segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Telefônica foca em classe C e diz que parceria permitirá pleno atendimento da banda larga

quarta-feira, 14 de outubro de 2009, 12h27

A primeira rodada de apresentações da Futurecom, que acontece esta semana em São Paulo, teve um tema em comum a todos os presidentes de empresas: a necessidade de parcerias para viabilizar uma ampliação efetiva da banda larga no Brasil. O primeiro pronunciamento ficou a cargo do presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, que logo de início deu o tom das palestras que se sucederiam. Valente rejeitou as comparações do Brasil com outros países, destacando as especificidades nacionais, especialmente de São Paulo, que é sua área de atuação como concessionária.

Classificando, ilustrativamente, o estado paulista com uma nação, Valente focou-se nas especificidades da quarta maior metrópole da América Latina e as dificuldades de atendimento de uma cidade com realidades econômicas bastante distintas dentro da mesma área geográfica. Valente expôs casos de ausência de cobertura de banda larga para explicar os "desafios" que a empresa enfrenta, e disse que até meados de 2010 todas as 622 cidades do estado atendidas pela Telefônica estarão cobertas por serviços de banda larga.

Em relação ao atendimento de comunidades de menor por aquisitivo, na visão do presidente da Telefônica, a saída é estabelecer parcerias entre governo e empresas, tal qual ocorreu no fim de 2007 com a troca de metas de universalização que possibilitou a criação do programa Banda Larga nas Escolas. "Programas como esse tem mostrado que há uma preocupação não só do governo, mas também das empresas, com a expansão da banda larga�, analisou. Com ou sem parceria, Valente disse que a Telefônica pretende cobrir 97% da população de São Paulo com serviços de banda larga até março de 2010. Para atender à população de baixa renda, a telefônica planeja usar redes Wi-Mesh e terá uma ofgerta pré-paga de banda larga.

WiMAX

Em sua apresentação, Valente também aproveitou para reiterar o interesse da companhia de investir na tecnologia WiMAX. Com a compra da TVA, o grupo possui licenças de operação em MMDS nas cidades de Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro, além de São Paulo, mas a oferta de serviços convergentes, incluindo internet via WiMAX, tem sido limitada pela regulação. �Há uma discussão ainda sobre as radiofreqüências (2,5 GHz), homologação e certificação de equipamentos. No momento em que essa discussão for resolvida, nós estaremos prontos para oferecer o serviço�, declarou Valente referindo-se à banda larga via WiMAX.

No ramo da oferta de ADSL, a venda do Speedy tem apresentado forte crescimento desde que a Anatel derrubou a proibição de comercialização do serviço, no fim de agosto. Segundo Valente, entre os dias 28 de agosto (dada da retomada das vendas) e 13 de outubro, a Telefônica registrou 111 mil vendas do serviço de Internet banda larga, o que gera uma média de 2,3 mil pontos comercializados por mês. Para o executivo, os números são uma prova da crescente demanda por banda larga no Brasil. Segundo Valente, 80% dessas vendas são de clientes classe C.

Valente também explicou que por conta de todas as dificuldades de venda do Speedy decorrentes das restrições da Anatel, a operadora teve que suspender a venda em bundle, ou seja, pacotes de TV, banda larga e dados, mas que isso será retomado. "Por enquanto, ainda estamos focados na melhoria dos nossos índices de qualidade, que hoje já estão similares ao da nossa concorrência", disse Valente. Ele disse que a meta da operadora é ter um índice de reclamações equivalente a um quarto do índice da Net Serviços.

Mariana Mazza


http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151638

Govt calls for interest in 2.6GHz spectrum

Wednesday, 14 October 2009

Colombia’s Ministry of Information Technologies and Communications has begun the process which will end in the award of frequencies in the 2500MHz to 2690MHz (2.6GHz) band. Interested parties have 15 days to send letters of intent to participate in the process, in accordance with Resolution 002/508 dated 8 October 2009. On receipt of the letters, and in accordance with Article 72 of Law No. 1341 of 2009, the ministry will publish the terms and conditions of participation. The 2.6GHz spectrum is suitable for 4G technologies, specifically Long Term Evolution (LTE).

http://www.telegeography.com/cu/article.php?article_id=30499&email=html

Governo espera decisão da Anatel sobre adiamento da consulta do 2,5 GHz

terça-feira, 13 de outubro de 2009, 23h41

O governo aguarda para esta semana uma decisão da Anatel sobre a possibilidade de um novo adiamento na Consulta Pública 31, que estabelece as novas regras para a faixa de 2,5 GHz. A intenção do governo é avaliar melhor as possibilidades de uso da faixa em conjunto com o projeto do Plano Nacional de Banda Larga, que deve estabelecer uma política para uma rede pública de banda larga. No entendimento manifestado nas reuniões da semana passada do Comitê de Inclusão Digital, a faixa de 2,5 GHz pode oferecer espaço para que o governo acrescente o componente wireless à rede pública, e os representantes da agência estavam presentes ao encontro. Mas como a ideia é recente, seria necessário elaborá-la mais profundamente antes do final da consulta, que termina na próxima sexta. Ainda não houve sinalização da Anatel sobre a possibilidade de adiar ou não, novamente, a consulta, que já havia tido seu prazo estendido em função de uma liminar da Neotec, associação que representa os operadores de MMDS.

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151616

Governo espera decisão da Anatel sobre adiamento da consulta do 2,5 GHz

terça-feira, 13 de outubro de 2009, 23h41

O governo aguarda para esta semana uma decisão da Anatel sobre a possibilidade de um novo adiamento na Consulta Pública 31, que estabelece as novas regras para a faixa de 2,5 GHz. A intenção do governo é avaliar melhor as possibilidades de uso da faixa em conjunto com o projeto do Plano Nacional de Banda Larga, que deve estabelecer uma política para uma rede pública de banda larga. No entendimento manifestado nas reuniões da semana passada do Comitê de Inclusão Digital, a faixa de 2,5 GHz pode oferecer espaço para que o governo acrescente o componente wireless à rede pública, e os representantes da agência estavam presentes ao encontro. Mas como a ideia é recente, seria necessário elaborá-la mais profundamente antes do final da consulta, que termina na próxima sexta. Ainda não houve sinalização da Anatel sobre a possibilidade de adiar ou não, novamente, a consulta, que já havia tido seu prazo estendido em função de uma liminar da Neotec, associação que representa os operadores de MMDS.

Planejamento de espectro precisa ser acelerado para Copa do Mundo e Olimpíadas

Wanise Ferreira
Alerta é dado pelo 3 G Americas, que defende a liberação de espectro com prioridade em banda larga móvel

O Brasil tem dois eventos esportivos importantes pela frente, a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016, que devem pressionar a Anatel a acelerar os estudos para planejamento de espectro. “Assim como se traçam os cálculos para a infraestrutura necessária, com hotéis, logística, a comunicação, e o espectro, precisa estar entre os itens prioritários”, observou Erasmo Rojas, responsável pela América Latina e Caribe do 3G Américas. Segundo ele, alguns estudos mostram que as operadoras móveis precisarão de três vezes mais espectro nos próximos 10 anos do que possuem atualmente.

A banda larga móvel deverá ser o grande fator de pressão das operadoras por mais espectro. Estudo da Strategy Analytics mostra que a partir do próximo ano aumenta ainda mais o ritmo de crescimento dos acessos banda larga wireless em comparação ao fixo. Atualmente, existem cerca de 31 milhões de conexões banda larga na América Latina, em geral com baixas penetrações por país. No caso do Brasil, por exemplo, a penetração em meados deste ano não superava 5,8%.



Para Rojas, a banda larga móvel deve ser uma prioridade no planejamento do espectro. “A Anatel precisa saber quanto de espectro as empresas vão precisar e como essas freqüências poderão ser ofertadas, dando início a leilões já no próximo ano”, comentou. Esse planejamento estratégico envolve, na sua avaliação, o uso de faixas que vão de 450 MHz até 3,5 GHz, com destaque para as de 400 MHz, de 700 MHz e de 2,5 GHz.


De 1987 a 2010, a média de espectro por mecado se concentrou em 450 MHz a 600 MHz. Um estudo da UIT (União Internacional das Telecomunicações) mostra que de 2010 a 2020 as operadoras precisarão de 1.3 GHz a 1.7 GHz em cada mercado. O Citel estima que os países latinoamericanos necessitarão, em 2020, 721 MHz adicionais em áreas de baixa demanda (zonas rurais) e de 1161 MHz nas de alta demanda.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/planejamento-de-espectro-precisa-ser-acelerado-para-copa-do-mundo-e-olimpiadas

Embratel testa WiMAX na Fórmula 1

Por Fatima Fonseca
13 de outubro de 2009

O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, que acontece neste final de semana, no autódromo de Interlagos, em São Paulo, terá a Embratel como fornecedora oficial de infraestrutura de telecomunicações. A operadora disponibiliza 1 Giga para atender a demanda por dados e uma central de telefonia com 600 linhas, além de ser responsável pelos TAPs (orelhões) no interior do autódromo. A infraestrutura é baseada em fibra óptica, por meio das tecnologias Metro Ethernet e SDH (padrão de transporte de informações em redes digitais que utiliza normalmente a fibra óptica como meio físico de transporte em redes de alta velocidade). Além da infra cabeada, a operadora colocou cobertura Wi-Fi e, este ano, também acesso por WiMAX. "Já temos o serviço WiMAX, que é ofertado para pequenas e médias empresas e vamos testar a tecnologia neste evento, como mais um meio de transmissão", comentou Danni Mnitentag, gerente de marketing corporativo da Embratel.

Segundo Diógenes Santana Filho, da gerência de projetos da Embratel, no ano passado, o consumo de banda no evento foi de 120 mega e, para este ano, a estimativa é de um aumento para 180 mega. O sistema Wi-Fi terá capacidade para 400 acessos e foi implementado em parceria com a Cisco, que fornece os equipamentos. No Wi-Fi, a capacidade de transmissão será de 512 kbps, tanto para download como para upload.

Para atender a demanda pela transmissão de sinais de áudio e vídeo, operação de circuitos privativos para transmissão de dados, imagem e voz, para o Brasil e exterior, além de links de acesso à Internet, pontos de Wi-Fi e telefonia fixa, a Embratel está trabalhando com uma equipe de 60 pessoas no autódromo. A operadora já fornece a infraestrutura de telecom no Grande Prêmio Brasil há quatro anos e, em geral, presta serviços para 300 clientes, que contraram cerca de 600 circuitos.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13402&Itemid=105

WiMAX crowd makes noise about next generation of WiMAX

October 11, 2009 — 1:28am ET | By Lynnette Luna

As the noise coming out of the Long Term Evolution (LTE) crowd continues to grow louder WiMAX Forum is finally making some noise around the next generation of mobile WiMAX, which is designed to be technically on par with LTE.

The WiMAX Forum and executives from WiMAX suppliers and operator were on hand during ITU Telecom World 2009 to voice their commitment to build and trial the next release of mobile WiMAX, known as WiMAX Release 2 based on the 802.16m standard. The WiMAX Forum, along with 50 companies, announced the endorsement of IEEE's submission to ITU-R that proposes an IEEE 802.16m-based candidate for IMT-Advanced 4G standards. The WiMAX Forum also announced that it will finalize its WiMAX Release 2 specification in parallel with IEEE 802.16m and IMT-Advanced, ensuring that WiMAX Release 2 networks and devices will remain backward compatible with legacy WiMAX Release 1 based on IEEE 802.16e.

The new 802.16m standard offers new capabilities and efficiencies, including 4X2 MIMO in the urban microcell scenario with only a single 20 MHz TDD channel available system wide. The 802.16m standard will be designed to support both 120 Mbit/s downlink and 60 Mbit/s uplink per site simultaneously. Higher data rates can be obtained with additional spectrum resources or more complex antenna schemes. The WiMAX Release 2 profile will also incorporate these capabilities for improved VoIP capacity, spectral efficiency, latency, handover speed, cell range, and coverage, with support for wider operating bandwidth in both TDD and FDD duplexing, the WiMAX Forum said. The WiMAX Forum expects to see WiMAX Release 2 available commercially in the 2011-2012 time frame.

Peter Jarich, research director with Current Analysis, noted that "excitement around LTE makes it imperative for the WiMAX industry to paint a technology roadmap for its customers. While 802.16e networks may be delivering mobile broadband services today, LTE is expected to deliver services with better mobility support, greater data rates and a stronger ecosystem (in the medium-term). This makes the evolution of the 802.16e standard critical."

The WiMAX Forum also announced the number of WiMAX deployments reached approximately 504 networks in 145 countries, with 15 new deployments added in August

http://www.fiercebroadbandwireless.com/story/wimax-crowd-makes-noise-around-next-generation-mobile-wimax/2009-10-11

Samsung improves WiMAX base stations with technology that is four times faster

Newsbrief by Brian James Kirk on Thursday October 08, 2009.

Samsung is demonstrating 4G mobile broadband base stations that utilize Mobile WiMAX Release 2 IEEE 802.16m technology, which provide data speeds that are four times faster than current WiMAX IEEE 802.16e technology. The company is currently showing the new technology, its throughput, and Release 1 backwards compatibility at the ITU Telecom World 2009 show in Geneva, Switzerland.

Samsung plans to provide trials for Release 2 by late 2010 with Clearwire in the U.S., Yota in Russia, and UQ Communications in Japan.

http://www.mobileburn.com/news.jsp?Id=7993

Clearwire aposta em WiMAX na Europa em 3,5 GHz

quarta-feira, 7 de outubro de 2009, 12h14

A Clearwire promete lançar uma operação de WiMAX móvel na Espanha em 2010 usando a frequencia de 3,5 GHz. O serviço começará em Sevilha e Málaga e usará a marca "Clear", a mesma adotada pela companhia nos EUA. A infraestrutura será provida pela Alvarion e pela ZTE.

A Clearwire possui licenças em 3,5 GHz em outros seis países europeus cobrindo uma população de 200 milhões de habitantes: Bélgica, Alemanha, Irlanda, Polônia, Romênia e Dinamarca. Nos EUA, a Clearwire utiliza as faixas de 2,5 e 2,6 GHz, frequência que na Europa está reservada para o LTE, a evolução das redes GSM.

Na análise do site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com), a Clearwire não conseguirá formar na Europa uma rede pan-regional, pois a oferta desse espectro está muito fragmentada no continente. O mais provável é que a empresa foque inicialmente em lançamentos pontuais em áreas metropolitanas. Outro desafio: a Clearwire não terá na Europa o suporte de players de peso como tem nos EUA, onde conta com o apoio da Sprint e de três das maiores operadoras de cabo, além do Google e da Intel. Porém, se o seu modelo de negócios obtiver sucesso em cidades importantes, é possível que a Clearwire consiga parcerias com operadoras de cabo e DSL locais, ou até mesmo com empresas de telefonia celular interessadas em desafogar o tráfego em suas redes.

Da Redação

Para 3G Américas, decisão sobre 2,5 GHz influenciará América Latina

quarta-feira, 7 de outubro de 2009, 18h17

O que o Brasil decidir sobre o uso de 2,5 GHz deve influenciar vários outros países na América Latina. Essa é a opinião de Erasmo Rojas, diretor da 3G Américas para a região. Ele lembra o caso do padrão de TV digital brasileiro, que vem sendo adotado por países vizinhos. No momento, Argentina, México e Colômbia, dentre outros, estão discutindo o futuro da faixa de 2,5 GHz. No Brasil, a proposta da Anatel é de que a maior parte desse espectro seja destinada para serviços móveis. Uma consulta pública sobre o tema termina no próximo dia 16.

Rojas acredita que 2,5 GHz será a principal frequência para o LTE, já que a Europa também destinou esse espectro para esse fim. A segunda faixa mais usada deverá ser a de 700 MHz, a começar pelos EUA, que já a liberaram em razão da migração para TV digital. "Como 700 MHz não está disponível ainda no Brasil, a decisão da Anatel de destinar 2,5 GHz para serviços móveis é ainda mais importante", afirma Rojas.

A 3G Américas não apresentou nenhuma contribuição à consulta pública sobre 2,5 GHz da Anatel. "Entendemos que o nosso fórum para discutir isso seja a Citel", explicou o executivo.

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151238

Usuários e empresas de MMDS criticam mudança na faixa de 2,5 GHz

terça-feira, 6 de outubro de 2009, 20h04

O imbróglio envolvendo a mudança de destinação da faixa de 2,5 GHz proposta pela Anatel continua crescendo. A consulta pública da proposta, que termina no dia 16 de outubro, conta até agora com uma participação tímida da sociedade, considerando o volume de contribuições - 28 comentários contra centenas de sugestões recebidas em outras consultas importantes, como a mudança do Plano Geral de Outorgas (PGO) e os novos contratos do STFC. Ainda assim, chama a atenção a presença massiva de críticos à proposta.

Dos 28 comentários, 25 são claramente contrários à mudança de destinação. A maioria dos participantes é de usuários e empresas de MMDS, que perderão a prioridade na maior parte da faixa caso a proposta seja aprovada como está. Os protestos seguem uma linha comum: o temor de que a medida reduza a concorrência nos serviços de telecomunicações. Para boa parte dos cidadãos que contribuíram com a consulta até agora, a Anatel está privilegiando as empresas de telefonia móvel, em detrimento da competição do setor.

"Discordo totalmente dessa proposta da Anatel e sou mais contra ainda a forma em que nosso país ficará à disposição de apenas cinco empresas de telefonia móvel", comenta um usuário na consulta. Outros comentários apontam para a importância das empresas de MMDS para a transmissão de conteúdo local em vários municípios e o papel fomentador da concorrência desses operadores especialmente em localidades menores. Empresários também reclamaram da mudança "Impossível ser empresário neste país. Como pode o poder público ceifar um permissionário já estabelecido de utilizar o espectro a ele cedido? Como ficam os investimentos feitos por estas empresas?", protestou um dos participantes.

Os comentários alertam ainda para o risco de a Anatel fragilizar o setor como um todo, ao mexer com empresas já estabelecidas. "Pode-se abrir um grave precedente regulatório que colocaria em risco todo o setor, dadas as absolutas incertezas nas renovações das licenças atuais", afirma o consultor Luiz Carlos Rosas Filho. O risco de demissões também foi destacado por empresas de MMDS, que temem fechar as portas com a redução do espectro para a operação de seus serviços.

Radiodifusão

O debate sobre a faixa de 2,5 GHz também atraiu um outro segmento, até então fora das discussões. A Rede Globo apresentou uma contribuição sugerindo que parte da faixa seja dedicada à expansão do Serviço Auxiliar de Radiodifusão e Correlatos (SARC). A empresa argumenta que possui previsão de uso da subfaixa 2.300 MHz a 2.500 MHz prioritariamente, mas interferências com outros serviços têm inviabilizado a operação das radiodifusoras.

"É importante ressaltar também que, apesar de haver destinação ao SARC de outras subfaixas em freqüências mais altas, as freqüências em torno de 2,0 GHz a 2,5 GHz são fundamentais para o Serviço Auxiliar de Reportagem Externa, pois só elas viabilizam a transmissão em tempo real de eventos em movimento, tais como maratonas, corridas automobilísticas, regatas, desfiles de Carnaval, e permitem imediatismo, por exemplo na cobertura de um incêndio", argumenta a representante da emissora. Para solucionar o problema, a Rede Globo sugere que seja destinada uma nova faixa de 100 MHz em outra área do espectro para o SARC, substituindo a subfaixa de 2.400 MHz a 2.500 MHz.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151146

Decreto ou adiamento da consulta são caminhos para governo intervir na faixa de 2,5 GHz

terça-feira, 6 de outubro de 2009, 19h06

A Consulta Pública 31/07, que trata da destinação da faixa de 2,5 GHz, terminará no próximo dia 16, mas participantes do grupo de criação do plano de banda larga defendem uma possível ampliação deste prazo ou, ao menos, que a Anatel protele a decisão. O assunto não chegou formalmente na Anatel, que já prorrogou a consulta uma vez por determinação da Justiça em processo movido pela Neotec. Os defensores de um adiamento na decisão da Anatel acreditam que a faixa de 2,5 GHz pode ser uma peça importante para o plano do governo, pois trata-se de uma fatia de espectro de alta capacidade com uso potencial para serviços de banda larga.

A nova destinação da faixa expôs um confronto entre operadoras de MMDS e SMP que se arrasta há pelo menos dois anos. O alvo da briga é o tamanho do espectro que será destinado a cada um dos operadores. Por ora, as operadoras móveis estão ganhando a disputa com a proposta feita pela Anatel. Mais do que isto: muitas empresas de MMDS acreditam que, se o novo regulamento for aprovado como está, as operadoras dessa tecnologia deixarão de existir.

Sem decreto

Por conta desse "efeito colateral", membros do governo acreditavam que a Anatel pediria um decreto presidencial para consolidar a mudança. O raciocínio é que, ao tomar uma decisão que pode repercutir no fim de um serviço, a Anatel pode estar criando uma "política pública", o que não faz parte de suas atribuições. Mas essa ponderação parece estar circunscrita a parte do grupo de criação do plano de banda larga. Notadamente, o Ministério do Planejamento.

Na Anatel não há nenhuma intenção em pedir ao presidente Lula a edição de um decreto que consolide a mudança na faixa de 2,5 GHz. Segundo fontes familiarizadas com o processo, a agência trata o caso como uma simples reorganização do espectro, baseada nas projeções de demanda do serviço e em recomendações da União Internacional de Telecomunicações (UIT). Assim, a alteração não teria caráter de política pública, mas simplesmente de uma gestão de radiofrequência, o que é atribuição da Anatel pela Lei Geral de Telecomunicações (LGT). Como a agência dispõe de autonomia, não haveria necessidade de um aval do presidente da República para consolidar a reforma.

Mesmo com a decisão cabendo tecnicamente à Anatel apenas, o governo acredita ser capaz de sensibilizar a agência reguladora a analisar a frequência de 2,5 GHz dentro de um contexto maior de criação de uma rede pública de banda larga. Outras faixas também são alvo do interesse governamental, como a de 450 MHz, que também passa por um processo de redestinação para garantir a oferta de banda larga em escolas rurais.

O problema é que o órgão responsável direto pela formulação de políticas públicas (Ministério das Comunicações) não tem mostrado desconforto com o caminho sugerido pela Anatel para a faixa de 2,5 GHz. Se outras instância sdo governo quiserem mudar o rumo das coisas, precisariam recorrer à Casa Civil.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151144

Governo pensa em prolongar debate sobre o 2,5 GHz

terça-feira, 6 de outubro de 2009, 18h44

A criação de um Plano Nacional de Banda Larga pode esquentar polêmicas que vão além do reaproveitamento das redes de fibras das estatais de energia. O governo tem estudado o uso de radiofrequências para a capilarização da nova rede e algumas correntes defendem a criação de reservas no espectro para a execução de políticas públicas de inclusão digital. Na verdade, a ideia não é nova e em vários momentos foi defendida pelo Ministério das Comunicações.

O grupo que vê com bons olhos a criação de reservas públicas cresceu com o avanço das discussões sobre o Plano Nacional de Banda Larga e um dos primeiros alvos pode ser a faixa de 2,5 GHz, envolta em polêmicas desde o início do ano. Usada pelas empresas de MMDS e SCM, a faixa está prestes a ter sua destinação alterada, priorizando a presença das empresas de SMP. A proposta da Anatel transfere quase todo o espaço para as operadoras móveis, deixando apenas 50 MHz para uso primário das empresas de MMDS e SCM. O governo deve, então, manifestar o desejo de que uma definição sobre a faixa seja postergada, apurou este noticiário.

Vale lembrar que em 2006 o Ministério das Comunicações chegou a interceder formalmente no processo de elaboração da Resolução 42906 (que estabelece as regras atuais para a faixa de 2,5 GHz). Naquela ocasião, o ministério alegava publicamente que gostaria de ter o direito de ter reservado parte do espectro para programas de inclusão digital por meio da tecnologia WiMAX. Tanto é que determinou, também, a suspensão do leilão da faixa de 3,5 GHz. De lá para cá, contudo, o Minicom não tem externalizado a mesma posição abertamente.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151141

Para Seae, mudança no 2,5 GHz pode aumentar concorrência na banda larga

terça-feira, 6 de outubro de 2009, 19h27

Na próxima semana, a Anatel concluirá a consulta pública sobre a proposta de mudança de destinação da faixa de 2,5 GHz, abrindo espaço para a entrada das operadoras móveis nesta frequência. E, até agora, a agência conseguiu apóio de, ao menos, um órgão de peso para concretizar a mudança. A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda produziu um parecer favorável à proposta da Anatel, onde não vê grandes problemas na concorrência do mercado com a alteração da destinação. Ao contrário, a Seae acredita que a concorrência pode ser estimulada, desde que a Anatel tome algumas precauções. A Anatel propõe a redução da faixa do MMDS para 50 MHz a partir de 2015.

Precauções

Uma das precauções sugeridas à Anatel pela secretaria do Ministério da Fazenda é que a agência seja eficiente na licitação de licenças de SMP e SCM dentro da nova configuração do espectro. Outra sugestão é que a Anatel dê especial atenção à análise do uso eficiente do espectro. "A Secretaria de Acompanhamento Econômico gostaria de ressaltar a determinação já demonstrada pela autoridade reguladora das telecomunicações de elaborar o regulamento para uso eficiente do espectro. De fato, trata-se de matéria cuja relevância é reconhecida pela própria Anatel, visto que o Plano Geral de Atualização da Regulamentação das Telecomunicações, em seu item V.8, fixa que ação deva ser executada em curto prazo pela Agência", conclui o parecer. A criação desse regulamento já está em análise no Conselho Diretor da Anatel, mas ainda não foi deliberado pelos conselheiros.

Baixo impacto

Apesar de apoiar a iniciativa, a Seae não afastou completamente os impactos concorrenciais. Em sua avaliação, a secretaria constatou que haverá de fato uma redução na competitividade das empresas de MMDS. Mas, como o serviço é o menos representativo na gama de oferta de TV por assinatura, o impacto concorrencial da proposta também acaba sendo baixo. "A proposta de alteração da regulamentação em questão não é neutra do ponto de vista concorrencial", explicam os especialistas que assinam o parecer. "Não obstante, a Seae é da opinião que, por todo o exposto, a medida não configura um prejuízo relevante à concorrência."

Na análise da equipe da Fazenda, a mudança "não está retirando nenhum dos atuais provedores do mercado, mas sim reduzindo a faixa de freqüência destinada um serviço para outro". Assim, nada impede que essas mesmas empresas prestem, no futuro, serviços de banda larga sem fio, desde que se conquistem licenças para a oferta desse produto dentro da nova configuração da faixa. Daí a importância de que a Anatel seja rápida na execução dos novos leilões.

A Seae também entende que não há "direito adquirido" das empresas de MMDS por elas terem usado essa faixa prioritariamente até então. "O uso dessa faixa de espectro para esse serviço não gera o direito adquirido para prestação de outros serviços. Para que novos serviços sejam prestados, deve haver nova licitação, novo leilão e nova autorização, para que a possibilidade de prestação desse serviço possa ser viabilizada a todos os potenciais prestadores".

Outra avaliação favorável ao encaminhamento dado pela Anatel nesta faixa é com relação aos efeitos positivos de o Brasil seguir as recomendações da União Internacional de Telecomunicações (UIT). Para a Seae, o alinhamento às recomendações internacionais gera ganhos de escalas para as empresas, com possível redução de custos para os usuários, além de favorecer o roaming de serviços.

Mariana Mazza

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=151145

Clearwire Takes WiMax to Spain

OCTOBER 6, 2009 | Michelle Donegan

Clearwire LLC (Nasdaq: CLWR) said it plans to launch mobile WiMax services in Spain next year, proving that its proto-4G wireless broadband ambitions go beyond U.S. borders.

Clearwire will deploy WiMax 802.16e infrastructure equipment from Alvarion Ltd. (Nasdaq: ALVR) and ZTE Corp. (Shenzhen: 000063; Hong Kong: 0763) in Malaga and Seville, respectively, for service launches in 2010 in the 3.5GHz frequency band. And just as in the U.S., the services will be offered under the Clear brand.

"We intend to prove that WiMax can work not only at 2.5GHz, but also at 3.5GHz, which is the spectrum we have in Spain," Barry West, president of Clearwire International, said during a press conference at the ITU Telecom World 2009 show in Geneva. (See Clearwire's Barry West: Roam, If You Want To.)

In Spain, Clearwire enters a highly competitive mobile broadband market. The U.S. WiMax operator will take on several of Europe's largest mobile operators -- Orange Spain , Telefónica SA (NYSE: TEF), Vodafone España S.A. , and TeliaSonera AB (Nasdaq: TLSN)'s Yoigo -- as well as the country's fixed broadband providers like ONO and Jazztel plc .

All of Spain's mobile operators have launched 3G HSPA services with downlink speeds up to 3.6 Mbit/s, according to the Global Mobile Suppliers Association (GSA) , and Telefónica has launched 3G services up to 7.2 Mbit/s in some areas. Telefónica also plans to start trialing Long Term Evolution (LTE). (See Telefónica Kicks Off LTE Trials.)

Clearwire "will have to have a very low-cost strategy and fill in the gaps where the big guys don’t want to compete,” says Stela Bokun, analyst at Pyramid Research . “If WiMax [operators] target rural or high-density areas where Telefónica and other big players do not want to invest or are not providing high quality of service, those may be places where they’ll have more success.”

But Clearwire will compete not only with the mobile operators, but also with fixed broadband offers in the country as well. “It’s important to consider how successful it will be against fixed broadband, in particular with [fiber-to-the-home]-based broadband access, which is likely to see a strong expansion in the Spanish market over the next five to seven years,” says Bokun.

Spain's fixed broadband penetration stood at 21.3 percent at the end of 2008, according to Pyramid, which is five percentage points below the Western European average.

European ambitions?
The new WiMax deployment plans will not be Clearwire's first foray into Spain or Europe. Clearwire already offers a fixed wireless broadband service in Seville, which launched in September 2007, but today's news marks the operator's first investment in mobile WiMax in the country. When the service in Seville launched, Clearwire said its network covered 300,000 homes in the city. (See Clearwire Goes to Spain.)

And Spain could be just the beginning of a broader European plan for Clearwire. The company has 3.5GHz licenses in Belgium, Germany, Ireland, Poland, Romania, and through its affiliate in Denmark, Danske Telecom A/S . Clearwire's European customers at the end of March 2008 totaled just 51,000 in Brussels and Ghent, Belgium; Dublin; and Seville. (See Clearwire in Euro Partner Talks, Clearwire Invests in Europe, Clearwire Goes European, and Clearwire Expands in Europe.)

Pyramid's Bokun thinks a European expansion for Clearwire could make sense.

“In terms of cost savings, it’s not a great idea to keep sporadic operations in random European countries, as this strategy does not allow for operational and other synergies; however, it makes sense for an operator to diversify its revenue sources, especially in an unstable economic environment," she says. "WiMax is still in its infancy, and the main WiMax operators are still testing the waters in different markets.”

— Michelle Donegan, European Editor, Unstrung

http://www.unstrung.com/document.asp?doc_id=182702

Sprint Nextel launches WiMAX in 10 more cities

Portland Business Journal

Sprint Nextel Corp. launched its ultra-fast, high-capacity wireless broadband service in 10 U.S. cities, including Salem, on Monday.

The 4G WiMAX service, which can reach downlink speeds as much as 10 times faster than current 3G service, enables applications such as streaming video anywhere in a city, Sprint said in a release. The mobile broadband service became available Monday in Salem.; Milledgeville, Ga.; and the Texas cities of Amarillo, Killeen-Temple, Corpus Christi, Lubbock, Waco, Wichita Falls, Abilene and Midland-Odessa.

“Sprint 4G represents an enormous leap in wireless technology, with valuable benefits for a variety of applications,” John Dupree, a Sprint vice president, said in the release. “Sprint has a significant head start in deploying 4G, and we’re prepared to leverage our 4G speeds and growing national coverage to help businesses, government agencies and educational institutions increase their capabilities, enhance productivity and reduce costs.”

Overland Park, Kan.-based Sprint (NYSE: S) first launched WiMAX in Baltimore in September 2008. Earlier this year, WiMAX launched in five other cities. The 4G service is expected to roll out in 13 more cities by the end of the year and in multiple additional markets in 2010.

Sprint is the first national carrier to launch a 4G technology, which will help accommodate consumers’ growing appetite for data-intensive handset uses. It is doing so through a $14.5 billion deal with Clearwire Corp. (NASDAQ: CLWR), based in Kirkland, Wash. The deal, entered into in December, created a company to roll out WiMAX, branded Clear. Sprint handed over its spectrum and WiMAX-related assets, and the new Clearwire got a $3.2 billion cash investment from strategic investors that included Intel Corp. (NASDAQ: INTC), Google Inc. (NASDAQ: GOOG) and big cable companies. Sprint owns about 51 percent of the new company. Investors can resell Clear service under their brands.

However, the rollout is costly, and other national carriers are formulating aggressive plans for competing technologies.

For example, No. 1 carrier Verizon Wireless, which has 87.7 million customers, plans to launch its 4G technology — LTE — in 2010 in as many as 30 markets and have nearly nationwide coverage by the end of 2013.

http://portland.bizjournals.com/portland/stories/2009/10/05/daily3.html

Two months before auction, India deprives WiMAX of 2.5GHz

By CAROLINE GABRIEL
Published: 2 October, 2009

India is poised to be the largest global market for WiMAX - in spite of, rather than because of, the country's regulators. While the government's ambitious broadband vision gives WiMAX a key role in universal broadband and innovative web strategies, the freeing up of relevant spectrum has been less advanced, and now it has hit another roadblock. The Department of Telecom has decided to auction only 2.3GHz spectrum in the upcoming WiMAX auction, leaving the 2.5GHz band off the table for now.

State-owned telcos BSNL and MTNL are already building out WiMAX in both fixed and mobile modes, having been granted early access to spectrum, and by themselves they will soon become the world's largest deployers of 802.16 technologies. But the real potential for WiMAX lies in a competitive market with the private operators creating innovative business models - Bharti, Reliance, Tata and other giants have all conducted trials are are keen to participate in the auction. But the amount of spectrum at their disposal, at least from December when the sale is scheduled, will be less than expected following the DoT's decision.

In its new Information Memorandum, the DoT said: "Two blocks of 20MHz each will be auctioned in the 2.3GHz band. " It said that, although 2.5GHz had been earmarked for broadband wireless too, it will be opened up only after issues with the Department of Space are sorted out. The DoS has always expressed concerns over the use of the 2.5GHz band because of possible interference with space communication systems. Although 2.5GHz was originally used by ISPs, these were ordered to vacate some years ago - but until recently it appeared that the DoS and DoT had managed to come to an accommodation. There is no indication now of when the band, which is one of the primary internationally harmonized profiles for WiMAX and mobile broadband, is likely to be made available.

There are other spectrum options that may be offered for WiMAX in India. In August 2008, the government earmarked 700MHz digital dividend frequencies, and the 3.3GHz band, for broadband wireless.

Meanwhile, India is addressing its dire shortage of wireless capacity by planning to allocate additional 2G spectrum to those operators who win 3G licenses in the forthcoming auction, scheduled to start on December 7. This may also be intended to attract foreign bidders or partners to the sales.

According to the Economic Times, international operators that do not currently have a presence in India are reluctant to enter the 3G market unless they are able to offer the full range of mobile services, which would require 2G spectrum too, for coverage and capacity.

The terms are vague, however, just saying frequencies will be "subject to availability", while there is no indication of where the new 2G spectrum will be found - it may require government bodies (such as the defense forces) to release spectrum. Also, there are about 300 2G applications pending anyway, and there could be intense controversy if foreign entrants are allowed to jump the queue.

http://www.rethink-wireless.com/article.asp?article_id=1973&ckt=ON

Índia deixa faixa de 2,5 GHz de fora do leilão de WiMAX

sexta-feira, 2 de outubro de 2009, 18h25

A Índia é um dos principais mercados de WiMAX do mundo, e talvez seja o gramde gerador de escala para equipamentos e serviços atrelados à tecnologia nos próximos anos. Mas o governo indiano surpreendeu ao deixar a faixa de 2,5 GHz no leilão de faixas para o WiMAX, optando por leiloar, apenas, a faixa de 2,3 GHz. A análise é do site Rethink Wireless. O problema da faixa de 2,5 GHz, para o governo indiano, é o potencial de interferência em serviços de comunicações espaciais. Na Índia, as faixas de 700 MHz e 3,3 GHz também estão previstas para serviços de banda larga wireless.

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=150890

WiMAX Forum aponta necessidade de 110 MHz para banda larga e MMDS

sexta-feira, 2 de outubro de 2009, 18h05

O vice-presidente de inovação do WiMAX Forum, Mohammad Shakouri, virá ao Brasil este mês com um propósito específico: mostrar ao governo como as redes WiMAX têm sido utilizadas em diferentes países para promover inclusão digital e competição em banda larga. A ideia é mostrar os casos concretos colecionados pela tecnologia, sobretudo em países como Índia e Rússia, que têm condições de dispersão geográfica e econômicas parecidas com o Brasil. Outra mensagem que deve ser passada pelo WiMAX Forum é sobre a consulta pública para a faixa de 2,5 GHz. "Achamos que o WiMAX precisa de pelo menos 30 MHz por operadora para serviços de banda larga e, no caso da faixa de 2,5 GHz, são necessários pelo menos 110 MHz para que os serviços de TV por assinatura possam ser oferecidos conjuntamente", disse Shakouri a este noticiário.

O WiMAX Forum também está pronto a discutir a possibilidade de desenvolvimento da tecnologia na faixa de 700 MHz, mas o presidente interino da entidade admite que essa é uma evolução mais lenta. "Nós entendemos que a tencologia tenha que se adaptar a realidades locais, mas quando maior for a padronização entre países, melhor". Shalouri participará da Futurecom, entre os dias 14 e 16 de outubro, em São Paulo.

Samuel Possebon

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=150887

Telefónica testa LTE no Brasil

01 de outubro de 2009

O grupo Telefónica informou que decidiu testar a tecnologia LTE (long term evolution) em seis diferentes países, incluindo o Brasil, com diferentes fornecedores. A empresa selecionou, por enquanto, Alcatel-Lucent, Ericsson, Huawei, NEC, Nokia-Siemens e ZTE para iniciarem nos próximos meses testes com a tecnologia de quarta geração. De acordo com a companhia, os testes podem incorporar novos provedores e serão realizados por um período de seis meses, com provas de campo e nas estações radiobase. No Brasil, a Telefónica detém 50% de participação na operadora Vivo.

Na América Latina, os países escolhidos foram Brasil e Argentina. Na Europa, os testes acontecerão na Espanha, Reino Unido, Alemanha e República Tcheca. Segundo a companhia, a coordenação global do projeto favorece os ganhos de escala para quando for feita a seleção dos parceiros tecnológicos para a efetiva migração para as redes de 4G. (Da redação)

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13319&Itemid=105

Rio lança sinal de internet gratuita na Baixada

Por Lia Ribeiro
30 de setembro de 2009

O governo do Estado do Rio de Janeiro ativou ontem o sinal, ainda em teste que durará um mês, o sinal de internet gratuita em parte da Baixada Fluminense, com cobertura de 1,5 milhão de pessoas. Nessa fase experimental, a captação do sinal e a gerência da rede serão testados, mas a população já poderá usar o serviço ainda que sem garantia de qualidade. Para uso doméstico, o cidadão precisará comprar uma antena, vendida a R$ 150 na cadeia varejista. Para uso com mobilidade, se o computador não tiver placa compatível, será necessário adquirir um modem.

Para iluminar parte da Baixada, primeira parte do Projeto Rio Digital, o governo estadual investiu R$ 3 milhões na complementação do backbone (ele usa dois enlaces da Rede Rio, que saem da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Fiocruz em direção à Baixada), com instalação de uma antena WiMAX no Morro do Pau Branco. A partir da antena ponto a ponto, a distribuição do sinal é feita por rádios em 5.8 GHz. E o acesso é feito via antena doméstica ou modem. Ontem, na ativação do sinal em Duque de Caxias, feita pelo secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, o vice-governador do estado, Luiz Fernando de Souza (Pezão), disse, em videoconferência, que até o final de 2010 todos os 2,7 milhões de habitantes da Baixada estarão cobertos.

De acordo com Franklin Coelho, da Universidade Federal Fluminense, parceira tecnológica do projeto, para o desenvolvimento do Rio Digital o estado foi dividido em15 regiões. São três espinhas dorsais que correm em paralelo - a partir da Baixada em direção ao litoral, à região serrana e ao contorno com a divisa com Minas Gerais -, cortadas por duas outras: uma que cobre a região sul fluminense e outra de Macaé para o Nordeste. O custo total do projeto está estimado em R$ 60 milhões e o ritmo de implantação vai depender da disponibilidade de recursos.

http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=13299&Itemid=105

DTH e MMDS aumentam participação no mercado de TV paga

Da redação
Balanço da Anatel indica menor representatividade do cabo e queda no preço médio do serviço

A entrada da Embratel e da Telefônica no mercado de TV paga se reflete na segmentação dos assinantes por tecnologia. Acompanhamento mensal feito pela Anatel aponta um avanço da tecnologia via satélite (DTH), em detrimento do cabo, que registrou maior crescimento no ano passado. O cabo respondia ao final de julho por 60,1% da base de assinantes de TV paga, frente a 62,4% de participação registrada ao final de 2008. O DTH, por sua vez, avançou de 33,5% para 34% em sete meses. O MMDS também cresceu, passando de 4% da base de assinantes ao final de 2008 para 5,48% em julho.

O balanço mostra que o Brasil encerrou julho com 6,909 milhões de assinantes de TV paga, com crescimento de 9% sobre os 6,32 milhões registrados no final de 2008. No mês, o serviço ganhou 107 mil novos assinantes, de acordo com o panorama de mercado divulgado pela Anatel.

No que tange à competição, o quadro do primeiro semestre mostra que a NET detém 49,8% dos assinantes brasileiros de TV paga, seguida da Sky, dona de outros 27,2%. A Telefônica vem na sequência, com 7,5% da base, enquanto a Abril respondia por outros 2,5%.

No semestre, a taxa de penetração do serviço de TV paga manteve-se idêntica a de dezembro, em 11,7% dos lares brasileiros. O balanço indica, no entanto, que o preço médio do serviço caiu no período, passando de R$ 56 para R$ 53,4, o menor preço desde 2007.

http://www.telecomonline.com.br/noticias/dth-e-mmds-aumentam-participacao-no-mercado-de-tv-paga

Clearwire Can't Stray From WiMax 'Til 2011

OCTOBER 7, 2009 | Michelle Donegan |

Clearwire LLC (Nasdaq: CLWR) cannot switch from mobile WiMax to Long Term Evolution (LTE), even if it wanted to. At least that's the case until 2011 because of an agreement it has in place with Intel Corp. (Nasdaq: INTC), Unstrung has learned.

Recent comments from Clearwire CEO Bill Morrow indicated that the U.S. WiMax operator was open to switching to another 4G technology -- namely LTE -- in the future. (See Clearwire Testing in Silicon Valley as LTE Looms and Clearwire Is a WiMax Company (For Now).)

But the carrier's latest Form 10-Q, filed with the Securities and Exchange Commission (SEC) in August, reveals that an agreement with Intel -- WiMax's biggest backer -- ties Clearwire to the wireless broadband technology in more ways than one.

In the filing, Clearwire affirms its allegiance to WiMax and stresses the cost of changing to another technology:

We have committed to deploy a wireless broadband network using mobile WiMax technology and would incur significant costs to deploy alternative technologies, even if there are alternative technologies available in the future that would be technologically superior or more cost effective.
But beyond Clearwire's own technology strategy to stick with WiMax, the carrier has made certain commitments to Intel, under what is referred to as the "Intel Market Development Agreement." According to that agreement, Clearwire has:

...committed to undertake certain marketing efforts with respect to our mobile WiMax services and are subject to certain restrictions on our ability to commercially deploy alternative wireless broadband or data technology on our networks through November 28, 2011, as long as certain requirements are satisfied.
One of the reasons Clearwire would even consider changing technologies is that vendor support for WiMax devices and infrastructure in the future is uncertain.

"We cannot assure you that… vendors will continue to develop and produce mobile WiMax equipment and subscriber devices in the long term, which may require us to deploy alternative technologies," Clearwire notes.

Clearwire might also consider switching to a competing technology like LTE for competitive reasons, if, for instance, another technology comes along that allows other operators to compete more effectively and deploy more cost effectively than mobile WiMax. This is a scenario, which the filing states, "may require us to deploy such technologies when we are permitted to do so." (See WiMax & LTE: Kissin' Cousins.)

Another part of the agreement with Intel involves a revenue sharing deal on Intel-based devices, like notebook computers. Clearwire will pay Intel a portion of revenues from customers using certain Intel-powered products as well as activation fees for some devices for an initial period.

In response to Unstrung's questions about the agreement with Intel, a Clearwire spokeswoman would only confirm that it exists. "Yes, we have a market development agreement with Intel," she said in an email.

CEO Morrow said last month that Clearwire was a WiMax technology company for the "foreseeable future," and the 10-Q doesn't contradict that. But the limit on "foreseeable" now looks like the end of 2011.

— Michelle Donegan, European Editor, Unstrung

http://www.unstrung.com/document.asp?doc_id=182794

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