago. Enquanto um modem compatível com a tecnologia WCDMA/HSPDA custa R$ 259 (mínimo), o preço médio de um aparelho nessas tecnologias é de R$ 1,503 e o preço máximo R$ 3,999. Um aparelho só compatível com GSM tem preço médio de R$ 544. No pós-pago o preço cai devido ao subsídio da operadora.

O levantamento, que será realizado trimestralmente, vai avaliar a quantidade de acessos e densidades, cobertura, planos de serviço, e preços dos aparelhos e serviços. E será realizado com base nas informações fornecidas pelas operadoras e em estatísticas da Anatel.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13031&Itemid=105

Banda larga móvel está presente em apenas 11% dos municípios brasileiros

02 de setembro de 2009

Em junho de 2009, a banda larga móvel estava disponível em 11,3% dos municípios brasileiros e para 62% da população, totalizando 4 milhões de acessos e uma densidade de 2,1 acessos/100 habitantes, abaixo da média mundial de 5 acessos/100 habitantes. Os dados são do primeiro balanço Huawei de banda larga móvel, realizada num trabalho conjunto com a consultoria Teleco, e que estão sendo apresentado hoje. A proposta do projeto é acompanhar o crescimento da banda larga móvel no Brasil comparativamente ao seu avanço em outros países. Por meio de balanços trimestrais contendo quantidade de acessos e densidades, cobertura, planos disponíveis e preços dos aparelhos e dos serviços, será possível avaliar o crescimento e a expansão da banda larga móvel.

Para Marcelo Motta, diretor de marketing e soluções da Huawei, diversos estudos mostram a ligação entre a os impactos da penetração de banda larga e o crescimento do PIB, sendo este um dos motivadores para a realização do projeto. “Além do monitoramento da banda larga no Brasil, atividade ligada à atuação da Huawei, este projeto tem a intenção de trazer informações relevantes para operadoras e a sociedade brasileira”, comenta o executivo. “A identificação de gargalos e a discussão de propostas para a contínua evolução deste serviço são fundamentais para o progresso das telecomunicações e da economia de nosso país”, destacou Motta.

No lançamento do estudo, que está acontecendo em São Paulo, a Huawei reuniu representantes das operadoras Vivo, Oi, Claro e TIM e também o diretor de serviços e da universalização de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Átila Souto. O objetivo é debater questões como a baixa disponibilidade da banda larga móvel para usuários do segmento pré-pago no Brasil e o preço dos aparelhos, ainda uma barreira para a expansão da banda larga móvel no Brasil, assim como o papel da banda larga móvel na universalização do serviço no Brasil, estimulada por dispositivos como netbooks e smartphones. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13025&Itemid=105

terça-feira, 8 de setembro de 2009

WiMAX só é solução para grandes distâncias

Por Lia Ribeiro Dias
01 de setembro de 2009

A falta de escala e o elevado preço dos dispositivos da CPE (a unidade que fica na casa do consumidor) estão confinando o WiMAX como uma tecnologia hoje mais adequada à cobertura de grandes distâncias, de interligação entre backhauls, avalia Eduardo Oliveira, engenheiro de pré-vendas da D-Link, que participou do 6º Wireless Mundi, seminário sobre a utilização das tecnologias sem-fio nas aplicações sociais, realizado hoje em São Paulo. As razões apontadas por Oliveira são as mesmas que levaram a Embratel a reduzir o entusiasmo com sua rede WiMAX para interligar pequenas e médias empresas.

Na avaliação de Oliveira, as melhores soluções wireless para a última milha, além do celular é claro, são o Wi-Fi e o WiMesh. Segundo ele, hoje o WiMesh já é uma solução de mercado, com preços adequados e, como o Wi-Fi, ocupada faixa de freqüência não licenciada em 2,4 GHz e 5 GHz.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13021&Itemid=105

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mercado de WiMAX movimenta US$ 255 milhões no 2º trimestre

sexta-feira, 28 de agosto de 2009, 11h47

Mesmo com a desaceleração econômica, o mercado de equipamentos e aparelhos WiMAX segue em plena evolução e atingiu receita de US$ 255 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa um crescimento de 12% na comparação com os primeiros três meses do ano, segundo dados da Infonetics Research. Segundo a empresa de pesquisa, houve um aumento nas vendas em todas as regiões, principalmente nos Estados Unidos e Índia.

Para Richard Webb, analista da Infonetics Research para WiMAX, microondas e aparelhos celulares, as perspectivas são cautelosamente otimistas e o setor deve apresentar incremento estável até o fim do ano.

Entretanto, a Infonetics ressalta que o mercado de WiMAX deve avançar aceleradamente nos próximos anos e movimentar US$ 4,9 bilhões até 2013, avanço que será impulsionado predominantemente pelos países desenvolvidos.

Além disso, a consultoria aponta que o aumento do número de aparelhos equipados com conexão WiMAX no mercado, como notebooks e netbooks, será outro motor de crescimento da tecnologia a despeito da crise financeira.

Da Redação

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=144995

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