segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Barômetro Cisco indica crescimento equilibrado entre banda larga fixa e móvel

Por Fatima Fonseca
23 de setembro de 2009

A banda larga teve crescimento de 16% no primeiro semestre de 2009, atingindo 13,6 milhões de conexões em junho deste ano. No período, foram adicionados 1,13 milhão de conexões fixas e 680 mil acessos móveis à base de assinantes. "Na pesquisa anterior, que indicou crescimento de 50% das conexões móveis, chegamos a pensar se a banda larga móvel iria ultrapassar a fixa. Mas, analisando os dados do último semestre, constatamos que o ritmo de crescimento da banda larga móvel e da fixa está equilibrado e acreditamos que as duas tecnologias continuarão crescendo dessa forma", informou Rodrigo Abreu, presidente da Cisco, ao comentar os dados da 12ª edição do Barômetro Cisco da Banda Larga, divulgados hoje.

Os assinantes da banda larga móvel totalizaram 2,6 milhões em junho, um aumento de 34,2% em relação aos números de dezembro de 2008 (a pesquisa considerou os acessos móveis em desktops, notebooks e netbooks). No mesmo período, o número de acessos em banda larga fixa totalizou 11 milhões (este universo contempla as tecnologias ADSL, cabo modem e wireless fixo), sendo que as conexões via cabo tiveram incremento proporcionalmente maior que o ADSL. Os acessos via ADSL, eu somavam 6,3 milhões no primeiro semestre de 2008 passaram para 7,6 milhões em junho deste ano; enquanto as conexões por cabo saltaram de 2,1 milhões (1 semestre 08) para 3,07 milhões no 1 semestre 09.

A pesquisa revelou ainda que houve, no semestre, predominância do segmento residencial sobre o corporativo, na distribuição dos acessos móveis e que os preços se mantiveram estáveis nas velocidades mais baixas, embora tenha havido aumento da velocidade oferecida. Por exemplo: Um acesso via ADSL, com velocidade mínima de 128 Kbps custava, em junho de 2008, R$ 49,99. Pelo mesmo preço era possível contratar, em junho deste ano, o serviço, com a mesma tecnologia, porém, com velocidade de 400 Kbps para download.

Meta

"Os dados mostram que existe no país forte demanda pelos serviços de banda larga, mesmo em um cenário de instabilidade", comentou Abreu, defendendo que que as TICs sejam consideradas parte da infraestrututura básica do país. Mantendo-se o ritmo de crescimento verificado no primeiro semestre, o presidente da Cisco acredita que a meta de 15 milhões de conexões em 2010, estabelecida pela empresa quando iniciou o Barômetro, pode ser atingida ainda este ano.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13236&Itemid=105

Suécia adotará novo modelo de cobrança por uso de espectro

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009, 15h40

O órgão regulador de telecomunicações da Suécia adotará um novo modelo para cobrança por uso de espectro no país. Em vez de exigir metas de universalização, como aconteceu no 3G em muitos países, e de cobrar taxas fixas, o novo modelo levará em conta o grau de eficiência no uso do espectro pelas operadoras. Quanto mais eficiente, menor será a taxa cobrada. O modelo será adotado gradativamente ao longo dos próximos anos e valerá para diversos tipos de licença, a começar pelas de TV. Operadoras com muito espectro e pouco uso pagarão taxas acima da média, enquanto aqueles que tiverem pouco espectro e fizerem um uso intensivo serão beneficiados com descontos. Também haverá variações de acordo com a frequência: quanto mais baixa, mais caras serão as taxas.

O site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com) analisa que o novo modelo adotado na Suécia deve influenciar outras operadoras ao redor do mundo. Tradicionalmente, os países escandinavos costumam lançar tendências em tecnologia móvel e em uso de espectro, pondera o site.

Fernando Paiva

http://www.telaviva.com.br/News.asp?ID=149605

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Demanda inesperada pelo 3G gera problemas na telefonia móvel

sexta-feira, 18 de setembro de 2009, 17h30

Desde o início do ano, clientes da telefonia móvel têm sofrido com falhas recorrentes na operação do serviço. A culpa por estes problemas seria do início da oferta dos serviços de terceira geração (3G) e da procura fortíssima de clientes pela banda larga móvel. A constatação foi feita pela área técnica da Anatel e comunicada nesta sexta-feira, 18, ao Conselho Consultivo da agência reguladora. "O avanço do 3G foi acima de todas as expectativas, inclusive da nossa", declarou o superintendente de Serviços Privados, Jarbas Valente.

Essa demanda surpreendente não está limitada apenas a compra da banda larga móvel. O consumidor brasileiro também estaria fora da média mundial com relação ao tráfego de dados usando as tecnologias 3G. Segundo Valente, a média dos outros países é de uma demanda que vai de 1 a 2 Gb por usuário por mês. No entanto, o Brasil estaria com um tráfego individual na casa dos 8 Gb por mês. "É uma demanda muito maior do que a do resto do mundo. Se tivesse só a demanda de 2 Gb estava ótimo", comentou Jarbas.

Esse volume de tráfego está afetando também os serviços de voz móvel, segundo o superintendente, na medida em que a rede está sobrecarregada. Assim, registros de "erro de conexão", falta de sinal e quedas nas chamadas, que se tornaram comuns em diversas capitais, estariam sendo provocados pelo forte tráfego gerado pelo 3G nas estações rádio-base (ERB).

Plano de R$ 5 bilhões

Os problemas no tráfego teriam sido constatados pela Anatel há aproximadamente seis meses. Já nesta época, a agência criou dois grupos para negociação de soluções com as empresas, um de cunho técnico e outro estratégico. Uma ação espontânea tomada pelas operadoras foi a suspensão da publicidade dos modens 3G, como forma de conter em parte o avanço da procura pelos serviços de banda larga. Além disso, cada operadora deverá implementar planos de expansão da rede para suportar a demanda por dados.

Parte dos investimentos já estaria sendo feita, de acordo com Jarbas Valente. A estimativa da Superintendência de Serviços Privados (SPV) é que a planta de ERBs do Brasil, estimada em 46 mil, já tenha sido ampliada em cerca de 10% até o momento. Mas os investimentos devem continuar e o volume de recursos necessário para resolver os problemas não é pequeno.

Valente projeta que cada operadora deve ter que fazer um investimento médio de R$ 1 bilhão para o reforço de capacidade de sua infraestrutura. Com isso, o setor de telefonia móvel pode ter que desembolsar entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões a mais do que os investimentos previstos para colocar a oferta do 3G nos trilhos. Os problemas de voz estariam localizados na comutação, exigindo expansão nas centrais e nos backbones das empresas.

Banda Ka, Ku e C

Da parte da Anatel, há um planejamento para licitar novas licenças de exploração nas bandas Ka, Ku e C, consideradas de alta capacidade, para reforçar a transmissão de dados via satélite. A medida é necessária porque muitas localidades, especialmente em áreas rurais, são atendidas com banda larga via satélite. E os atuais satélites podem não estar conseguindo suportar a alta demanda de dados. A nova licitação deve ser feita ainda neste ano, comunicou o superintendente.

Mesmo com a localização da necessidade de expansão e reforço das redes físicas, a Anatel também continua atenta à necessidade de ampliação de espetro para a telefonia móvel. Para Valente, é incontestável que as operadoras precisam de mais faixas de radiofrequência para dar conta da expansão dos serviços e a agência continua trabalhando para que esta demanda seja atendida.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=149538

Para Neotec, Anatel desconsidera HDTV e banda larga no futuro do MMDS

sexta-feira, 18 de setembro de 2009, 17h26

A Anatel, ao decidir os termos da Consulta Pública 31, que estabelece as condições de exploração da faixa de 2,5 GHz, fez duas ponderações em relação ao futuro do MMDS (que hoje ocupa a faixa). Uma é que o serviço se viabilizaria em apenas 50 MHz com 70 canais, mas teria que adotar tecnologia de compressão MPEG 4, e que mesmo assim não haverá espaço para a banda larga. Outra é que o serviço teria a opção de migrar para uma nova faixa de frequência, na casa dos 28 GHz, utilizando a tecnologia LMDS. A associação Neotec, que repreenta os operadores de MMDS, avalia que o entendimento do conselheiro-relator da Anatel João Rezende sobre o futuro do serviço merece algumas ponderação. A Neotec concorda que em MPEG 4 seria possível transmitir 70 canais. "Mas observe-se que são 70 canais em definição standard (SD), enquanto as tecnologias concorrentes em TV por assinatura estão todas partindo para a alta definição (HD)", diz Carlos André Lins de Albuquerque, diretor executivo da associação. Para ele, ainda que as técnicas de compressão evoluam, haveria a necessidade de um investimento adicional, e hoje a maior parte dos operadores de MMDS já iniciou sua digitalização com tecnologia de compressão MPEG 2. A Neotec avalia que a Anatel está em linha com o que diz a associação ao reconhecer que não haveria sobra para a oferta de serviços banda larga. A leitura, contudo, é que a Anatel está desconsiderando o fato de que nenhuma tecnologia é competitiva se não oferecer a possibilidade de convergência de serviços.

Celularização

Sobre a possibilidade de uso da faixa de 28 GHz e da tecnologia LMDS, Carlos André pondera que essa é uma tecnologia inadequada para a inclusão digital e que só se viabiliza em centros densamente povoados. "O LMDS exige linha de visada direta. As redes teriam que ser celularizadas, o que demandaria grandes investimento. E definitivamente não é uma tecnologia que se preste à inclusão de regiões pouco populosas", explica o executivo. Ele cita que há apenas um caso de operação de LMDS comercial no mundo, em Portugal, em uma situação muito diferente da brasileira. Para a Neotec, o MMDS em 2,5 GHz seria a opção ideal para atender com serviços de vídeo e banda larga regiões remotas e menos densas.

A íntegra do relatório de João Rezende está disponível na home page do site TELETIME.

Samuel Possebon

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=149537

SMP e SCM serão serviços mais aptos à convergência, diz Anatel

sexta-feira, 18 de setembro de 2009, 17h43

A decisão da Anatel de propor na Consulta Pública 31 um total de 140 MHz do espectro de 2,5 GHz para os serviços de SMP e SCM foi tomada com base em uma observação importante que pode ser extraída da análise do conselheiro João Rezende: para ele, as alterações que haviam sido sugeridas pela Superintendência de Espectro e Fiscalização (SRF), ainda em 2008, e que previam 80 MHz para os serviços móveis, äinda são insuficientes e estão longe de atingir as necessidades de espectro para atender à rápida e expressiva expansão da demanda do SMP e do SCM".

O conselheiro pontua que hoje existem 350 MHz de espectro disponíveis ao SMP, "sendo que os estudos da UIT apontam que são necessários, já em 2010, um total de 780 MHz, em 2015, um total de 980 MHz e em 2020, um total de 1.060 MHz".

Segundo a análise do conselheiro, aprovada por maioria pelo conselho diretor, "com a definição atual dos serviços de telecomunicações e o estágio de desenvolvimento tecnológico das redes que lhes dão suporte, verifica-se que o SMP e o SCM são os derviços mais aptos a corresponder à demanda futura de comunicação em banda larga e de serviços convergentes". Ele lembra ainda que a faixa de 2,5 GHz é a única que se encontra harmonizada globalmente e que o Brasil "não pode deixar de se beneficiar com ganhos de escala mundiais". Com base nesses princípios é que o conselho da Anatel decidiu destinar, ao final das contas, 140 MHz da faixa de 2,5 GHz aos serviços de SMP e SCM, deixando o MMDS com os 50 MHz restantes.

A íntegra do voto do conselheiro João Rezende está disponível na home page do site TELETIME.

Samuel Possebon

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=149541

Celulares responderam por 3,9 milhões dos novos acessos telefônicos em domícilios

da Redação
Dados do PNAD, do IBGE, mostram que conexão à Internet aumentou para 23,8%

A telefonia celular teve uma participação significativa no avanço do número de domicílios que passaram a contar com telefone no ano passado. De acordo com dados do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), feito pelo IBGE, de 2007 para 2008 mais de 4,4 milhões de domicílios passaram a contar com acesso telefônico. Desse total, 3,98 milhões são referentes à chegada de telefones móveis nas residências. O levantamento também mostrou o avanço das residências conectadas à Internet, com crescimento de 20% para 23,8% do total de domicílios.

No total, 47,2 milhões de domicílios passaram a contar com um tipo de telefone, o que representa 82,1% de todos os domicílios analisados, crescimento de 5,3 pontos percentuais sobre o ano anterior. As residências com acesso telefônico via celular atingiram 21,7 milhões, 37,6% do total de domicílios com conexão telefônica.

No caso da Internet, o PNAD apontou que dos 17,95 milhões de residências com computador 13,7 milhões estão conectados à Internet. A região Sudeste continua concentrando a mior parte deles, respondendo por mais da metade dos domicílios com computador (10,2 milhões), dos quais 7,8 milhões tinham acesso á Internet.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/telefonia-celular-respondeu-por-3-9-milhoes-dos-novos-acessos-em-domicilios

Terminais móveis: 2,1 milhões de usuários trafegam com velocidade de 256 Kbps

18 de setembro de 2009

A base de terminais de dados móveis no país chegou a 4,2 milhões de conexões em agosto, conforme levantamento da Anatel, que divulgou hoje os dados consolidados dos oito meses do ano (em agosto o Brasil atingiu 164,5milhões de celulares). De acordo com o levantamento, há 2,1 milhões de assinantes que trafegam por velocidades acima de 256 Kbps. Outros 1,8 milhão de assinantes trafegam abaixo da velocidade de 256 Kbps. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13204&Itemid=105

4G World: WiMax vendors broaden their scope to LTE

Kevin Fitchard September 17th, 2009

A few specialty WiMax vendors aren’t content with the smaller of the 4G markets and have decided to expand their horizons to long-term evolution (LTE). WiMax packet core vendor WiChorus and WiMax chipset maker Sequans Communications are two of the latest.

While WiChorus first two major contracts–with Clearwire (NASDAQ:CLWR) and Open Range Communications–were WiMax deals, CEO Rehan Jalil said it was always WiChorus’ intention to supply gateways for all packet data cores. It’s Smart 4G Packet Core platform is designed to be network-agnostic, acting as the access service network (ASN) gateway on the WiMax network, the gateway GPRS support node (GGSN) in the high-speed packet access (HSPA) network and the evolved packet core (EPC) in the LTE network, Jalil said. The product WiChorus announced today is intended to be a 3G packet core supporting high-capacity HSPA and HSPA+ network, but one that can be upgraded with software to become the service gateway (S-gateway) and packet data network gateway (P-gateway) of the LTE network.

Sequans, too, has been preparing to enter the LTE market for some time, but only announced the details of its development program this week. Sequans plans to develop LTE and WiMax chipsets in parallel, taking advantage of the fact that the two share much of the same basic downlink technologies, including orthogonal frequency division multiplexing access (OFDMA) schemes and multiple input-multiple output (MIMO) smart antenna techniques. Sequans has moved many of WiMax development engineers to the LTE project as well as hired new experts from the cellular industry. Sequans plans to make its first LTE chipset available for operator trials at the beginning of 2010.

http://blog.telephonyonline.com/unfiltered/2009/09/17/4g-world-wimax-vendors-broaden-their-scope-to-lte/

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Para Anatel, futuro do MMDS passa por MPEG 4 e outras frequências

quarta-feira, 16 de setembro de 2009, 23h19

Um dos aspectos mais polêmicos sobre a proposta da Anatel de realocar o uso da faixa de 2,5 GHz e reduzir o espectro das operadoras de MMDS dos atuais 190 MHz para 50 MHz a partir de 2015 é como as empresas que operam nesta faixa poderão sobreviver nessas condições. Pois a análise do voto do conselheiro João Rezende, que foi aprovado por maioria no conselho diretor da agência e definiu os termos da proposta colocada em consulta pública, dá algumas pistas do que está pensando a agência. Um primeiro aspecto é que a análise técnica da Anatel atesta que na faixa de 50 MHz é possível transmitir 70 canais de vídeo, mas apenas com a tecnologia de compressão MPEG 4. Hoje, a maior parte dos sistemas de TV por assinatura por cabo, DTH e todos os sistemas digitais em MMDS operam com MPEG 2. Ou seja, essa migração tecnológica seria necessária para viabilizar o MMDS como tecnologia competitiva no cenário da TV paga. A análise do conselheiro reconhece que as propostas para o MMDS "não liberam espectro para o serviço de banda larga, questão essa que deve ser posteriormente tratada pela Anatel". Atualmente, alguns operadores de MMDS oferecem serviços de banda larga com tecnologia DOCSIS.

Outro aspecto analisado pela Anatel é a possibilidade de que o MMDS seja realocado para outra faixa do espectro, na casa dos 28 GHz, com tecnologia LMDS. A Anatel reconhece que essa migração implicaria investimentos adicionais, mas aponta a existência de fabricantes com soluções prontas para essa faixa e cita o exemplo de uma operadora de Portugal que opera nesta faixa. Até mesmo o uso da faixa de 40,5 GHz a 42,5 GHz é citada pela Anatel como uma possibilidade para o MMDS.

A agência analisou que o MMDS está perdendo espaço no mundo como serviço de TV por assinatura, especialmente "fora das Américas", e que "deve faltar escala mundial ao serviço, o que ampliaria as incertezas tecnológicas e mercadológicas acerca do mesmo".

Samuel Possebon

Consulta sobre 2,5 GHz é estendida para 16 de outubro

| Da redação
Anatel concede a todos os interessados o mesmo prazo que a Justiça garantiu à Neotec

A Anatel prorrogou para 16 de outubro o final da consulta pública sobre novos usos para a faixa de 2,5 GHz. Inicialmente, o prazo encerrava na noite desta quarta-feira, 16, mas uma liminar concedida à Neotec – associação que reúne as operadoras de TV via MMDS – estendeu o prazo para que a entidade apresentasse contribuições ao texto. Para que todos tivessem igual direito, a Anatel decidiu pela prorrogação da consulta pública.

“O prazo foi ampliado porque o tema é de grande relevância para os interessados e demanda a efetiva participação da sociedade em geral e do setor de telecomunicações em especial”, justifica a Anatel em nota.

Na semana passsada, o juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, deferiu liminar ao processo impetrado pela Neotec, concedendo à entidade não só mais prazo para a consulta pública como também acesso ao processo administrativo que originou o texto. A proposta da Anatel para a faixa de 2,5 GHz retira das operadoras de MMDS cerca de 140 MHz dos atuais 186 MHz, destinando-os ao Serviço Móvel Pessoal.

http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4480277582144249466

Anatel prorroga consulta pública sobre 2,5 GHz até 15 de outubro

16 de setembro de 2009

O Conselho Diretor da Anatel prorrogou para até 15 de outubro a consulta pública sobre a proposta de destinação da faixa de 2,5 GHz, que acabaria na noite de hoje. A decisão saiu por meio do Circuito Deliberativo e atende a determinação do juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, que deferiu liminar no Mandado de Segurança Coletivo, impetrado pela Neotec, associação que reúne os operadores de MMDS.

No despacho, além da prorrogação do prazo, o juiz determinou que a agência desse acesso aos documentos que embasaram a proposta aos interessados. A proposta prevê a transferência de 140 MHz dessa faixa dos operadores de MMDS para a telefonia móvel, até 2015.

A Anatel justificou a ampliação do prazo da consulta devido ao grande interesse do tema e da necessidade da efetiva participação da sociedade para que possa tomar a decisão final. Até ontem, a proposta havia recebido apenas sete contribuições. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13156&Itemid=105

Clearwire CEO Open To Switching 4G Wireless Techs

from The Wall Street Journal
Clearwire Chief Executive Bill Morrow said he would be open to switching 4G wireless technologies down the line if it helped the company. Clearwire is currently rolling out a WiMAX mobile broadband network. Clearwire and majority backer Sprint Nextel have staked their claim to have the first 4G network in the U.S. If LTE becomes the dominant 4G technology, Clearwire can easily switch technologies given its newly built infrastructure, Morrow told Dow Jones Newswires. "We're the only carrier that can do this," he said. "We'll do what's right for the business. Whether it's LTE, WiMAX, future technology X, it doesn't matter to me." For now, Clearwire is committed to WiMAX. Morrow noted that "WiMAX is here today, and LTE is not." Details.

Anatel deve dar mais prazo a todos os interessados na consulta sobre faixa de 2,5 GHz

terça-feira, 15 de setembro de 2009, 17h51

A Anatel deverá postergar nesta quarta, dia 16, o fim da consulta pública sobre a faixa de 2,5 GHz. O novo prazo deve se aplicar a todos os interessados. A decisão se deu em função da ação movida pela Neotec (associação que representa os operadores de MMDS), que conseguiu no dia 9 um despacho do juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, deferindo a liminar no âmbito do processo nº 2009.34.00.028826-8. Foi concedida liminar para assegurar à Neotec o direito de se manifestar sobre a Consulta Pública 31, no prazo de 44 dias, com início de sua contagem no dia 03 de setembro de 2009. Esse é o prazo que deve ser considerado por todos os demais interessados. O prazo original da CP 31/09 era esta quarta, 16.

Contribuições

Até o momento, há apenas nove contribuições feitas à consulta por meio eletrônico. Uma da TV Globo, que volta a protestar contra o fatiamento do espectro de 2.300 MHz a 2.690 MHz para diversos serviços de telecomunicações em desconsideração à Portaria MC n° 71 de 20/01/1978, que destinou a faixa ao Serviço Auxiliar de Radiodifusão e Correlatos (SARC). Segundo a TV Globo, a faixa vem sendo ocupada por estes novos serviços sem a reserva de outras faixas para os serviços de links de reportagem utilizados em radiodifusão.

As outras manifestações são de pessoas físicas, todas pedindo a continuidade do serviço de MMDS.

Mariana Mazza

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A promessa do WiMAX: banda larga e desenvolvimento nacional.

Por Por Luiz Rego *
11 de setembro de 2009

Estudos demonstram que o acesso à banda larga acelera o desenvolvimento social e econômico de um país, trazendo melhoria na qualidade de vida, empregos de maior qualificação e incremento no PIB. De acordo com uma pesquisa da McKinsey publicada em 2009, a cada 10% do incremento da penetração da banda larga, o PIB nacional cresce na proporção entre 6% e 7%.

Ao examinarmos a realidade brasileira, é fácil perceber que o país está perdendo grandes oportunidades. Apesar de suas dimensões continentais, a penetração da banda larga atinge apenas cerca de 5% da população no Brasil, que está atrás da Argentina e Chile, segundo informações da IDC. Essa taxa, no entanto, não é uniforme. Enquanto no Nordeste ela está estimada em 1,09% e no Norte em 2,96%, o Sul possui a maior penetração, com 6,61%. Não obstante a pouca oferta, o consumidor ainda paga caro para obter uma conexão bem aquém do que é oferecido nos países maduros.

Em face desse desafio, a tecnologia WiMAX atualmente é a melhor opção para conectar um país com dimensões continentais como o Brasil, por oferecer acesso fixo, móvel ou nomádico à banda larga wireless, por um preço competitivo. Em mais de 141 países, o WiMAX já é uma realidade, com cerca de 500 implementações.

São países que já perceberam que o desenvolvimento de sua economia e nível social de sua população, é possível, em partes, graças à banda larga. Entre os que estão fazendo uso pleno dessa tecnologia podemos citar a Rússia. A operadora russa Yota lançou a sua rede em fase de testes em setembro de 2008 e as operações comerciais em junho de 2009. As estatísticas da companhia mostraram que houve uma mudança no padrão de consumo. Em março, 47% dos assinantes já usavam internet móvel WiMAX 4G. Recentemente, o Japão anunciou seus planos de cobrir todo o seu território com serviços WiMAX.

Até mesmo países africanos já estão provando os benefícios do WiMAX. No continente que possui diversas nações em franco desenvolvimento e pouca ou inexistente infraestrutura de internet, a tecnologia encontrou um ambiente ideal. O WiMAX fornece a oportunidade de conectar a população com internet e serviços VoIP imediatamente a um preço imbatível, levando os governantes a oferecer espectro para esse fim.

Enquanto isso, no Brasil, a falta de definição do uso do espectro faz com que cada mês de atraso na implementação da tecnologia banda larga wireless como o WiMAX leve a uma perda econômica. Basta citar um estudo divulgado pela consultoria especializada em telecomunicações, Guerreiro Consult. De acordo com ele, o leilão do espectro remanescente de 2002 e dos novos 100MHz na faixa 3,5GHz pode render ao Brasil um benefício econômico-social avaliado em R$ 22 bilhões, podendo chegar a R$ 38,5 bilhões. E não há motivos para a não liberação do uso do espectro. A cadeia produtiva já está pronta, atualmente existem 180 produtos certificados pelo WiMAX Fórum e a previsão para 2011 é que esse número ultrapasse 400.

Isso nos leva a concluir que o Brasil pode ter hoje acesso a uma banda larga wireless excelente. Para isso é preciso que a Anatel tenha um regime regulatório flexível que reconheça todo o potencial econômico e social do WiMAX e sua versatilidade em oferecer suporte a uma ampla gama de negócios e modelos de uso do espectro. Assim veremos o florescimento de uma verdadeira banda larga.

* Luiz Rego é diretor do WiMAX Fórum no Brasil

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=content&task=view&id=12985&Itemid=10

Time Warner will launch mobile WiMAX in Hawaii in 2010

September 10, 2009 — 9:33am ET | By Phil Goldstein

Time Warner Cable said it will resell Clearwire's mobile WiMAX service in Hawaii early next year. A company spokesman told FierceWireless that Time Warner Cable also will launch service in Greensboro and Raleigh, N.C., by year-end. The markets join Dallas and Charlotte, N.C., which the cable vendor announced in late July.

Time Warner Cable spokesman Justin Venech said the carrier would launch service in Hawaii in the first quarter of 2010. The mobile WiMAX service is scheduled for Honolulu and Maui.

"We are excited to be bringing our customers the ability to take their Road Runner experience to more locations outside the home, adding the convenience of virtual mobility and speed with Road Runner Mobile," Nate Smith, the president of Oceanic Time Warner Cable, the Hawaiian Time Warner affiliate, told the Honolulu Advertiser.

Time Warner Cable has not disclosed mobile WiMAX pricing or product information, but Venech said that it will sell a Road Runner Mobile-branded laptop card. The service will be offered at a discount to customers who also buy the MSO's cable and fixed broadband services.

Time Warner Cable follows rival Comcast as a reseller of Clearwire's mobile WiMAX service. Both were among a group of investors--which included Intel, Google and Bright House Networks--that contributed $3.2 billion to Clearwire last year.

Read more: http://www.fiercewireless.com/story/time-warner-bringing-mobile-wimax-hawaii-2010/2009-09-10#ixzz0R6b6yaG2

Neotec consegue liminar e mais tempo para analisar consulta do 2,5 GHz

quarta-feira, 9 de setembro de 2009, 19h15

A Neotec conseguiu da Justiça uma decisão liminar dando à associação, que representa operadores de MMDS, o direito ao acesso integral do processo que embasou a consulta pública da faixa de 2,5 GHz. E conseguiu, também, mais prazos para entregar suas contribuições à consulta. A associação terá 44 dias a partir do dia 3 de setembro para se manifestar na consulta.

A decisão foi do juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, que deferiu nesta quarta, 9, a liminar no âmbito do processo nº 2009.34.00.028826-8. Segundo a associação, "não obstante a Anatel ter concedido vistas do referido processo administrativo, foi concedida liminar para assegurar à Neotec o direito de se manifestar sobre a Consulta Pública 31, no prazo de 44 dias, com início de sua contagem no dia 03 de setembro de 2009". Para o presidente da Neotec, Carlos André de Albuquerque, agora será possível entender as condições que levaram a levou a Anatel "a anunciar uma proposta que consideramos equivocada". A decisão dá à associação um prazo maior em relação à Consulta Pública.

Da Redação

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=147617

Liminar na Justiça dá mais prazo para consulta pública sobre destinação da faixa de 2,5 GHz

da Redação
Processo da Neotec por acesso a documentos acaba resultando em prorrogação da data

O juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília, deferiu hoje liminar ao processo impetrado pela Neotec, Associação dos Operadores de MMDS, contra ato do conselho diretor da Anatel que define o uso do espectro de 2,5 GHz.. O objetivo da entidade ao recorrer à Justiça era o de garantir o acesso ao processo administrativo que originou a consulta pública sobre o tema. Como isso já havia sido feito pela agência, no dia 3 de setembro, a Justiça decidiu que a Neotec teria o prazo de 44 dias, contados a partir dessa data, para se manifestar. Com isso, a data para o final da consulta, que seria no dia 16 de setembro, se estende para 16 de outubro.

No processo, a. Neotec argumentou que o pedido de vistas do referido processo lhe foi negado dentro de um prazo mínimo necessário para que a associação pudesse participar da consulta pública enviando sugestões e críticas. Para o presidente da Neotec, Carlos André de Albuquerque, com a decisão a entidade terá "condições para entender o que levou a Anatel a anunciar uma proposta que consideramos equivocada e um prazo maior para analisarmos o posicionamento da Neotec em relação à consulta pública". Nos termos da consulta pública está a retirada de 140 MHz dos atuais 186 MHz detidos hoje pelas operadoras de MMDS.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/liminar-na-justica-da-mais-prazo-para-consulta-publica-do-uso-da-faixa-de-2-5-ghz

Justiça concede liminar à Neotec ampliando prazo da consulta sobre 2,5 GHz

Por Lúcia Berbert
09 de setembro de 2009

O juiz Alexandre Vidigal de Oliveira, da 20ª Vara Federal do Tribunal de Justiça de Brasília deferiu hoje a liminar no Mandado de Segurança Coletivo, impetrado pela Neotec, Associação dos Operadores de MMDS, contra demora da Anatel de disponibilizar os processos que embasaram a proposta de consulta pública da destinação da faixa de 2,5 GHz. O voto também determina a ampliação do prazo de contribuições àproposta, que deveria acabar no próximo dia 16, para 17 de outubro, ou seja, mais 44 dias a contar do dia 3.

Em seu relatório, o juiz sustenta que a plena e ampla divulgação de documentos com conteúdo público, com o direito à vista dos autos do processo administrativo ao interessado, “não podem ser suprimidos e nem ao menos limitados sob o argumento de dificuldades operacionais ou mesmo burocráticas a se viabilizá-los, ainda que em razão da elevada quantidade de interessados no acesso às informações”. Ele argumenta que, nos tempos atuais, onde se tem intensificado o meio eletrônico de informações, via internet, com a digitalização de dados a reduzirem volumosos processos ao denominado ambiente virtual, não se justifica dificultar o acesso a informações.

Desde o dia 3 deste mês a Anatel entregou os documentos ao presidente da Neotec, Carlos André de Albuquerque. Com a decisão de hoje, ele acredita que a entidade terá condições de “entender o que levou a Anatel a anunciar uma proposta que consideramos equivocada e um prazo maior para analisarmos o posicionamento da Neotec em relação à consulta pública”, disse.

A Neotec entende que a plataforma de MMDS pode levar serviços convergentes, principalmente banda larga, rapidamente para várias cidades brasileiras em condições extremamente competitivas e vantajosas para os consumidores.

A proposta da Anatel reduz, até 2015, para 50MHz a participação das operadoras de MMDS (TV paga por micro-ondas) na faixa de 2,5 GHz. Até agora, essas operadoras detém os 190 MHz da frequência. A expectativa da entidade é que a agência reveja esta posição e garanta, pelo menos, 110 MHz para as operadoras que usam essa tecnologia, como previa a proposta inicial. A proposta da Anatel beneficia a telefonia móvel com 140 MHz.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13096&Itemid=105

Operadoras de WiMAX pressionam por terminais baratos

Por Miriam Aquino

09 de setembro de 2009

As operadoras de WiMAX em todo o mundo estão pressionando os fabricantes a produzirem aparelhos ais poderosos, interoperáveis e mais baratos, afirmou a empresa de pesquisa e consultoria Senza Filli Consulting. "As operadoras de WiMAX estão fazendo grande pressão sobre os vendors para terem certeza que terão os aparelhos que precisam, ao preço certo, e capazes de suportar as aplicações que os usuários demandem", afirmou a autora do recente estudo divulado pela empresa, Monica Paolini.

Conforme a pesquiesa, as operadoras de WiMAX querem também que os aparelhos sejam capazes de suportar, de maneira complementar, as interfaces 2G/3G GSM e Wi-Fi. Para realizar o estudo a consultoria promoveu pesquisa qualitativa em 74 empresas que participam do WiMAX Forum.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13097&Itemid=105

Uso de WiMAX cresce 74% no segundo trimestre

terça-feira, 8 de setembro de 2009, 14h10

O WiMAX foi a tecnologia de internet em banda larga sem fio que mais cresceu no segundo trimestre. De acordo com estudo da ABI Research, o uso da tecnologia cresceu 74% em relação ao trimestre anterior, registrando mais de 3 milhões de usuários.

Ao mesmo tempo em que o WiMAX continua obtendo novos adeptos, a consultoria prevê que as assinaturas de serviços que utilizam a tecnologia sem fio LTE (long term evolution), que é a evolução das redes de terceira geração (3G), começarão a aparecer, aos poucos, a partir do terceiro trimestre de 2010.

A análise feita pela ABI é que as assinaturas de serviços de banda larga móvel, independemente do tipo de tecnologia, estão se expandindo aceleradamente, podendo atingir 240 milhões até o fim deste ano e alcançar 1,2 bilhão no fim de 2014.

Jake Saunders, vice-presidente de projeções da ABI Research, analisa que o mercado das tecnologias 4G ainda não está definido, muito menos está certo se a principal forma de acesso serão as redes baseadas em LTE.

Da Redação
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=146958

Proposta de regulamento para a faixa de 3,5 GHz está na pauta do conselho

Da redação
Relatada pelo conselheiro Bedran, mudança confere mobilidade à faixa e permite retomada do leilão.

A proposta de novo regulamento de uso para a faixa de 3,5 GHz está na pauta da reunião do conselho diretor da Anatel, marcada para esta quinta-feira, 10. O tema está sob relatoria do conselheiro Antonio Bedran e a mudança mais importante refere-se à atribuição da faixa ao Serviço Móvel Pessoal (SMP), o que abre a possibilidade de exploração de aplicações móveis com a tecnologia WiMAX. O novo regulamento é aguardado com ansiedade pelo mercado porque deve marcar a retomada do leilão de licenças em 3,5 GHz, interrompido há mais de dois anos.

A proposta da área técnica preservou boa parte do texto que foi à consulta pública entre o final do ano passado e o início de 2009, entre as quais a reserva de 10 MHz para uso por empresas do Serviço Limitado Privado (SLP) em aplicações governamentais. A idéia é fomentar programas de inclusão digital usando a faixa de 3,5 GHz, com exploração direta ou indireta por empresas públicas, vinculadas aos governos Federal, Estadual ou Municipal. A proposta determina que as instituições públicas poderão contratar terceiros para a implementação dos projetos.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/proposta-de-regulamento-para-a-faixa-de-3-5-ghz-esta-na-pauta-do-conselho

Neotec teve acesso hoje aos documentos da proposta da faixa de 2,5 GHz (03/09)

Por Lúcia Berbert
03 de setembro de 2009

Depois de notificada pela Justiça Federal de Brasília, a Anatel informou à Neotec, entidade que reúne as operadoras de MMDS, a disponibilização dos documentos técnicos que consubstanciaram a proposta de destinação da faixa de 2,5 GHz, desde que refizesse o pedido de vista. A entidade entrou com pedido de mandado de segurança coletivo na 20ª Vara da Justiça Federal de Brasília, no dia 26 do mês passado, solicitando acesso ao processo e alteração do prazo da consulta pública, prevista para acabar no próximo dia 16.

O juiz Alexandre Vidigal de Oliveira resolveu intimar a Anatel, para que desse explicações sobre o caso em 72 horas antes de decidir sobre a liminar incluída na ação. A notificação, entretanto, somente foi entregue à agência no dia 1º.

O presidente da Neotec, Carlos André Albuquerque, disse que o acesso aos documentos é fundamental para que a entidade apresente suas contribuições. Ele conta que o primeiro pedido direto de acesso foi negado pela agência que, depois voltou à trás após o exame da solicitação pelo Conselho Diretor. “Porém, a Neotec recebeu um e-mail da agência informando que a documentação somente seria tornada pública a partir do dia 5 de setembro, reduzindo o prazo de exame pela entidade, já que a consulta pública está prevista para ser encerrada no dia 16 de setembro”, argumentou.

A proposta da Anatel reduz, até 2015, para 50MHz a participação das operadoras de MMDS (TV paga por micro-ondas) na faixa de 2,5 GHz. Até agora, essas operadoras detém os 190 MHz da frequência. A expectativa da entidade é que a agência reveja esta posição e garanta, pelo menos, 110 MHz para as operadoras que usam essa tecnologia, como previa a proposta inicial. A proposta da Anatel beneficia a telefonia móvel com 140 MHz.

A Anatel informa que a demora para dar acesso aos documentos se deveu à necessidade de alterar as faixas publicadas com erro na proposta de consulta pública. A correção foi feita no dia 17 e só ontem a agência se propôs a disponibilizar os documentos. A entidade só obteve cópias dos documentos hoje à tarde.

A agência, porém, não se pronunciou sobre o pedido de ampliação do prazo da consulta pública feito pela Neotec. A entidade solicita também que o prazo da consulta pública, de 45 dias, seja contado após a liberação dos documentos. A expectativa é de que a resposta sobre a prorrogação da consulta saia amanhã, quando acaba o prazo de 72 horas dado pela justiça para manifestação da Anatel.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13052&Itemid=105

GVT teme oferta do WiMAX pelas concessionárias

quarta-feira, 2 de setembro de 2009, 20h04

A GVT divulgou nesta quarta-feira, 2, o prospecto de uma oferta pública de ações no qual a companhia apresenta aos possíveis investidores quais são os riscos do negócio. Um dos fatores para os quais a companhia chama mais a atenção é sua capacidade financeira de disputar as licenças de WiMAX com as concessionárias e posteriormente em lançar serviços competitivos com a tecnologia.

"É possível que não tenhamos recursos financeiros suficientes para concorrer com as concessionárias para adquirir freqüências de WIMAX, e mesmo que tenhamos, posteriormente, podemos não ter recursos suficientes para a implantação de uma rede de acesso. Neste caso, nós podemos não ter uma oferta competitiva de acesso em banda larga à Internet. O lançamento de serviços de WIMAX consistentes por nossos competidores pode reduzir a demanda pelos nossos serviços dentro da nossa base de consumidores", diz o documento. A GVT ainda menciona que a rápida adoção da banda larga móvel pode representar um risco de alto churn como também dificuldades maiores para manter o ritmo de crescimento.

Modelo de custo

Outro fator que representa um risco potencial para o negócio da GVT é a elaboração de um modelo de custo para a definição do valor das tarifas de interconexão. Hoje a GVT tem saldo positivo em relação às concessionárias por conta do provedor de acesso à Internet discada, Pop, e pelos clientes corporativos que recebem mais chamadas das redes das concessionárias do que geram. "As alterações a serem introduzidas podem reduzir nossa receita de interconexão e como conseqüência afetar de forma adversa nossos negócios, nossa condição financeira e nossos resultados operacionais", diz o prospecto.

Oferta

Os acionistas controladores da GVT - Global Village Telecom (Holland) B.V. e Swarth Investments – estão ofertando 21 milhões de ações ordinárias. O preço por ação será fixado após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento a ser realizado com investidores institucionais. Ao preço de hoje (R$ 34,21), a oferta arrecadaria cerca de R$ 718,4 milhões.

Helton Posseti

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=146255

Banda larga 3G se aproxima de banda larga fixa

quarta-feira, 2 de setembro de 2009, 19h26

A banda larga móvel é a tecnologia que apresentará o maior crescimento nos próximos cinco anos. Ela deve crescer 70% no Brasil até 2014, quando, estima-se, somará mais de 60 milhões de acessos (via modem e celular). E já em 2011 ultrapassará a quantidade de acessos de banda larga fixa, que no final de junho era de 10,8 milhões. A previsão faz parte do primeiro balanço de banda larga móvel, realizado pela fabricante Huawei em parceria com a consultoria Teleco. Segundo a consultoria, essa é uma estimativa conservadora pois há diversos fatores com potencial de desenvolver ainda mais a tecnologia 3G, como o compromisso das operadoras atenderem com 3G os municípios com menos de 30 mil habitantes já a partir de abril de 2010, sendo 15% a cada ano até atingir 60% do total em abril de 2014. Como elementos favoráveis à evolução dos serviços 3G, estariam o compartilhamento do backhaul entre as operadoras, também previsto nos compromissos firmados pelas empresas quando levaram as faixas de 3G, a provável redução da carga tributária dos aparelhos e serviços e a decisão da Anatel de alocar 120 MHz da faixa 2,5 GHz para as operadoras móveis já em 2012 e 170 MHz para 2015. "Isso viabilizará a quarta geração (LTE) da telefonia móvel e influenciará para a queda do preço dos serviços e terminais e popularização do 3G", diz Eduardo Tude, diretor da Teleco, que presta consultoria para as empresas móveis.

Pré-pago

O custo dos aparelhos pré-pagos é um dos principais entraves para o crescimento da tecnologia 3G no país, afirma Tude. O valor de um aparelho WCDMA/HSPA varia de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil, enquanto o preço médio do modem equivalente é de R$ 259 (mínimo). Isso acontece pois essa modalidade de serviços, mesmo representando mais de 80% da base total de assinantes no país, não é subsidiada pelas operadoras.

Capilaridade

O levantamento da banda larga móvel encomendada pela Huawei ao Teleco, que será atualizado e divulgado trimestralmente, revela que os serviços de terceira geração estão disponíveis em somente 11,3% dos municípios brasileiros. No entanto, esses poucos municípios representam 62% da população. No ranking dos estados, Rio de Janeiro aparece em primeiro lugar, com 44,6% dos municípios atendidos pela terceira geração. Em seguida vem o Espírito Santo, com 29,5% e São Paulo, com 20,2%.

Da Redação

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=146236

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Anatel concede à Neotec acesso aos documentos que deram origem à consulta sobre 2,5 GHz

Marineide Marques
A liberação do processo para vistas foi comunicada nesta quarta-feira

A Neotec, associação que reúne as operadoras de MMDS, recebeu nesta quarta-feira, 2, o comunicado da Anatel de que estão liberados para acesso os documentos relativos ao processo administrativo que originou a consulta pública sobre novos usos para a faixa de 2,5 GHz. Na semana passada, a entidade entrou na Justiça com um mandado de segurança coletivo com pedido de liminar requisitando acesso aos autos. Além da vista à documentação, a Neotec também pede que o prazo de 45 dias da consulta pública comece a ser contado a partir do acesso à papelada.

O pedido de liminar ainda não foi julgado, pois o juiz determinou que a Anatel se manifestasse antes de qualquer decisão.

A consulta pública que propõe a retirada de 140 MHz dos atuais 186 MHz detidos hoje pelas operadoras de MMDS fica em consulta pública até 16 de setembro. Segundo o presidente da Neotec, Carlos André de Albuquerque, a expectativa é de que a Anatel estenda o prazo para manifestações, dando às operadoras de MMDS o devido tempo para que elas defendam os seus interesses. A argumentação da entidade é de que é preciso analisar os estudos técnicos que embasaram a decisão da Anatel para melhor apresentar a defesa do setor de MMDS.

Banda larga: acesso por celular já supera modem.

Por Fatima Fonseca
02 de setembro de 2009

No segundo trimestre deste ano a quantidade de acessos móveis por aparelhos celulares, 2,1 milhões, ultrapassou o número de acessos à banda larga móvel por modem, que fechou o trimestre com 1,8 milhão. O dado faz parte do primeiro balanço da banda larga móvel realizado pela fabricante Huawei e pela consultoria Teleco. O estudo adotou como conceito de banda larga móvel a definição da UIT que estabelece a velocidade mínima de 256 Kbit/s, utilizando tecnologias de 3G e 3,5G, como WCDMA, HSPA, WiMAX ou EVDO.

Segundo as projeções da Teleco, o crescimento da banda larga móvel será superior a 70% até 2014, com mais de 60 milhões de acessos. No primeiro balanço, divulgado hoje, a consultoria indica que no final de junho, os acessos pela banda larga fixa somavam 10,8 milhões e os móveis 4 milhões. A previsão é de que o acesso móvel ultrapasse o fixo no Brasil em 2011, com um atraso de dois anos em relação à média mundial.

No final do segundo trimestre a banda larga móvel estava disponível em 11,3% dos municípios brasileiros, cobrindo 62% da população. O Estado onde há o maior número de municípios com 3G é o Rio de Janeiro, com cobertura em 44,6% dos municípios. Em seguida vem o Espírito Santo, com 29,5%, e São Paulo, com 20,2% dos municípios atendidos com 3G.

Aparelhos

O levantamento constatou que o preço dos aparelhos 3G ainda é uma barreira para a difusão do serviço, principalmente no segmento pré-pago. Enquanto um modem compatível com a tecnologia WCDMA/HSPDA custa R$ 259 (mínimo), o preço médio de um aparelho nessas tecnologias é de R$ 1,503 e o preço máximo R$ 3,999. Um aparelho só compatível com GSM tem preço médio de R$ 544. No pós-pago o preço cai devido ao subsídio da operadora.

O levantamento, que será realizado trimestralmente, vai avaliar a quantidade de acessos e densidades, cobertura, planos de serviço, e preços dos aparelhos e serviços. E será realizado com base nas informações fornecidas pelas operadoras e em estatísticas da Anatel.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13031&Itemid=105

Banda larga móvel está presente em apenas 11% dos municípios brasileiros

02 de setembro de 2009

Em junho de 2009, a banda larga móvel estava disponível em 11,3% dos municípios brasileiros e para 62% da população, totalizando 4 milhões de acessos e uma densidade de 2,1 acessos/100 habitantes, abaixo da média mundial de 5 acessos/100 habitantes. Os dados são do primeiro balanço Huawei de banda larga móvel, realizada num trabalho conjunto com a consultoria Teleco, e que estão sendo apresentado hoje. A proposta do projeto é acompanhar o crescimento da banda larga móvel no Brasil comparativamente ao seu avanço em outros países. Por meio de balanços trimestrais contendo quantidade de acessos e densidades, cobertura, planos disponíveis e preços dos aparelhos e dos serviços, será possível avaliar o crescimento e a expansão da banda larga móvel.

Para Marcelo Motta, diretor de marketing e soluções da Huawei, diversos estudos mostram a ligação entre a os impactos da penetração de banda larga e o crescimento do PIB, sendo este um dos motivadores para a realização do projeto. “Além do monitoramento da banda larga no Brasil, atividade ligada à atuação da Huawei, este projeto tem a intenção de trazer informações relevantes para operadoras e a sociedade brasileira”, comenta o executivo. “A identificação de gargalos e a discussão de propostas para a contínua evolução deste serviço são fundamentais para o progresso das telecomunicações e da economia de nosso país”, destacou Motta.

No lançamento do estudo, que está acontecendo em São Paulo, a Huawei reuniu representantes das operadoras Vivo, Oi, Claro e TIM e também o diretor de serviços e da universalização de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Átila Souto. O objetivo é debater questões como a baixa disponibilidade da banda larga móvel para usuários do segmento pré-pago no Brasil e o preço dos aparelhos, ainda uma barreira para a expansão da banda larga móvel no Brasil, assim como o papel da banda larga móvel na universalização do serviço no Brasil, estimulada por dispositivos como netbooks e smartphones. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13025&Itemid=105

terça-feira, 8 de setembro de 2009

WiMAX só é solução para grandes distâncias

Por Lia Ribeiro Dias
01 de setembro de 2009

A falta de escala e o elevado preço dos dispositivos da CPE (a unidade que fica na casa do consumidor) estão confinando o WiMAX como uma tecnologia hoje mais adequada à cobertura de grandes distâncias, de interligação entre backhauls, avalia Eduardo Oliveira, engenheiro de pré-vendas da D-Link, que participou do 6º Wireless Mundi, seminário sobre a utilização das tecnologias sem-fio nas aplicações sociais, realizado hoje em São Paulo. As razões apontadas por Oliveira são as mesmas que levaram a Embratel a reduzir o entusiasmo com sua rede WiMAX para interligar pequenas e médias empresas.

Na avaliação de Oliveira, as melhores soluções wireless para a última milha, além do celular é claro, são o Wi-Fi e o WiMesh. Segundo ele, hoje o WiMesh já é uma solução de mercado, com preços adequados e, como o Wi-Fi, ocupada faixa de freqüência não licenciada em 2,4 GHz e 5 GHz.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13021&Itemid=105

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