São Paulo, 17 de dezembro de 2008 - De acordo com uma pesquisa realizada pelo InStat, o mercado de dispositivos WiMAX deve crescer ao longo dos próximos anos, chegando à marca de dez milhões de unidades comercializadas em 2010. Na visão do instituto, nesses primeiros anos de disseminação da tecnologia, tanto os adaptadores externos quanto aqueles embutidos em notebooks e desktops terão igual importância no desenvolvimento do mercado. Os principais atrativos, segundo o InStat, devem ser o custo mais acessível que das redes de dados oferecidas pelas operadoras celulares e, em alguns casos, o fato de não ser necessária a contratação de um provedor de serviços.
Mesmo assim, o analista Daryl Schoolar lembra que existirão níveis diversos de controle e que não necessariamente o WiMAX terá o mesmo modelo de utilização que o Wi-Fi.Entre os principais desafios a serem enfrentados pelo WiMAX no mundo, a consultoria aponta o desenvolvimento dos serviços de terceira geração, a chegada da tecnologia LTE (Long Term Evolution) e, claro, a recessão mundial. No Brasil, o imbróglio regulatório envolvendo as licenças para operação da tecnologia vêm impedindo a popularização do WiMAX.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Câmara vai discutir WiMax no MMDS
A Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos deputados aprovou nesta quarta, 10, um pedido de audiência pública apresentado pelo deputado Paulo Bornhausen (DEM/SC) para tratar da \"homologação dos certificados de MMDS\". A audiência deve acontecer em fevereiro. Segundo o deputado, \"após a edição das regras concernentes ao WiMax, foram realizados testes, os equipamentos foram certificados e ainda assim a Anatel não homologa os equipamentos em flagrante desrespeito aos interesses do consumidor e a segurança das regras institucionais do mercado de telecomunicações\". Ele diz ainda que \"a homologação dos produtos para banda larga, inclusive na faixa 2,5 GHz, contribui para a modernização e ampliação dos serviços de telecomunicações no Brasil\". E propõe a convocação para a audiência de Carlos André Lins de Albuquerque e Hermano Albuquerque (da ITSA), Leila Loria (TVA), José Luiz Frauendorf (Neotec), João Rios (Acom), Alexandre Annenberg (ABTA), Ércio Zilli (Acel) e Edilson Ribeiro dos Santos, superintendente de radiofrequências e fiscalização da Anatel. Da Redação - PAY-TV News
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Neovia escolherá fornecedor de WiMAX móvel em breve
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=106903
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008, 19h50
publicidade
A Neovia está finalizando os testes com quatro fornecedores de equipamentos no padrão de WiMAX móvel (802.16e): Alcatel-Lucent, Cisco Navini, Motorola e Samsung. A operadora deve anunciar em breve um dos quatro fabricantes como o futuro fornecedor de sua rede nessa tecnologia, que será implementada no primeiro semestre de 2009. Será um investimento de algumas centenas de milhões de dólares.
Hoje, a Neovia cobre mais de 50 cidades do estado de São Paulo com o padrão fixo de WiMAX (802.16d). Segundo o diretor de tecnologia e operações da empresa, Carlos Barroso, a Neovia não pretende desligar imediatamente sua rede antiga, após o investimento no padrão móvel. As duas redes irão coexistir por um bom tempo.
Leilão
A Neovia continua interessada em participar do leilão de 3,5 GHz e fazer propostas para completar uma cobertura nacional. A empresa já havia sinalizado esse interesse quando da primeira tentativa de realização do leilão, que acabou suspenso pela Justiça.
Mobilidade restrita
A Neovia deve enviar várias contribuições à consulta pública sobre a regulamentação do uso de 3,5 GHz. Dentre elas estará um pedido para que fique clara a possibilidade de mobilidade restrita para quem operar WiMAX com licença SCM. A mobilidade irrestrita, com licença de SMP ( que, por sinal, deve encarecer as novas licenças de 3,5 GHz) não interessa à Neovia. "Não queremos virar operadora de celular", afirmou Barroso.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008, 19h50
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A Neovia está finalizando os testes com quatro fornecedores de equipamentos no padrão de WiMAX móvel (802.16e): Alcatel-Lucent, Cisco Navini, Motorola e Samsung. A operadora deve anunciar em breve um dos quatro fabricantes como o futuro fornecedor de sua rede nessa tecnologia, que será implementada no primeiro semestre de 2009. Será um investimento de algumas centenas de milhões de dólares.
Hoje, a Neovia cobre mais de 50 cidades do estado de São Paulo com o padrão fixo de WiMAX (802.16d). Segundo o diretor de tecnologia e operações da empresa, Carlos Barroso, a Neovia não pretende desligar imediatamente sua rede antiga, após o investimento no padrão móvel. As duas redes irão coexistir por um bom tempo.
Leilão
A Neovia continua interessada em participar do leilão de 3,5 GHz e fazer propostas para completar uma cobertura nacional. A empresa já havia sinalizado esse interesse quando da primeira tentativa de realização do leilão, que acabou suspenso pela Justiça.
Mobilidade restrita
A Neovia deve enviar várias contribuições à consulta pública sobre a regulamentação do uso de 3,5 GHz. Dentre elas estará um pedido para que fique clara a possibilidade de mobilidade restrita para quem operar WiMAX com licença SCM. A mobilidade irrestrita, com licença de SMP ( que, por sinal, deve encarecer as novas licenças de 3,5 GHz) não interessa à Neovia. "Não queremos virar operadora de celular", afirmou Barroso.
Sprint quer estimular WiMAX na América Latina
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=106889
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008, 19h31
Fernando Paiva
Teresa Kellett, da Sprint, durante sua apresentação no WiMAX Forum
A Sprint, principal operadora de WiMAX nos EUA, quer estimular a adoção dessa tecnologia no mundo inteiro, especialmente na América Latina. Para tanto, a empresa pretende estreitar os laços comerciais com operadoras do continente. "Isso significa trocar informações, fazer certificação conjunta de dispositivos etc. Não basta que o WiMAX faça sucesso nos EUA. Queremos que essa tecnologia seja adotada no mundo inteiro", explicou a diretora de desenvolvimento global da Sprint, Teresa Kellet. A executiva descartou, contudo, que a Sprint participe de qualquer leilão de freqüência para WiMAX na América Latina por enquanto.
Teresa participou nesta quarta-feira, 3, do congresso latino-americano do WiMAX Forum, no Rio de Janeiro. Em sua apresentação, ela deu alguns conselhos para as novas operadoras WiMAX que surgem na América Latina. Um deles é a necessidade de se ter ofertas simples e facilmente compreensíveis pelo consumidor final. A Sprint tem basicamente três ofertas para uso de banda larga em sua rede WiMAX: 1) uso ilimitado por US$ 45 ao mês; 2) uso por apenas 30 dias, ao preço de US$ 45; 3) uso por apenas um dia, ao preço de US$ 10. Nos planos de uso sob demanda (mensal ou diária), o ideal é que o cliente adquira um modem USB ou um express card, que são portáteis e custam menos que o modem fixo.
Outro conselho dado por Teresa é que as operadoras enxerguem o 3G e o WiFi como aliados, não como competidores. A Sprint, aliás, tem planos de oferecer cartões de acesso em dual-mode EV-DO e WiMAX a partir deste mês. "O cliente será livre para escolher o que preferir. O 3G é bom para quem viaja, pois a cobertura é a maior. E o WiMAX é melhor para quem fica na cidade e quer mais velocidade", explicou.
Clearwire
A Xohm, marca criada pela Sprint para sua operação WiMAX, vai mudar de nome para Clear. E a operadora da rede se chamará Clearwire, empresa que tem como acionistas a Sprint, a antiga Clearwire (detentora de diversas licenças 3,5 GHz na Europa e EUA), a Google, a Intel e três operadoras de cabo norte-americanas, entre elas a Time Warner e Comcast, as duas maiores empresas do setor no país. Tanto a Sprint quanto as operadoras de cabo usarão a rede WiMAX da Clearwire como operadoras virtuais (MVNOs, na sigla em inglês).
A rede da Xohm está em operação por enquanto apenas em Baltimore, nos EUA. Mas será expandida para Chicago e Washington muito em breve. Ao todo, as três cidades terão mais de 2 mil ERBs. O número de assinantes em Baltimore não é divulgado. O lançamento nas outras duas cidades já deveria ter acontecido no começo deste ano.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008, 19h31
Fernando Paiva
Teresa Kellett, da Sprint, durante sua apresentação no WiMAX Forum
A Sprint, principal operadora de WiMAX nos EUA, quer estimular a adoção dessa tecnologia no mundo inteiro, especialmente na América Latina. Para tanto, a empresa pretende estreitar os laços comerciais com operadoras do continente. "Isso significa trocar informações, fazer certificação conjunta de dispositivos etc. Não basta que o WiMAX faça sucesso nos EUA. Queremos que essa tecnologia seja adotada no mundo inteiro", explicou a diretora de desenvolvimento global da Sprint, Teresa Kellet. A executiva descartou, contudo, que a Sprint participe de qualquer leilão de freqüência para WiMAX na América Latina por enquanto.
Teresa participou nesta quarta-feira, 3, do congresso latino-americano do WiMAX Forum, no Rio de Janeiro. Em sua apresentação, ela deu alguns conselhos para as novas operadoras WiMAX que surgem na América Latina. Um deles é a necessidade de se ter ofertas simples e facilmente compreensíveis pelo consumidor final. A Sprint tem basicamente três ofertas para uso de banda larga em sua rede WiMAX: 1) uso ilimitado por US$ 45 ao mês; 2) uso por apenas 30 dias, ao preço de US$ 45; 3) uso por apenas um dia, ao preço de US$ 10. Nos planos de uso sob demanda (mensal ou diária), o ideal é que o cliente adquira um modem USB ou um express card, que são portáteis e custam menos que o modem fixo.
Outro conselho dado por Teresa é que as operadoras enxerguem o 3G e o WiFi como aliados, não como competidores. A Sprint, aliás, tem planos de oferecer cartões de acesso em dual-mode EV-DO e WiMAX a partir deste mês. "O cliente será livre para escolher o que preferir. O 3G é bom para quem viaja, pois a cobertura é a maior. E o WiMAX é melhor para quem fica na cidade e quer mais velocidade", explicou.
Clearwire
A Xohm, marca criada pela Sprint para sua operação WiMAX, vai mudar de nome para Clear. E a operadora da rede se chamará Clearwire, empresa que tem como acionistas a Sprint, a antiga Clearwire (detentora de diversas licenças 3,5 GHz na Europa e EUA), a Google, a Intel e três operadoras de cabo norte-americanas, entre elas a Time Warner e Comcast, as duas maiores empresas do setor no país. Tanto a Sprint quanto as operadoras de cabo usarão a rede WiMAX da Clearwire como operadoras virtuais (MVNOs, na sigla em inglês).
A rede da Xohm está em operação por enquanto apenas em Baltimore, nos EUA. Mas será expandida para Chicago e Washington muito em breve. Ao todo, as três cidades terão mais de 2 mil ERBs. O número de assinantes em Baltimore não é divulgado. O lançamento nas outras duas cidades já deveria ter acontecido no começo deste ano.
Anatel aprova compra da ITSA pela Sky
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10532&Itemid=105
Por Lúcia Berbert
04 de dezembro de 2008
O conselho diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou o pedido de anuência prévia da operadora de DTH Sky/Direct TV para a aquisição da operadora de MMDS ITSA (mais conhecida como Mais TV).
A empresa opera nas cidades de Brasília, Goiânia e Belém e possui licença de TV por assinatura para mais nove cidades: Belo Horizonte e Uberaba, em Minas Gerais; Franca, Bauru e Presidente Prudente, em São Paulo; Caruaru, em Pernambuco; Campina Grande, na Paraíba; Porto Velho, em Rondônia e Vitória, no Espírito Santo.
O ato de concetranção sobre a compra ainda está em instrução na área técnica da agência. As empresas da ITSA têm acesso exclusivo a quase 200 MHz de espectro contíguo.
Por Lúcia Berbert
04 de dezembro de 2008
O conselho diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou o pedido de anuência prévia da operadora de DTH Sky/Direct TV para a aquisição da operadora de MMDS ITSA (mais conhecida como Mais TV).
A empresa opera nas cidades de Brasília, Goiânia e Belém e possui licença de TV por assinatura para mais nove cidades: Belo Horizonte e Uberaba, em Minas Gerais; Franca, Bauru e Presidente Prudente, em São Paulo; Caruaru, em Pernambuco; Campina Grande, na Paraíba; Porto Velho, em Rondônia e Vitória, no Espírito Santo.
O ato de concetranção sobre a compra ainda está em instrução na área técnica da agência. As empresas da ITSA têm acesso exclusivo a quase 200 MHz de espectro contíguo.
Clearwire Stockholders Approve Sprint-Clearwire Transaction
WCA's 4G Global Update: November 20, 2008
Clearwire today announced that its stockholders have approved the planned combination with Sprint's mobile WiMAX business and the investment of $3.2 billion by Intel, Google, Comcast, Time Warner Cable, Bright House Networks and Trilogy Partners, paving the way for a new era in mobile Internet services in the U.S. Clearwire's board of directors had unanimously recommended that stockholders vote in favor of the transaction. In addition, Clearwire announced today that it has secured lender consents for the transaction. The company is continuing to work toward closing the transaction before year-end.
Clearwire today announced that its stockholders have approved the planned combination with Sprint's mobile WiMAX business and the investment of $3.2 billion by Intel, Google, Comcast, Time Warner Cable, Bright House Networks and Trilogy Partners, paving the way for a new era in mobile Internet services in the U.S. Clearwire's board of directors had unanimously recommended that stockholders vote in favor of the transaction. In addition, Clearwire announced today that it has secured lender consents for the transaction. The company is continuing to work toward closing the transaction before year-end.
Iberbanda’s WiMAX coverage increases
http://www.telegeography.com/cu/article.php?article_id=26135&email=html
Tuesday, 18 November 2008
Spanish broadband operator Iberbanda has announced in a press release that its WiMAX network has expanded to cover approximately 45% of the country’s landmass. Iberbanda, which was acquired by Spanish telecoms giant Telefonica in July 2006, operates a WiMAX network based on fixed WiMAX (802.16d) in the 3.5GHz band, with the service offering speeds of up to 4Mbps. The operator offers wireless broadband services in Andalusia, Catalonia, Navarra and Castilla y Leon.
Tuesday, 18 November 2008
Spanish broadband operator Iberbanda has announced in a press release that its WiMAX network has expanded to cover approximately 45% of the country’s landmass. Iberbanda, which was acquired by Spanish telecoms giant Telefonica in July 2006, operates a WiMAX network based on fixed WiMAX (802.16d) in the 3.5GHz band, with the service offering speeds of up to 4Mbps. The operator offers wireless broadband services in Andalusia, Catalonia, Navarra and Castilla y Leon.
WiMAX mobility debate rumbles on in Brazil
http://www.telecoms.com/itmgcontent/tcoms/news/articles/20017596425.html
Should the winners in Brazil's upcoming licence auction in the 3.5GHz frequency band be allowed to offer some form of 'mobile' service? And, if so, what form should that mobile service take?
These questions continue to spark heated debate among Anatel, Brazil's telecom regulator, and the country's operator and service provider communities.
"It would be interesting to have some form of restricted mobility at 3.5GHz but that would increase the value of the spectrum," says Maximiliano Martinhao, manager at Anatel's spectrum division. "We are carrying out a study regarding [the impact of] restricted mobility at 3.5GHz."
Martinhao was speaking at the special focus day on regulatory issues ahead of the WiMAX Forum Latin America Congress conference and exhibition, held in Rio de Janeiro, organised by Informa Telecoms & Media on behalf of the WiMAX Forum.
And by refusing to contemplate 'full mobility' at 3.5GHz, on the grounds it would undermine the value of the 3G licences at 2.1GHz (which operators purchased in an auction in December 2007), Anatel continues to ruffle some feathers.
"We should be able to offer all the type of services that are possible in the frequency," says Elisabete Trachez De Couto, an executive director at operator Embratel. She argues that the 3G and WiMAX business models are "completely different" anyway and so would not compete head on.
Jose Luiz Frauendorf, executive director at Neotec, which represents a number of operators in Brazil, takes a different tack. The debate about what constitutes mobility, he argues, is not relevant - at least not yet - and is actually holding back broadband development in Brazil by delaying the licensing process. "Right now, for mobile WiMAX, you don't hear operators saying that mobility is essential for the business case. Maybe it will be important in 3-5 years but what we need is broadband right now. I don't believe mobility is fundamental."
Frauendorf argues that upping the price of 3.5GHz spectrum by associating it with mobility, even it is in the 'restricted' sense, is unfair as operators won't be using mobile services to begin with. "I'm not against mobility," he says, "but I am against paying a higher cost for something we don't yet need."
Anatel is currently undertaking a new round of public consultation, which started on 4 November and runs to 5 January 2009, about the terms and conditions of the 3.5GHz licence awards. What is known is that Anatel will auction the 200MHz of spectrum available in the 3.4-3.6GHz frequency range in 5MHz slots. Although Anatel originally intended to set a cap of 30MHz (using FDD or TDD technologies) per 3.5GHz licensee, Martinhao reports that there has been some feedback in the consultation process to lower the cap to 20MHz so as to increase the number of operators and heat up competition.
When the consultation process is finished, Martinhao expects the issuing of 3.5GHz licences in February or March.
Should the winners in Brazil's upcoming licence auction in the 3.5GHz frequency band be allowed to offer some form of 'mobile' service? And, if so, what form should that mobile service take?
These questions continue to spark heated debate among Anatel, Brazil's telecom regulator, and the country's operator and service provider communities.
"It would be interesting to have some form of restricted mobility at 3.5GHz but that would increase the value of the spectrum," says Maximiliano Martinhao, manager at Anatel's spectrum division. "We are carrying out a study regarding [the impact of] restricted mobility at 3.5GHz."
Martinhao was speaking at the special focus day on regulatory issues ahead of the WiMAX Forum Latin America Congress conference and exhibition, held in Rio de Janeiro, organised by Informa Telecoms & Media on behalf of the WiMAX Forum.
And by refusing to contemplate 'full mobility' at 3.5GHz, on the grounds it would undermine the value of the 3G licences at 2.1GHz (which operators purchased in an auction in December 2007), Anatel continues to ruffle some feathers.
"We should be able to offer all the type of services that are possible in the frequency," says Elisabete Trachez De Couto, an executive director at operator Embratel. She argues that the 3G and WiMAX business models are "completely different" anyway and so would not compete head on.
Jose Luiz Frauendorf, executive director at Neotec, which represents a number of operators in Brazil, takes a different tack. The debate about what constitutes mobility, he argues, is not relevant - at least not yet - and is actually holding back broadband development in Brazil by delaying the licensing process. "Right now, for mobile WiMAX, you don't hear operators saying that mobility is essential for the business case. Maybe it will be important in 3-5 years but what we need is broadband right now. I don't believe mobility is fundamental."
Frauendorf argues that upping the price of 3.5GHz spectrum by associating it with mobility, even it is in the 'restricted' sense, is unfair as operators won't be using mobile services to begin with. "I'm not against mobility," he says, "but I am against paying a higher cost for something we don't yet need."
Anatel is currently undertaking a new round of public consultation, which started on 4 November and runs to 5 January 2009, about the terms and conditions of the 3.5GHz licence awards. What is known is that Anatel will auction the 200MHz of spectrum available in the 3.4-3.6GHz frequency range in 5MHz slots. Although Anatel originally intended to set a cap of 30MHz (using FDD or TDD technologies) per 3.5GHz licensee, Martinhao reports that there has been some feedback in the consultation process to lower the cap to 20MHz so as to increase the number of operators and heat up competition.
When the consultation process is finished, Martinhao expects the issuing of 3.5GHz licences in February or March.
WiMAX em 2,5 GHz só será liberado depois da mudança na faixa
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=content&task=view&id=10502
Por Fátima Fonseca
02 de dezembro de 2008
Enquanto o conselho diretor da Anatel avalia o uso da faixa de frequência de 2,5 GHz para outras aplicações que não o MMDS, estão suspensas as homologações/certificações de equipamentos para banda larga nessa faixa. Segundo Maximiliano Martinhão, gerente geral de certificação e engenharia de espectro da Anatel, a agência está autorizando apenas os equipamentos MMDS para transmissão de vídeo. "Os produtos para MMDS, restrito hoje a distribuição de vídeo, já estão certificados", disse ele, no WiMAX Forum, admitindo que os demais equipamentos estão com a homologação suspensa.O vice-presidente de regulamentação da Telefônica, Maurício Giusti, que também participa do fórum, lamentou a falta de equipamentos para WiMAX. Giusti disse que a Telefônica aguarda há quase um ano a homologação dos equipamentos. A operadora, que comprou parte do capital da TVA, possui autorização para uso da faixa e está fazendo um trial em rede WiMAX na cidade de São Paulo. "Estamos absolutamente prontos para lançar a operação comercialmente", disse Giusti, acrescentando que a Telefônica tem a licença para usar a faixa de 2,5 GHz, que possibilita prestar o serviço de comunicação multimídia, mas não tem equipamentos certificados/homologados pela Anatel.
Por Fátima Fonseca
02 de dezembro de 2008
Enquanto o conselho diretor da Anatel avalia o uso da faixa de frequência de 2,5 GHz para outras aplicações que não o MMDS, estão suspensas as homologações/certificações de equipamentos para banda larga nessa faixa. Segundo Maximiliano Martinhão, gerente geral de certificação e engenharia de espectro da Anatel, a agência está autorizando apenas os equipamentos MMDS para transmissão de vídeo. "Os produtos para MMDS, restrito hoje a distribuição de vídeo, já estão certificados", disse ele, no WiMAX Forum, admitindo que os demais equipamentos estão com a homologação suspensa.O vice-presidente de regulamentação da Telefônica, Maurício Giusti, que também participa do fórum, lamentou a falta de equipamentos para WiMAX. Giusti disse que a Telefônica aguarda há quase um ano a homologação dos equipamentos. A operadora, que comprou parte do capital da TVA, possui autorização para uso da faixa e está fazendo um trial em rede WiMAX na cidade de São Paulo. "Estamos absolutamente prontos para lançar a operação comercialmente", disse Giusti, acrescentando que a Telefônica tem a licença para usar a faixa de 2,5 GHz, que possibilita prestar o serviço de comunicação multimídia, mas não tem equipamentos certificados/homologados pela Anatel.
BSNL may delay wireless broadband services
http://www.itexaminer.com/bsnl-may-delay-wireless-broadband-services.aspx
By Harsha Pramod @ Thursday, December 04, 2008 8:32 AM
BSNL’s launch of wireless broadband services may be delayed.
Bharat Sanchar Nigam Limited (BSNL) has not yet opened the tenders invited from franchisees for launching mobile Wimax. The bids were scheduled for 4 December. However, the state-owned telco has not offered any explanation for the delay.
Nearly 28 companies, such as Alacatel-Lucent India, Motorola India, Moser Baer Industrial Infrastrucutre, Huawei, HCL Infosystems, Intel Technology India, Larsen & Toubro Infotech and TCIL had bought the tender documents at the cost of Rs 10,400 for each circle. Smaller and medium-sized players such as Soma Networks Software Engineering and Adino Telecom are also bidding.
Many small players have allegedly failed to meet the turnover criteria, and are proposing to associate with the bigger players to form a consortium since the BSNL norms permit this. Some are trying to exploit the situation by demanding a significant amount from original equipment manufacturers (OEMs) and IT services players towards this. Other small companies have already established special purpose vehicles (SPVs) with foreign telecom operators or their subsidiaries.
The bids were invited on a non-exclusive, revenue-sharing and license service area (LSA) basis. There is no restriction on the number of bids. Depending on infrastructure costs of tower and space rent, power and bandwidth being on the same level, the highest bidder will become a franchisee.
By Harsha Pramod @ Thursday, December 04, 2008 8:32 AM
BSNL’s launch of wireless broadband services may be delayed.
Bharat Sanchar Nigam Limited (BSNL) has not yet opened the tenders invited from franchisees for launching mobile Wimax. The bids were scheduled for 4 December. However, the state-owned telco has not offered any explanation for the delay.
Nearly 28 companies, such as Alacatel-Lucent India, Motorola India, Moser Baer Industrial Infrastrucutre, Huawei, HCL Infosystems, Intel Technology India, Larsen & Toubro Infotech and TCIL had bought the tender documents at the cost of Rs 10,400 for each circle. Smaller and medium-sized players such as Soma Networks Software Engineering and Adino Telecom are also bidding.
Many small players have allegedly failed to meet the turnover criteria, and are proposing to associate with the bigger players to form a consortium since the BSNL norms permit this. Some are trying to exploit the situation by demanding a significant amount from original equipment manufacturers (OEMs) and IT services players towards this. Other small companies have already established special purpose vehicles (SPVs) with foreign telecom operators or their subsidiaries.
The bids were invited on a non-exclusive, revenue-sharing and license service area (LSA) basis. There is no restriction on the number of bids. Depending on infrastructure costs of tower and space rent, power and bandwidth being on the same level, the highest bidder will become a franchisee.
Brasil Telecom quer presença local de fornecedores de CPEs | Wanise Ferreira*
http://www.telecomonline.com.br/noticias/brasil-telecom-quer-presenca-local-de-fornecedores-de-cpes
Orlando Ruschel, diretor de tecnologia, espera que preços dos terminais caiam em breve
A Brasil Telecom está buscando várias alternativas de CPEs, os terminais para a sua nova rede WiMAX que pretende lançar comercialmente no próximo ano. Mas uma das solicitações da empresa é de que o fabricante tenha uma presença local, ou por meio de revendas ou diretamente. Orlando Tadeu Ruschell, diretor de tecnologia, afirmou que aguarda que o esforço do WiMAX Fórum por queda no preço dos aparelhos tenha resultado em breve. Ele participou hoje pela manhã do WiMAX Fórum Latin America, que se realiza no Rio de Janeiro. A operadora, inicialmente, deverá oferecer o acesso pela rede WiMAX para seus clientes em três cidades, Porto Alegre, Curitiba e São Paulo.
Em São Paulo, a concessionária já definiu as áreas onde irá instalar os spots com o padrão WiMAX para garantir a cobertura para pequenas e médias empresas, o seu foco para a cidade. Em Porto Alegre e Curitiba, entretanto, ela estará mais voltada para a área residencial, completanto a sua cobertura em alguns pontos onde encontra algum tipo de dificuldade para suas redes fixa e móvel. "Não são necessariamente áreas mais afastadas. Em Porto Alegre, por exemplo, será em um bairro nobre mas onde há alguns problemas de cobertura", disse o executivo.
Ele ressaltou que a oferta de CPEs na faixa de 3,5 GHz ainda é limitada e cara. Mesmo na RFP(Request for Proposal) feita pela operadora para a compra de terminais o número de proponentes não foi muito grande. A presença local, conforme o executivo, é um ponto importante para garantir a continuidade e atendimento dos clientes.
A rede WiMAX da Brasil Telecom está sendo implementada pela Alcatel-Lucent e NEC, as vencedoras da concorrência promovida pela operadora. De acordo com Ruschell, as expansões deverão ser feitas pelos dois fabricantes. A empresa possui licença para uso da faixa de 3,5 GHz em 9 áreas metropolitanas dentro e fora da região onde a concessionária atua.
* A jornalista viajou a convite da Alcatel-Lucent
Orlando Ruschel, diretor de tecnologia, espera que preços dos terminais caiam em breve
A Brasil Telecom está buscando várias alternativas de CPEs, os terminais para a sua nova rede WiMAX que pretende lançar comercialmente no próximo ano. Mas uma das solicitações da empresa é de que o fabricante tenha uma presença local, ou por meio de revendas ou diretamente. Orlando Tadeu Ruschell, diretor de tecnologia, afirmou que aguarda que o esforço do WiMAX Fórum por queda no preço dos aparelhos tenha resultado em breve. Ele participou hoje pela manhã do WiMAX Fórum Latin America, que se realiza no Rio de Janeiro. A operadora, inicialmente, deverá oferecer o acesso pela rede WiMAX para seus clientes em três cidades, Porto Alegre, Curitiba e São Paulo.
Em São Paulo, a concessionária já definiu as áreas onde irá instalar os spots com o padrão WiMAX para garantir a cobertura para pequenas e médias empresas, o seu foco para a cidade. Em Porto Alegre e Curitiba, entretanto, ela estará mais voltada para a área residencial, completanto a sua cobertura em alguns pontos onde encontra algum tipo de dificuldade para suas redes fixa e móvel. "Não são necessariamente áreas mais afastadas. Em Porto Alegre, por exemplo, será em um bairro nobre mas onde há alguns problemas de cobertura", disse o executivo.
Ele ressaltou que a oferta de CPEs na faixa de 3,5 GHz ainda é limitada e cara. Mesmo na RFP(Request for Proposal) feita pela operadora para a compra de terminais o número de proponentes não foi muito grande. A presença local, conforme o executivo, é um ponto importante para garantir a continuidade e atendimento dos clientes.
A rede WiMAX da Brasil Telecom está sendo implementada pela Alcatel-Lucent e NEC, as vencedoras da concorrência promovida pela operadora. De acordo com Ruschell, as expansões deverão ser feitas pelos dois fabricantes. A empresa possui licença para uso da faixa de 3,5 GHz em 9 áreas metropolitanas dentro e fora da região onde a concessionária atua.
* A jornalista viajou a convite da Alcatel-Lucent
Sem planos de expansão fora dos Estados Unidos Clearwire poderá estudar parcerias estratégicas em outros países
http://www.telecomonline.com.br/noticias/sem-expansao-para-outros-paises-clearwire-podera-estudar-parcerias-estrategicas-em-outros-paises
América Latina está entre as regiões onde a nova operadora de serviços 4G poderá fechar acordos
Teresa Kellet, diretora global de desenvolvimentos da Clearwire, ainda comemora o lançamento do serviço móvel XHOM, anunciado em maio deste ano e colocado em operação comercial na cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, em novembro. A preocupação, agora, é avançar para outras cidades e contar com o ecossistema de desenvolvedores e fornecedores para aumentar a competitividade da oferta de acesso rápido à Internet via plataforma WiMAX. Ciente de que o roaming internacional será um ponto importante, a executiva disse que a empresa deve concentrar sua atuação nos Estados Unidos, sem expansão direta para outros países em função da crise mundial econômica. Mas a executiva não descarta o fechamento de parcerias estratégicas em outras regiões, incluindo a América Latina.
A executiva apresentou o modelo de negócios da XHOM hoje durante o WiMAX Fórum Latin America que está sendo realizado no Rio de Janeiro. ASprint é a maior acionista da Clearwire, com 51%, mas também participam do capital o Google, com 4,1%, a Intel, com 13,2%, operadoras de cabo, com 13,8% e outros acionistas.
Entre o que considera lições que poderiam ser assimiladas pelos países latino-americanos que projetam o uso da tecnologia ela citou a necessidade de se fechar parcerias sólidas com os fornecedores. No caso da XHOM, por exemplo, ela conta com 500 mil assinantes da MVNO da Sprint, sua principal acionista, para o mercado empresarial, além dos 400 mil da Comcast que direciona o tráfego para sua rede.
"Também é preciso manter a simplicidade de oferta do serviço", ressaltou a executiva. No caso da XHOM os preços são fixos em pacotes fixos para residências, para a mobilidade, e um passe livre diário pelo valor de US$ 60. "É importante também entender que 3G e Wi Fi são amigos", afirmou.
Uma força para o modelo de negócios do XHOM são os equipamentos, notebooks e dispositivos móveis, com chipset embarcado, como os fornecidos pela Acer, Asus, Lenovo e Toshiba. O serviço foi lançado, inicialmente, com um modem e um Express Aircard. "Os terminais são a chave para o sucesso", afirmou Teresa.
* A jornalista viajou a convite da Alcatel-Lucent
América Latina está entre as regiões onde a nova operadora de serviços 4G poderá fechar acordos
Teresa Kellet, diretora global de desenvolvimentos da Clearwire, ainda comemora o lançamento do serviço móvel XHOM, anunciado em maio deste ano e colocado em operação comercial na cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, em novembro. A preocupação, agora, é avançar para outras cidades e contar com o ecossistema de desenvolvedores e fornecedores para aumentar a competitividade da oferta de acesso rápido à Internet via plataforma WiMAX. Ciente de que o roaming internacional será um ponto importante, a executiva disse que a empresa deve concentrar sua atuação nos Estados Unidos, sem expansão direta para outros países em função da crise mundial econômica. Mas a executiva não descarta o fechamento de parcerias estratégicas em outras regiões, incluindo a América Latina.
A executiva apresentou o modelo de negócios da XHOM hoje durante o WiMAX Fórum Latin America que está sendo realizado no Rio de Janeiro. ASprint é a maior acionista da Clearwire, com 51%, mas também participam do capital o Google, com 4,1%, a Intel, com 13,2%, operadoras de cabo, com 13,8% e outros acionistas.
Entre o que considera lições que poderiam ser assimiladas pelos países latino-americanos que projetam o uso da tecnologia ela citou a necessidade de se fechar parcerias sólidas com os fornecedores. No caso da XHOM, por exemplo, ela conta com 500 mil assinantes da MVNO da Sprint, sua principal acionista, para o mercado empresarial, além dos 400 mil da Comcast que direciona o tráfego para sua rede.
"Também é preciso manter a simplicidade de oferta do serviço", ressaltou a executiva. No caso da XHOM os preços são fixos em pacotes fixos para residências, para a mobilidade, e um passe livre diário pelo valor de US$ 60. "É importante também entender que 3G e Wi Fi são amigos", afirmou.
Uma força para o modelo de negócios do XHOM são os equipamentos, notebooks e dispositivos móveis, com chipset embarcado, como os fornecidos pela Acer, Asus, Lenovo e Toshiba. O serviço foi lançado, inicialmente, com um modem e um Express Aircard. "Os terminais são a chave para o sucesso", afirmou Teresa.
* A jornalista viajou a convite da Alcatel-Lucent
Chipsets com WiMAX 3,5 GHz estarão embarcados em notebooks no final de 2009, prevê Intel
http://www.telecomonline.com.br/noticias/chipsets-com-wimax-3-5-ghz-estarao-embarcados-em-notebooks-no-final-de-2009-preve-intel
Wanise Ferreira*
Greg Welch, diretor da empresa, diz que demanda por acesso a dados vai garantir sucesso da tecnologia
No final do próximo ano o mercado deverá contar com notebooks e dispositos móveis que terão o chipset embarcado com a tecnologia WiMAX na faixa de 3,5 GHz, previu hoje o diretor de mobilidade da Intel, Greg Welch. Presente ao WiMAX Fórum Latin America, que está sendo realizado no Rio de Janeiro, ele defendeu a plataforma WiMAX como a mais eficiente para o acesso a dados para atender à demanda existente atualmente. Ele ressaltou que não há competição dessa plataforma em relação à terceira geração de telefonia móvel que, em sua essência, foi desenhada para atender aos serviços de voz com uma parcela para dados. Mas em relação ao LTE (Long Term Evolution), evolução da 3G que promete ainda mais velocidade para o acesso a dados, ele é mais pragmático. "A diferença entre uma e outra é que o WiMAx está aqui, agora", disse.
O executivo disse que o serviço de voz, prestado pelas operadoras de 3G, não desaparecerá. Mas ressaltou que já há uma forte necessidade de serviços de acesso a dados bem mais velozes, o que considera exatamente o ponto atendido pelo WiMAX, desde sua concepção. "Na Europa o que vimos foi o que os operadores móveis passaram a atender o mercado com o acesso a dados e a má notícia disso é que há um estrangulamento da rede", observou.
Welch lembrou que o acesso a dados do iPhone, por exemplo, tem sido feito com mais eficiência por hotspots WiFi e não pela rede de 3G da AT&T. Ele disse que a Intel continuará a incentivar negócios para esse mercado em vários países, incluindo o Brasil, citando a recente parceria da Parks com a Asus para o fornecimento de CPEs que foi induzida pela empresa. Em vários casos, como a Clearwire, nos Estados Unidos, ela entra como acionista, o que também deverá continuar fazendo. "Temos muita conversa sobre isso na América Latina e também no Brasil", disse.
O lançamento de equipamentos com chipset embarcado na faixa de 2,5 GHz está bem mais avançado em todo o mundo. Estão disponíveis, atualmente, modelos da Acer, Asus, Lemovo, Toshiba, Há também os lançamentos previstos da Samsung, Sony, Dell e Panasonic.
No Brasil, a faixa de 3,5 GHz está sendo utilizada pelas operadoras Embratel e Brasil Telecom e a regulamentação desse espectro está em fase de consulta pública na Anatel. A de 2,5 GHZ, utilizada pelas operadoras de MMDS, tem sua proposta de alteração da destinação do espectro em análise no conselho diretor da agência.
* A jornalista viajou a convite da Alcatel-Lucent
Wanise Ferreira*
Greg Welch, diretor da empresa, diz que demanda por acesso a dados vai garantir sucesso da tecnologia
No final do próximo ano o mercado deverá contar com notebooks e dispositos móveis que terão o chipset embarcado com a tecnologia WiMAX na faixa de 3,5 GHz, previu hoje o diretor de mobilidade da Intel, Greg Welch. Presente ao WiMAX Fórum Latin America, que está sendo realizado no Rio de Janeiro, ele defendeu a plataforma WiMAX como a mais eficiente para o acesso a dados para atender à demanda existente atualmente. Ele ressaltou que não há competição dessa plataforma em relação à terceira geração de telefonia móvel que, em sua essência, foi desenhada para atender aos serviços de voz com uma parcela para dados. Mas em relação ao LTE (Long Term Evolution), evolução da 3G que promete ainda mais velocidade para o acesso a dados, ele é mais pragmático. "A diferença entre uma e outra é que o WiMAx está aqui, agora", disse.
O executivo disse que o serviço de voz, prestado pelas operadoras de 3G, não desaparecerá. Mas ressaltou que já há uma forte necessidade de serviços de acesso a dados bem mais velozes, o que considera exatamente o ponto atendido pelo WiMAX, desde sua concepção. "Na Europa o que vimos foi o que os operadores móveis passaram a atender o mercado com o acesso a dados e a má notícia disso é que há um estrangulamento da rede", observou.
Welch lembrou que o acesso a dados do iPhone, por exemplo, tem sido feito com mais eficiência por hotspots WiFi e não pela rede de 3G da AT&T. Ele disse que a Intel continuará a incentivar negócios para esse mercado em vários países, incluindo o Brasil, citando a recente parceria da Parks com a Asus para o fornecimento de CPEs que foi induzida pela empresa. Em vários casos, como a Clearwire, nos Estados Unidos, ela entra como acionista, o que também deverá continuar fazendo. "Temos muita conversa sobre isso na América Latina e também no Brasil", disse.
O lançamento de equipamentos com chipset embarcado na faixa de 2,5 GHz está bem mais avançado em todo o mundo. Estão disponíveis, atualmente, modelos da Acer, Asus, Lemovo, Toshiba, Há também os lançamentos previstos da Samsung, Sony, Dell e Panasonic.
No Brasil, a faixa de 3,5 GHz está sendo utilizada pelas operadoras Embratel e Brasil Telecom e a regulamentação desse espectro está em fase de consulta pública na Anatel. A de 2,5 GHZ, utilizada pelas operadoras de MMDS, tem sua proposta de alteração da destinação do espectro em análise no conselho diretor da agência.
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