Por Miriam Aquino
28 de maio de 2009
Em outro round do debate que está sendo realizado pela comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara sobre a melhor alternativa para a ocupação da banda de 2,5 GHz no país, o diretor senior de relações governamentais da Qualcomm, Francisco Soares, respondeu às críticas das operadoras de TV paga contrárias à destinação desse espectro para a quarta geração da telefonia celular (a LTE), que ainda não está disponível comercialmente. "Alguns anos atrás, a Anatel reservou o espectro de 1,9 GHz para a tecnologia 3G, e o resultado foi a explosão do celular", assinalou o executivo. Para ele, a banda de 2,5 GHz é hoje a "única faixa para a banda larga móvel de quarta geração que tem harmonização em todo o mundo". Ele observou ainda que a tecnologia WiMAX pode contar com a banda de 3,5 GHz (totalmente livre no país) para prestar serviço de banda larga fixa, conforme é o pleito das operadoras de MMDS.Já o presidente da ABTA, Alexandre Annemberg, assinalou que somente com a manutenção de toda a banda de 190 MHz para o serviço de TV paga MMDS é que se poderá ampliar a inclusão digital e social, visto que são essas operadoras que poderão agir contra os monopólios das grandes operadoras que atuam no país. Ele observou ainda que o Brasil não segue a tendência mundial em diferentes áreas, como foi o caso da escolha do padrão de TV digital e que, agora, o padrão nipo-brasileiro está prestes a ser reconhecido pela UIT (União Internacional de Telecomunicações).
Já o superintendente de comunicação de massas da agência, Ara Minassian, entende que a decisão deve visar atender as classes C, D e E, visto que 89% da classe A e B brasileira já tem acesso à banda larga.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12050&Itemid=105
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