Por Fatima Fonseca
23 de junho de 2009
A Anatel iniciou os estudos para usar também a faixa de frequência de 1,5 GHz para a banda larga, conforme informou hoje Maximiliano Martinhão, gerente geral de Certificação e Engenharia de Espectro da Anatel, que participa do 18º Encontro Tele.Síntese, realizado pela Momento Editorial. Segundo ele, embora essa faixa ainda não tenha sido harmonizada pela UIT, já existem algumas aplicações, como nos Estados Unidos, onde é usada para serviços de banda larga, porém, em parceria com o serviço de satélite; e no Oriente Médio.
No Brasil hoje essa faixa é ocupada para serviços corporativos, ponto-a- ponto e a demanda para sua destinação para a banda partiu da indústria. Max não revelou quais as empresas interessadas, mas, sabe-se que a Nextwave e a nacional WxBR estão entre as empresas que defendem o uso da faixa para banda larga.
Em sua apresentação, Martinhão comentou que, para atender a crescente demanda por acessos banda larga (as estimativas são de que, em 2018, os acessos totais de SMP ultrapassem 250 milhões e a banda larga móvel chegue a casa dos 120 milhões de clientes) é preciso otimizar o uso de frequências. Segundo Martinhão, os estudos da agência indicam que para as aplicações de banda larga no SMP serão necessários 780 MHz em 2010; 980 MHz em 2015; e 1060 MHz em 2020.
“Se não houver espectro, as aplicações e downloads terão que ser limitados, haverá aumento do custo operacional e dos custos de serviços ao consumidor, o que pode levar a uma redução de investimentos e menor competição”, comentou, defendendo que, por essas razões, é importante antecipar a demanda dos diversos setores.
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