12/03/09
Executivos defendem que seja preservado o uso estacionário da tecnologia
Representantes de duas operadoras e quatro fabricantes de equipamentos, além da Intel, estiveram reunidos nesta quinta-feira, 12, com técnicos da Anatel para tratar da venda de novas licenças para a faixa de 3,5 GHz. Eles demonstraram preocupação quanto à lentidão do processo e receberam da agência a resposta de que as coisas estão seguindo o ritmo do órgão regulador. “Fomos informados de que o processo está avançando. É uma questão de rito”, disse o presidente da Neovia, Alexandre Costa e Silva, um dos integrantes da comitiva.
Os executivos foram recebidos pelo gerente-geral de serviços privados da agência, Dirceu Baraviera, e pelo gerente-geral de certificação e engenharia do espectro, Maximiliano Martinhão. Eles informaram que o processo encontra-se em fase de aprovação da proposta que foi à consulta pública entre dezembro e janeiro, que atribui a faixa de 3,5 GHz ao Serviço Móvel Pessoal (SMP). A proposta está na Procuradoria da Anatel, de onde segue para o conselho diretor. O texto recebeu mais de 200 contribuições e a questão da mobilidade concentrou um grande número delas.
O tema também esteve presente na reunião desta quinta-feira. Segundo Costa e Silva, tanto as operadoras quanto os fabricantes levaram à Anatel a mensagem de que é preciso preservar a nomadicidade da tecnologia, ou seu uso estacionário. “Não temos nada contra a mobilidade, mas defendemos que não haja impacto econômico para as empresas que desejam o uso estacionário”, disse Costa e Silva.
Na consulta pública, empresas como a Neovia, a Embratel e a Qualcomm, além de um conjunto de fabricantes, demonstraram preocupação quanto ao fato de o texto eliminar a possibilidade de uso com mobilidade restrita.
Na avaliação de Costa e Silva, a crise econômica não reduz o potencial de investimento para a faixa de 3,5 GHz. “A mobilidade otimiza e reduz custos para o mercado corporativo”, defendeu. Para o residencial, ele lembrou que a expansão do mercado de notebooks é uma prova de que há demanda para as redes de banda larga.
O presidente da Neovia defende que a tecnologia WiMAX não está perdendo o timing para a LTE (Long Term Evolution). “O timing é agora”, afirma, lembrando que a americana Clearwire está colocando sua rede em operação neste momento. “Chegar colado ao líder é muito bom, com a vantagem de que eventuais problemas já terão sido corrigidos até o lançamento das primeiras redes no Brasil”, avaliou.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/industria-e-operadoras-levam-a-anatel-preocupacao-quanto-a-demora-no-processo-envolvendo-a-faixa-de-3-5-ghz
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