quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Banda larga: acesso por celular já supera modem.

Por Fatima Fonseca
02 de setembro de 2009

No segundo trimestre deste ano a quantidade de acessos móveis por aparelhos celulares, 2,1 milhões, ultrapassou o número de acessos à banda larga móvel por modem, que fechou o trimestre com 1,8 milhão. O dado faz parte do primeiro balanço da banda larga móvel realizado pela fabricante Huawei e pela consultoria Teleco. O estudo adotou como conceito de banda larga móvel a definição da UIT que estabelece a velocidade mínima de 256 Kbit/s, utilizando tecnologias de 3G e 3,5G, como WCDMA, HSPA, WiMAX ou EVDO.

Segundo as projeções da Teleco, o crescimento da banda larga móvel será superior a 70% até 2014, com mais de 60 milhões de acessos. No primeiro balanço, divulgado hoje, a consultoria indica que no final de junho, os acessos pela banda larga fixa somavam 10,8 milhões e os móveis 4 milhões. A previsão é de que o acesso móvel ultrapasse o fixo no Brasil em 2011, com um atraso de dois anos em relação à média mundial.

No final do segundo trimestre a banda larga móvel estava disponível em 11,3% dos municípios brasileiros, cobrindo 62% da população. O Estado onde há o maior número de municípios com 3G é o Rio de Janeiro, com cobertura em 44,6% dos municípios. Em seguida vem o Espírito Santo, com 29,5%, e São Paulo, com 20,2% dos municípios atendidos com 3G.

Aparelhos

O levantamento constatou que o preço dos aparelhos 3G ainda é uma barreira para a difusão do serviço, principalmente no segmento pré-pago. Enquanto um modem compatível com a tecnologia WCDMA/HSPDA custa R$ 259 (mínimo), o preço médio de um aparelho nessas tecnologias é de R$ 1,503 e o preço máximo R$ 3,999. Um aparelho só compatível com GSM tem preço médio de R$ 544. No pós-pago o preço cai devido ao subsídio da operadora.

O levantamento, que será realizado trimestralmente, vai avaliar a quantidade de acessos e densidades, cobertura, planos de serviço, e preços dos aparelhos e serviços. E será realizado com base nas informações fornecidas pelas operadoras e em estatísticas da Anatel.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13031&Itemid=105

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